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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Rio de Janeiro: Palio tem o seguro mais barato e Renegade, o mais caro

A Bidu Corretora realizou um levantamento que aponta o valor do seguro automotivo, no Rio de Janeiro, para os 10 carros mais vendidos no Brasil.

No Rio de Janeiro, Palio tem o seguro mais barato entre esse perfil de veículo e o Renegade é o mais caro.

O valor médio do Palio é de R$1.076,29, já o seguro do Renegade custa em torno de R$3.173,78

Com 165.986 carros emplacados em novembro, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Onix, da GM, foi o carro mais vendido, assumindo a liderança dos carros mais vendidos em 2015 no país.

O perfil utilizado para o estudo foi o de um homem, casado, de 35 anos, sem filhos, que mora em Botafogo e trabalha no Centro do Rio, com garagem em casa e no trabalho.



Fonte: SegNotícias


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Maioria das colisões de Belo Horizonte acontece na segunda-feira


Das 2,5 mil colisões entre veículos ocorridas em Belo Horizonte no primeiro semestre de 2015, 77,1% dos sinistros ocorreram em dias úteis. A segunda-feira apresenta a taxa mais elevada de batidas, sendo 16,2% dos casos, e a quinta-feira a menor incidência, com 14,7%. Os dados são resultados do estudo do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre sobre o comportamento do motorista de Belo Horizonte.

Com menor probabilidade de acidentes, os sábados concentraram 13,8% das estatísticas, enquanto os domingos, o menor percentual da semana, apresentam 8,9% dos casos.

Quando analisado o período, o horário vespertino apresentou 39,4% dos sinistros, seguido pela manhã, com 29,2% dos registros. Com leve decréscimo, 26,8% dos acidentes ocorreram no período noturno. Já a madrugada é o horário menos perigoso com apenas 4,4% das batidas. 

O relatório também confirma o perfil mais cauteloso das mulheres ao volante. As motoristas se envolveram em 28% dos casos, enquanto os homens estiveram presentes em 72% das colisões.



O levantamento aponta ainda que a maior incidência de batidas está entre os segurados de 27 a 36 anos, com 27,4% dos casos. Em segundo lugar está a faixa etária dos 47 aos 56, com 21,8% dos registros, seguida pelos motoristas com idade entre 37 e 46, que detém 19,6% dos números. Os motoristas entre 57 e 67 anos representam 15,7% das estatísticas, enquanto os mais jovens ao volante, de até 26 anos, com apenas 8,4%. Os motoristas com a menor incidência, de 6,8%, estão acima dos 67 anos. O levantamento foi elaborado com base nos atendimentos realizados pelo Posto de Atendimento Rápido Especializado (P.A.R.E.) do BB e Mapfre na capital mineira entre janeiro e junho de 2015. 

Fonte: SegNotícias


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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

HDI Seguros conquista 1,7 milhão de veículos segurados no país


A HDI Seguros atingiu 1.700 mil automóveis segurados no Brasil. Com operação em todo o território nacional, a seguradora tem investido em expansão nas regiões com maior volume de frota segurável e já colhe os resultados dessa estratégia. De janeiro a julho deste ano sua carteira cresceu em 100 mil itens, considerando apenas o ramo automotivo, principal foco da HDI Seguros. A operadora também atua fortemente em seguros residenciais.



"Estamos trabalhando bastante para atender as demandas de mercado com qualidade em serviços e preços competitivos. Um de nossos diferenciais estratégicos, por exemplo, é a oferta de seguros personalizáveis. De acordo com as informações do cliente e suas necessidades individuais de utilização do veículo, os corretores podem montar o produto mais adequado. Com a escolha correta de serviços e coberturas, o cliente pode chegar a economizar de R$ 300 a R$ 500 no seu seguro", explica João Francisco Borges da Costa, presidente da HDI Seguros.

No último ano, a seguradora inaugurou quatro filiais no Rio de Janeiro (na Barra da Tijuca, Zona Oeste; no Centro; em Niterói e em Campos dos Goytacazes), além de escritórios comerciais em Umuarama, no Paraná, e em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Neste ano, novas unidades na Região Metropolitana de São Paulo também foram abertas.

Fonte: SegNotícias


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Itaú Auto e Residência apresenta novidades aos associados do CCS-SP


Prestigiado por mais de 130 corretores de seguros, que lotaram o salão do Circolo Italiano, no dia 18 de agosto, e também por personalidades ilustres do setor, como Jayme Brasil Garfinkel, da Porto Seguro, e Olavo Setúbal Junior, da Itaú Seguros, o almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) trouxe novidades. Recepcionado pelo mentor Adevaldo Calegari e demais diretores, o convidado especial do evento, Marcelo Sebastião, diretor da Itaú Auto e Residência, apresentou os produtos da empresa que podem aumentar a rentabilidade dos Corretores de seguros.

Um dos produtos apresentados é o Itaú Auto Roubo, que oferece proteção específica contra roubo ou furto por um preço acessível, correspondente a 50%, em média, do valor do seguro convencional e indenização de 80% da tabela Fipe. "Concebemos esse produto para atender a necessidade daquele consumidor que precisa de cobertura securitária, mas não tem condições de comprá-la. É um produto que cabe no orçamento desse consumidor", disse Marcelo Sebastião, diretor da Itaú Auto e Residência.



Além do preço menor, o Auto Roubo também oferece assistência 24 horas gratuita, que inclui socorro mecânico, reboque, chaveiro, troca de pneus, pane seca, táxi etc. Segundo Marcelo Sebastião, o produto dispõe, ainda, da opção de contratação de garantias adicionais, como de danos materiais, danos corporais e de acidentes pessoais de passageiros.

Já em relação às regras de comercialização, ele expôs outros benefícios, como a aceitação de veículos no valor de até R$ 60 mil e com até 15 anos de uso. Na forma de pagamento, a facilidade é o débito em conta ou em cartão de crédito e parcelamento em cinco vezes sem juros.

Outro produto é o Itaú Auto Empresa, que incorporou as condições e coberturas do Itaú Auto Frota, produto este que, até então, atendia o segmento de empresas de médio e grande porte. Marcelo Sebastião explicou que o Auto Empresa, lançado em julho do ano passado, é voltado ao segmento de microempresas, partindo de 1 a 4 itens.

Segundo o diretor da Itaú Auto e Residência, o produto pode ser feito sob medida, atendendo necessidades específicas, como cobertura para basculamento, garantia única de danos corporais e materiais, além de RCF a segundo risco e franquia. Entre os exemplos de público-alvo, ele citou padarias, pet shops, rotisseries, lavanderias etc. Outro diferencial do produto é a dispensa do perfil para a contratação. Segundo Marcelo Sebastião, o perfil é desnecessário, pois o preço é calculado sob medida para atender as necessidades de pessoas jurídicas.

Marcelo Sebastião ainda expôs mais novidades que, em sua opinião, oferecem oportunidades e diferenciais para os Corretores ampliarem suas carteiras. Uma delas, em vigor desde 1º de agosto, é o desconto de 5% em seguro de automóvel para clientes que apresentem zero ponto na carteira de habilitação.

O presidente do Conselho Administrativo da Porto Seguro, Jayme Brasil Garfinkel, disse que hoje trabalha pela manutenção dos valores da empresa. Envolvido em questões sociais, ele contou que está "encantado" com o Instituto Ação pela Paz, que atua na melhoria do sistema prisional brasileiro. "Se quisermos combater a violência, não podemos excluir essas pessoas. Temos de tentar recuperá-los, arranjando-lhes emprego, educação e formação", disse.

O presidente do Sindseg-SP e da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Mauro Batista, informou sobre o envolvimento das entidades com o Movimento Maio Amarelo, uma iniciativa para reduzir os acidentes de trânsito, que vitimam mais de 50 mil pessoas por ano. Outra novidade é o lançamento do livro sobre a história do seguro brasileiro. "É um legado que a ANSP deixará para o seguro", disse.

Calegari aproveitou o momento para expor duas boas notícias. Uma foi o aniversário de 25 anos da FBB Corretora de Seguros, comandada por Flávio e Paulo Bosisio. Outra foi a apresentação de Osmar Bertacini como novo presidente da APTS. "Conte com o Clube", disse ele a Bertacini.

O almoço contou, ainda, com uma homenagem ao ex-mentor Henrique Elias (gestão 1994/1996).

Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de setembro de 2017

Condutor adicional altera até 70% no valor do seguro auto


Tenho uma sugestão de pauta que, acredito, possa lhe interessar. A idéia é falar sobre a variação do valor do seguro auto de acordo com o condutor adicional. Em alguns casos, o valor chega a aumentar até 70% do valor.

Vários fatores interferem no preço do valor do seguro como, por exemplo, a idade do condutor, a quilometragem rodada por semana, o modelo e ano do carro, quantas dias ele é usado na semana e até se é estacionado na garagem. Além disso, outro fator que influencia diretamente no valor do seguro é a presença de um condutor adicional - outra pessoa que irá utilizar o carro além do condutor principal.



Para a comparação, a Bidu Corretora realizou um levantamento que aponta a variação. A empresa utilizou para o levantamento um casal de 35 anos, que possuem dois filhos - um menino e uma menina -, ambos com 18 anos. A cotação foi feita para o VW Up! 2015.

Se a cotação fosse feita sem condutores adicionais, o valor do seguro para o homem de 35 anos seria de R$ 2,563,91 e da mulher seria de R$ 2.285,21. Isso porque o seguro para mulher geralmente é mais barato do que seguro para homem, já que as seguradoras consideram, após análise de estatísticas, que o risco é menor do que um carro dirigido por um homem.

Porém, se colocarmos o homem de 35 anos como condutor principal, e a mulher como condutora adicional, o valor subiria para R$ 3100,88. Se os condutores adicionais fossem seus filhos, o valor subiria 51,4% se fosse o menino - R$ 3882,93 - e 28,6% quando o condutor adicional é a menina - R$ 3297,11.

Se a mulher fosse a condutora principal e o homem como condutor adicional, o seguro custaria R$ 2563,91. Com seus filhos como adicionais, o valor também subiria. Com o menino, o valor subiria 69,9% (R$ 3426,10) e 29,4% se fosse a menina (R$ 2956,92).

Fonte: SegNotícias

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Carteira de auto de SulAmérica creesce 14,6% no trimestre


A SulAmérica encerrou o segundo trimestre de 2015 com crescimento expressivo da carteira de auto. Os prêmios de seguros registraram aumento de 14,6% na comparação com o mesmo período de 2014 e 12,6% no acumulado do ano. Parte desse aumento se deve à expansão de 6,7% da frota segurada nos primeiros seis meses deste ano. Diante desses resultados, o segmento Auto passou a corresponder por 20,1% da receita consolidada da companhia, figurando como a segunda maior carteira da companhia – a primeira é Saúde e Odonto, com 64,2 % do total.

“Os resultados positivos refletem os esforços contínuos da companhia para manter a curva de crescimento do segmento de seguro auto. Disponibilizamos um amplo portfólio de produtos, bastante alinhado às demandas de mercado”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados, Eduardo Dal Ri. “Aliamos na mesma estratégia uma forte presença da marca junto aos corretores de seguros e demais parceiros de negócios, racionalidade na política de subscrição e efetiva gestão de sinistros, salvados e ressarcimentos



Bolsa em alta e dólar em baixa

O mercado de ações operava, às 16h30 desta segunda-feira (10), em alta de 1,8% com o Ibovespa avançando para 49.452 pontos. O dólar comercial estava em queda de 1,61% vendido a R$ 3,45. O euro em baixa 1,27% cotado a R$ 3,80. 

Fonte: SegNotícias

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sábado, 16 de setembro de 2017

Seguro para automóvel é a apólice mais popular entre os brasileiros


O seguro para automóvel é a apólice mais popular entre os brasileiros e cobre diversos imprevistos. “Uma dúvida muito comum é em relação ao alagamento. Se o motorista está em trânsito e é pego de surpresa por uma enchente que prejudica o veículo, o incidente está coberto pela apólice. Mas, caso o carro seja danificado por conta da subida da maré na praia, a situação não está contemplada na apólice - que não abrange danos ocorridos por água salgada”, esclarece Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel e Massificados do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Outro questionamento recorrente é o contrato para carros rebaixados. Como o procedimento altera as características originais do automóvel, podendo prejudicar itens de segurança, a seguradora não aceita esse tipo de risco e pode declinar o ressarcimento diante da ocorrência de um acidente - se a alteração for realizada após o fechamento do contrato.



Muitos motoristas também pensam em acionar a seguradora somente quando ocorre um incidente que causa grandes danos ou a perda total do veículo. Contudo, o que muitos segurados não sabem, é que a apólice contempla assistências que podem solucionar pequenos problemas, como trincas nos vidros e reparo de retrovisor. Além disso, é possível complementar o contrato com as coberturas de assistência residencial.

A apólice do BB e Mapfre estende as mesmas coberturas do automóvel para o carro reserva e o cliente não necessita adquirir o seguro da locadora de veículos.

Em caso de acidentes com vítimas, o seguro também é um aliado no momento de arcar com as despesas médicas dos envolvidos. A cobertura de danos corporais pode cobrir os custos que excedem a indenização paga pelo seguro Dpvat.

Segundo ele, outra dica relevante é a contratação de 110% da tabela Fipe, opção escolhida no momento de fechar a apólice. Essa alternativa garante que, em caso de indenização integral, o segurado receba o valor apontado pela tabela Fipe e acréscimo de 10%, para cobrir os acessórios existentes no veículo.

Fonte: SegNotícias

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sábado, 30 de abril de 2016

Dekra lança serviços exclusivos no Brasil

As vendas de veículos novos registraram uma queda de 16% no primeiro trimestre do ano.

Já os usados, continuam vendendo muito bem. Somente de janeiro a abril de 2015, foram comcercializadas 3,2 milhões de unidades no País, o que significa um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2014. Os modelos usados representam 2,8 unidades para cada um carro novo vendido.

Contudo, na hora de comprar um carro com alguns quilômetros rodados, o consumidor deve se atentar a alguns detalhes que podem evitar muita dor de cabeça. Pensando nisso, a Dekra lança um serviço único, que agrega certificado de procedência mais garantia mecânica de um ano equivalente à de fabrica. 



O Dekra Security, novo produto da Dekra, multinacional alemã e líder mundial em vistorias automotivas, em parceria com a SNG, empresa de mais de 25 anos de experiência na Europa em administração de garantia automotiva, foi desenvolvido com o objetivo de alertar o consumidor, lojistas e concessionárias a respeito das armadilhas que podem vir junto com um veículo seminovo ou usado, bem como ratificar a importância de uma análise detalhada na hora de fechar uma negociação.

O Dekra Security é um dos serviços mais completos do mercado e contempla o histórico veicular Checkauto com até 40 informações como: histórico de leilão, quilometragem adulterada, roubo e furto em aberto, entre outros. A avaliação completa realizada por especialistas analisa mais de 105 itens do veiculo como: identificação, estrutura, pintura e etc. A garantia mecânica de um ano com cobertura em até 10 partes do veículo contempla itens como: motor, câmbio, circuito eletrônico, diferencial, transmissão e sistemas de refrigeração, climatização, freio, direção e de alimentação e injeção.

Além da garantia, o serviço ainda oferece diversas vantagens como: assistência 24 h, serviço de guincho, sem limite de quilômetro percorrido, sem limite de frequência, sem carência ou franquias adicionais.

O serviço é válido para veículos seminovos nas seguintes condições: até cinco anos de uso e no máximo 95 mil km rodados, exceto veículos blindados, modificados e com kit gás.

sábado, 9 de abril de 2016

Maioria das colisões acontece nas quintas-feiras

É durante o horário comercial e nas quintas-feiras que os motoristas de Brasília mais se envolvem em acidentes. Esses são alguns dos apontamentos do levantamento do Grupo BB e Mapfre sobre o comportamento dos segurados de Brasília, realizado entre janeiro e agosto de 2014. No período, foram 8 mil colisões registradas e atendidas pelo Posto de Atendimento Rápido Especializado (PARE), espaço destinado a atender os clientes de seguro automóvel do grupo.

O estudo mostra que a quinta-feira registra o maior número de acidentes em relação aos outros dias da semana. Foram 1.760 batidas, 22% dos casos. O sábado está em segundo lugar com 18% dos registros, 1.440 colisões, seguido pela quarta-feira com 17% do total, 1.360 ocorrências. A segunda, terça e sexta-feira apresentam o mesmo volume de 1.040 colisões, representando 13% dos registros cada um. O domingo é o dia com menos acidentes, registrando 320 colisões - 4%.



Com fluxo intenso de automóveis nas ruas, o horário comercial concentra a faixa com maior índice de acidentes de trânsito. Das 8 mil ocorrências registradas, 5.440, sendo 68% dos casos, aconteceram entre 7h e 18h. Em segundo lugar está o período da noite, com 2.080 batidas (26%), seguido pela madrugada, que detém o menor número. Foram 480 acidentes, sendo 6% do total.

Os dados dos atendimentos também revelam o perfil mais cauteloso das motoristas nas ruas. As mulheres se envolveram em 3.360 colisões, enquanto os homens participaram de 4.640 casos.

A idade dos motoristas foi outro item avaliado pelo levantamento. Os jovens condutores, com menos de 26 anos, se envolveram em 10% das batidas, enquanto a faixa seguinte, entre 27 e 36 anos, responde pelo maior volume de ocorrências, com 35% do total, sendo 2.800 casos.

A partir dos 37 anos, o índice reduz conforme a faixa etária. Os condutores entre 37 e 46 anos compõem 20% dos registros, com 1.600 batidas, seguidos pelos motoristas de 47 a 56 anos que se envolveram em 1.520 colisões, 19% dos casos avaliados. O grupo entre 57 e 66 anos representa 9% do levantamento - 720 ocorrências -, e com mais de 67 anos 7% dos registros (560 acidentes). O levantamento foi elaborado com base nos atendimentos realizados pelo P.A.R.E. de Brasília.

Idade do condutor encarece em 129% o seguro do automóvel

Escolher um seguro para carros que caiba no bolso do consumidor é cada vez mais difícil. No caso do condutor jovem e morador de uma região mais distante do centro, o valor pesa ainda mais. Essa foi a conclusão da corretora BemMaisSeguro.com, que analisou a variação do preço conforme idade, bairro e sexo.

Segundo a pesquisa, um condutor com 20 anos chega a pagar 129% mais pela proteção do que um motorista de 40 anos. A região também influencia na cotação do serviço. É o caso dos moradores de São Mateus, bairro líder nas estatísticas de roubos na capital paulista, localizado a cerca de 20 km do centro, que desembolsam um valor 61% superior em relação aos residentes da Vila Mariana. O levantamento ainda apontou que na comparação entre os sexos, o seguro dos homens saem 12% mais caro que as mulheres.



Para oferecer uma alternativa mais econômica, a BemMaisSeguro.com disponibiliza o Seguro Auto, serviço sem necessidade de análise do perfil do condutor. O preço da proteção só leva em conta o modelo e ano do veículo e pode ser adquirido pela internet a partir de R$ 69 por mês. O seguro básico protege contra roubo e furto, e podem ser contratadas coberturas adicionais, como colisão total e assistência 24 horas. “Nossa intenção é não deixar o consumidor sujeito a tantas variáveis que encarecem o valor final do seguro e, ao mesmo tempo, oferecer um serviço de qualidade e indispensável”, afirma Marcello Ursini, presidente da BemMaisSeguro.com.

A corretora usou como referência uma cobertura básica cotada por um morador da Vila Mariana, com 30 anos, proprietário de um Palio (1.0/2015) zero-quilômetro. A metodologia ainda considerou que o condutor conta com garagem em casa, percorre diariamente 20 km para trabalhar e estaciona o seu veículo na rua.

sábado, 2 de abril de 2016

Empréstimo de veículo a terceiro não provoca perda do seguro

O empréstimo de veículo a terceiro não constitui agravamento de risco suficiente para justificar a perda de cobertura de seguro. Dessa forma, cabe à seguradora provar que o dono do carro intencionalmente praticou ato determinante para a ocorrência do sinistro.

Com esse entendimento, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reformou acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que afastou a responsabilidade da seguradora ao pagamento da indenização pelo fato da segurada ter emprestado o carro para um terceiro (no caso, o seu noivo) que se acidentou ao dirigir embriagado.



O TJ-SP entendeu que a embriaguez do condutor do veículo foi determinante para a ocorrência do acidente e que, ao permitir que terceiro dirigisse o carro, a segurada contribuiu para o agravamento do risco e a conseqüente ocorrência do sinistro que resultou na perda total do veículo.

O contrato firmado entre as partes estipula que se o veículo estiver sendo conduzido por pessoa alcoolizada ou drogada, a seguradora ficará isenta de qualquer obrigação. 

Também exclui a responsabilidade assumida caso o condutor se negue a fazer teste de embriaguez requerido por autoridade competente. A segurada recorreu ao STJ, sustentando que entendimento já pacificado pela corte exige que o agravamento intencional do risco por parte do segurado, mediante dolo ou má-fé, seja comprovado pela seguradora.

Segundo a relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, o TJ-SP considerou que o mero empréstimo do veículo demonstra a participação da segurada de forma decisiva para o agravamento do risco do sinistro, ainda que não tivesse ela conhecimento de que o terceiro viria a conduzi-lo sob o efeito de bebida alcoólica.

Para a ministra, esse posicionamento contraria a orientação de ambas as turmas que compõem a 2ª Seção do STJ. De acordo com elas, a generalidade dos casos de exclusão de cobertura securitária com base no artigo 1.454 do Código de 1.916 e artigo 768 do Código Civil de 2002 exige a comprovação de que o segurado contribuiu intencionalmente para o agravamento do risco objeto do contrato.

Citando vários precedentes, Isabel reiterou que o contrato de seguro normalmente destina-se a cobrir danos decorrentes da própria conduta do segurado, de modo que a inequívoca demonstração de que procedeu de modo intencionalmente arriscado é fundamento apto para a exclusão do direito à cobertura securitária.

A ministra também apontou que o empréstimo de carro a outra pessoa, por si só, não aumenta o risco de maneira a justificar a perda da cobertura do seguro.

“Em síntese, o mero empréstimo de veículo automotor a terceiro não constitui agravamento de risco suficiente a ensejar a perda da cobertura. Apenas a existência de prova - a cargo da seguradora - de que o segurado intencionalmente praticou ato determinante para a ocorrência do sinistro implicaria a perda de cobertura”, ressaltou a relatora em seu voto.

Acompanhando o voto de Isabel, o colegiado, por unanimidade, concluiu que a seguradora deve arcar com o pagamento do valor correspondente à diferença entre a indenização da cobertura securitária pela perda total do veículo previsto na apólice, no caso R$ 5,8 mil, e do valor angariado pela segurada com a venda da sucata (R$ 1 mil).

A quantia deverá ser acrescida de correção monetária incidente a partir da data da celebração do contrato de seguro e de juros de mora a partir da citação.