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sábado, 16 de setembro de 2017

Seguro para automóvel é a apólice mais popular entre os brasileiros


O seguro para automóvel é a apólice mais popular entre os brasileiros e cobre diversos imprevistos. “Uma dúvida muito comum é em relação ao alagamento. Se o motorista está em trânsito e é pego de surpresa por uma enchente que prejudica o veículo, o incidente está coberto pela apólice. Mas, caso o carro seja danificado por conta da subida da maré na praia, a situação não está contemplada na apólice - que não abrange danos ocorridos por água salgada”, esclarece Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel e Massificados do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Outro questionamento recorrente é o contrato para carros rebaixados. Como o procedimento altera as características originais do automóvel, podendo prejudicar itens de segurança, a seguradora não aceita esse tipo de risco e pode declinar o ressarcimento diante da ocorrência de um acidente - se a alteração for realizada após o fechamento do contrato.



Muitos motoristas também pensam em acionar a seguradora somente quando ocorre um incidente que causa grandes danos ou a perda total do veículo. Contudo, o que muitos segurados não sabem, é que a apólice contempla assistências que podem solucionar pequenos problemas, como trincas nos vidros e reparo de retrovisor. Além disso, é possível complementar o contrato com as coberturas de assistência residencial.

A apólice do BB e Mapfre estende as mesmas coberturas do automóvel para o carro reserva e o cliente não necessita adquirir o seguro da locadora de veículos.

Em caso de acidentes com vítimas, o seguro também é um aliado no momento de arcar com as despesas médicas dos envolvidos. A cobertura de danos corporais pode cobrir os custos que excedem a indenização paga pelo seguro Dpvat.

Segundo ele, outra dica relevante é a contratação de 110% da tabela Fipe, opção escolhida no momento de fechar a apólice. Essa alternativa garante que, em caso de indenização integral, o segurado receba o valor apontado pela tabela Fipe e acréscimo de 10%, para cobrir os acessórios existentes no veículo.

Fonte: SegNotícias

Links Relacionados
- Seguro de carro.

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- Seguro de Vida e Previdência – INSS.
- Informações sobre Seguradoras.
- Comportamento e vida profissional.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

BB e Mapfre lança assistência Help Desk para o seguro residencial

A partir de agora, os clientes do Seguro Residencial da Mapfre Seguros, do Grupo BB e Mapfre, podem contar com o apoio da assistência Help Desk. Com a novidade, os segurados podem acionar a qualquer momento o auxílio de profissionais especializados em informática para o conserto de equipamentos eletrônicos de suas residências.

“O seguro residencial tem um novo papel no mercado. Hoje a apólice oferece uma série de benefícios que podem ser utilizados ao longo do ano. Esse lançamento tem o objetivo de oferecer mais uma comodidade ao segurado”, afirma Mauricio Galian, diretor de Massificados do Grupo BB e Mapfre.



Para os contratos do plano Top, o lançamento prevê o suporte de especialistas via acesso remoto e chat para análises e consertos de sistemas operacionais e aplicativos instalados nos equipamentos do cliente.

Já as apólices do plano Top Plus podem solicitar a assistência presencial do profissional de tecnologia para o conserto de aparelhos eletrônicos (TDT, DVD, câmera digital, home cinema, vídeo digital, computadores, televisores e consoles de vídeo).

Para o especialista do Grupo, a novidade aumentará as oportunidades de negócios para os corretores. “A ampla oferta de coberturas impulsiona a procura pelo produto, que está cada vez mais presente no orçamento familiar”, comenta Galian.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

BB e Mapfre prorroga a campanha de vendas do seguro residencial

Sucesso de engajamento até aqui, a campanha de vendas “Casa Mais Segura, Mais Prêmios para Você” da Mapfre Seguros, empresa do Grupo BB e Mapfre, acaba de ser prorrogada. Com a novidade, os mais de 16 mil corretores parceiros da companhia terão a oportunidade de ampliar os negócios até fevereiro de 2014.



“O profissional do setor tem uma grande oportunidade de aumentar suas receitas com a apólice residencial. O mercado imobiliário cresceu muito e a compra da casa própria já é uma realidade para muitos brasileiros. O nosso papel é conscientizar a população sobre a importância da proteção desse patrimônio”, afirma Mauricio Galian, diretor de Massificados do Grupo BB e Mapfre.

Segundo o grupo, o grande diferencial da iniciativa é que os ganhos começam ainda na cotação da apólice para o cliente. O corretor que realizar mais de 30 cotação mensais do Seguro Residencial Mapfre e converter em proposta, no mínimo, 10% dessas cotações já garante o retorno em dinheiro. Além disso, as vantagens continuam e os corretores que aumentarem as conversões das cotações em propostas acima de 20% também aumentam o retorno em dinheiro.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mercado de seguros quer abolir "segurês"

Na briga para ganhar mais clientes, o setor se une para substituir termos técnicos por linguagem coloquial

Com a perspectiva de conquistar milhões de clientes das classes C e D nos próximos anos, as seguradoras tomaram a iniciativa de aprimorar o processo de comunicação com a sociedade. O primeiro passo é adotar uma linguagem mais acessível e eliminar gradativamente termos técnicos de difícil compreensão do chamado "segurês", aquele em que o consumidor paga o "prêmio", em vez de recebê-lo.



Há dois anos, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) formou uma comissão com representantes das 16 maiores seguradoras do mercado. Desde então, promoveu fóruns de discussão, elaborou documentos e criou uma cartilha de "boas práticas", que enfatiza a importância de se utilizar uma linguagem simplificada perante o público em geral.

A comissão detectou que o comprador de seguro não entende os termos do produto, o que gera uma série de reclamações, principalmente com relação às coberturas. "Sinistro", que .significa acidente ou evento a ser indenizado, é associado pelo cidadão comum como algo mórbido. Segundo o presidente da CNSeg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, a entidade estreitou o contato com as ouvidorias das companhias seguradoras, responsáveis diretas pelo atendimento aos clientes. "Hoje, 95% do mercado já conta voluntariamente com ouvidorias "

Vieira recorda que o "segurês" já era largamente praticado quando iniciou sua carreira, há 40 anos. Apesar de toda a experiência, ele não sabe precisar a origem de alguns termos, como "prêmio", por exemplo. Uma das versões, defendida em estudo do jurista Luís Camargo Pinto de Carvalho, remonta à Itália do século 17, onde se utilizava a palavra "primo" em seguros, que significava ter de pagar primeiro antes de ter direito à indenização.

Para que a iniciativa da CNSeg seja bem-sucedida, as seguradoras pedem que a Susep, que regulamenta o setor, reformule a obrigatoriedade da presença de termos técnicos nos contratos.

Apesar de constar um glossário nas apólices, a comissão concluiu que os consumidores não costumam tomar conhecimento do significado dos termos. Segundo Alexandre Penner, diretor da Susep, a entidade promete contribuir. "Neste momento, em que é preciso dar à população mais carente acesso aos benefícios do seguro, é fundamental utilizar uma linguagem mais apropriada", diz.

No final de abril, a seguradora Mapfre lançou um site (http://www.clubmapfre.com.brl) que permite ao cliente ter acesso a informações personalizadas de seu seguro, como o valor da franquia ou as coberturas contratadas. O site aboliu por completo o uso de termos técnicos, estratégia que faz parte de um ambicioso projeto de comunicação que tem investimentos de R$ 100 milhões até 2016.

O lançamento coincide com o reposicionamento da Mapfre no mercado. No ano passado a companhia espanhola firmou acordo com o Banco do Brasil (BB) em diversos ramos securitários (com exceção de previdência, capitalização e saúde), tornando-se assim uma das maiores seguradoras da América Latina.

A iniciativa da Mapfre é tratada dentro do grupo como "pedaço de um projeto maior", segundo Paulo Eduardo Rossi, diretor de marketing do grupo segurador Banco do Brasil & Mapfre. O trabalho inicial envolveu ampla pesquisa, que apontou uma lacuna entre o que a empresa levava ao cliente e a forma como era assim.ilada.

Ao mesmo tempo, foi desenvolvido o novo site, que inicialmente atende apenas 1,3 milhão de clientes de autos da Mapfre. Antes de ser colocado no ar, cada cliente recebeu um kit digital que explicava como acessar e quais os objetivos. Na medida em que a Mapfre e o BB unificarem suas plataformas, o site irá agregar a carteira de 1,2 milhão do BB em autos, expandindo ainda este ano para todos os clientes dos ramos vida e residência. Segundo Rossi, as informações foram multiplicadas aos cerca de 10 mil corretores credenciados em todo o Brasil.

Embora não tenha um programa específico, a Allianz evita o uso de termos técnicos em seu material, bem como no atendimento direto ao cliente. Com forte canal de distribuição entre os corretores, a Allianz promove frequentes treinamentos com a equipe de vendas e pede que sejam didáticos na hora de explicar um produto, afirma Ariane Landim, superintendente de marca da Allianz. Mas ela deixa claro que não é uma missão fácil deixar de praticar o "segurês"."Há cerca de 80 mil corretores no país, e a realidade é muito heterogênea.[2]

Para Rubens Nogueira, diretor da corretora Classic, especializada na área de seguros massificados, a categoria não deverá oferecer resistência às mudanças. "Partimos do princípio de que o consumidor só compra aquilo que entende. Em nosso material, em vez de "prêmio", por exemplo, já colocamos valor do seguro", explica. José Carlos dos Santos Vieira, diretor de marketing da SulAmérica, acredita que a mudança de comportamento virá na medida em que as empresas forem reformulando suas estratégias de comunicação. No caso da Sulamerica, a prioridade é produzir material impresso com linguagem simplificada e treinar os funcionários de call center.

Fonte: Revista Cobertura

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