Mostrando postagens com marcador sincor sp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sincor sp. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de setembro de 2017

Sincor-SP discute desenvolvimento do setor com grandes corretoras de seguros


Reunindo cerca de 50 corretores de seguros responsáveis por algumas das maiores operações de seguros no país, inclusive multinacionais, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) debateu o desenvolvimento econômico do setor, em almoço no Maksoud Plaza, realizado no último dia 5.

“O Sincor-SP é a representação de todos corretores de seguros do estado e cabe a nós oferecer atratividade e interatividade, seja pequeno, médio ou grande, em suas diversas necessidades, anseios e expectativas. Em nossa gestão, estamos buscando a proximidade com os corretores maiores e líderes de grandes corretoras multinacionais, até pela falta do hábito, para entender a visão de mercado. Formamos um grupo inicial que queremos ampliar e estabelecer uma agenda produtiva”, explicou o presidente do sindicato, Alexandre Camillo. 



Ele abordou também as ações realizadas desde o início da gestão, em maio de 2014, e os esforços para inserir o sindicato e a categoria dos corretores de seguros no cenário político. “Apesar de sua grandeza, o Sincor-SP não se fazia adequadamente representado politicamente, com acesso da nossa indústria a lideranças públicas”, declara Camillo, comentando recentes reuniões com políticos, como o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o presidente da Assembléia Legislativa, Fernando Capez (ambos do PSDB), além de diversos deputados, expondo a indústria de seguros e criando oportunidades de participar de Projetos de Lei ligados ao mercado.

Camillo também citou o projeto Governo Itinerante, no qual a direção do sindicato visita os municípios e se reúne com prefeitos e lideranças para apresentar trabalhos. "Isso também começa a gerar resultados, nesses encontros, por exemplo, firmamos parcerias para levar cultura do seguro à população". Soma-se a isso a atuação na política sindical: Camillo tem se posicionado na Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras (Fenacor), como vice-presidente da Região Sudeste.

Especialistas convidados conduziram palestras com suas visões sobre a economia do setor. O consultor econômico do Sincor-SP, Francisco Galiza, apresentou a "Carta de Conjuntura do Setor de Seguros", avaliação mensal do segmento e seus setores relacionados, incluindo suas tendências e projeções, enquanto Paulo Marracini, presidente da Federação de Seguros Gerais (FenSeg), expôs a complexidade de falar da visão da entidade, que representa mais de 70 companhias de seguros, entre estrangeiras, ligadas a bancos ou focadas em varejo, e deixou então seu próprio ponto de vista, profissional com 40 anos de mercado de seguros.

“As companhias de bancos ganham muito dinheiro com VGBL e PGBL, que são produtos financeiros. No ano passado houve insegurança em relação aos ativos e muito resgate, porém neste ano está crescendo bastante novamente. O segmento de automóvel tem crescido principalmente na contratação de assistências e coberturas acessórias, provando que o consumidor está contratando cada vez mais o que traz valor real a ele, e as companhias estão inovando nisso. Outros produtos estão crescendo como condomínio, residencial”, revelou Marracini.

O assessor jurídico do Sincor-SP, Antonio Penteado Mendonça, concordou que o mercado é promissor. "A boa notícia é que vamos crescer e vamos crescer muito. A grande pergunta é: quem vai acompanhar esse crescimento? Precisamos investir em capacitação, para diferenciar e não sermos atingido por crise. Hoje, temos uma atividade seguradora madura, com profissionais sérios e competentes, e quem passar esses próximos anos tem chance de ganhar dinheiro em seguro como nunca aconteceu antes".

Fonte: SegNotícias

Links Relacionados
- Seguro de carro.

- Seguro Empresarial, Residencial e Obras.
- Seguro de Vida e Previdência – INSS.
- Informações sobre Seguradoras.
- Comportamento e vida profissional.

sábado, 16 de setembro de 2017

Corretores de seguros devem investir no empreendedorismo


A variação acumulada da arrecadação nos cinco primeiros meses de 2015 dos produtos típicos de seguros como, por exemplo, automóvel, pessoas, residencial e empresarial, ficou em torno de 6%, quando comparada ao valor do mesmo período de 2014. Essa é a principal conclusão da edição de julho da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) e que traz um mapeamento mensal do mercado de seguros.

A expectativa, porém é de que esses números melhorem a partir do segundo semestre deste ano, como é tradição no setor. O desafio do segmento de ramos elementares em 2015 deve ser o de tentar acompanhar as taxas inflacionárias do período.

A tarefa é complexa, principalmente diante de projeções como a retração de quase 2% do PIB e do recuo de, pelo menos, 20% nas vendas de automóveis.



Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, não há espaço para o desânimo. “Para alcançarmos o êxito esperado, temos de continuar investindo em diferenciais de produtos e serviços, nichos promissores e técnicas de vendas e de fidelização de clientes, consolidando nosso papel de empreendedores do mercado”, afirma.

A “Carta de Conjuntura” mostra ainda que o desempenho positivo dos segmentos de VGBL (incluindo Previdência) e Resseguros contribuiu significativamente para que o faturamento do setor registre uma alta de 15% nos primeiros cinco meses de 2015.

No último mês de maio, a receita do segmento de VGBL (incluindo Previdência) apresentou uma variação positiva de 25% e o de resseguro local de 37%, quando comparados, respectivamente, com os períodos de maio e abril do ano passado.

Fonte: SegNotícias

Links Relacionados
- Seguro de carro.

- Seguro Empresarial, Residencial e Obras.
- Seguro de Vida e Previdência – INSS.
- Informações sobre Seguradoras.
- Comportamento e vida profissional.

domingo, 15 de julho de 2012

Seguros de veículos aumentam com mais furtos e roubos na região

O crescimento do número de veículos furtados e roubados na RMC (Região Metropolitana de Campinas) tem deixado o preço dos seguros mais caros. Para os interessados em se proteger dos crimes, as seguradoras cobram 15% a mais em relação há cinco anos. Segundo a polícia, os carros populares são mais visados pelos ladrões, que têm seguros reajustados em 20%.

De acordo com o Sindicato dos Corretores de Seguro da região, que confirmou o aumento do preço dos seguros, o interessante seria que todas as peças fabricadas no Brasil tivessem numeração dos veículos de origem e das montadoras, com baixa no sistema do Detran (Departamento de Trânsito).

Levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo aponta que em Hortolândia um em cada 63 veículos é alvo dos ladrões. Na capital paulista, a proporção é de um para 79. A frota do município corresponde apenas a 1% da de São Paulo. O índice é 25% maior no número de casos de furtos e roubos de veículos do que os registrados na maior cidade brasileira.



domingo, 22 de agosto de 2010

Ao contratar o seguro do carro, mais barato pode sair caro, dizem especialistas

Na hora de contratar um seguro de automóvel, o preço não deve ser o fator decisivo de compra para o consumidor. Segundo especialistas, ao analisar somente o custo, o mais barato pode sair caro.

“É um grande erro analisar somente o custo, pois pode faltar algum serviço que, caso ocorra um problema, se pago separadamente, pode sair mais caro do que se constar da apólice”, explica o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros), Leoncio de Arruda.



O presidente da Comissão de Automóvel da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Maurício Galian, concorda e acrescenta: “Cada vez mais, as seguradoras têm colocado serviços para que a pessoa não utilize o seguro somente quando ocorre o sinistro. Assim, estes serviços agregados também devem ser avaliados pelo consumidor”, alerta.

O que é essencial?

Antes de analisar preços, na hora de contratar um seguro de automóvel, o consumidor deve analisar se as coberturas oferecidas atendem as suas necessidades, se os valores de indenização são compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer e se há uma garantia de prazo de indenização.

Além disso, dizem, é necessário verificar o valor da franquia e se a seguradora oferece carro reserva e serviços adicionais.

“É necessário que o consumidor entenda que o preço é importante, mas não deve ser item decisório na hora de contratar um seguro”, finaliza Galian.

Fonte: TER, 01 DE JUNHO DE 2010 18:27
POR: GLADYS FERRAZ MAGALHÃES - INFOMONEY NOTÍCIAS - SEGUROS