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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Seguro de carro pode ter economia anual de R$ 3.441, aponta Proteste


Ao pesquisar com atenção o seguro do carro, é possível economizar até 70%. É preciso saber escolher um seguro adequado ao perfil e com um preço razoável. Levantamento feito pela Proteste Associação de Consumidores, com seis perfis de consumidores, comparando 310 apólices, constatou que é possível uma economia anual de até R$ 3.441.

Essa economia ocorre no caso de uma seguradora que cobra R$ 4.876 anuais, enquanto outra oferece o mesmo serviço por R$ 1.435, para o seguro de um Toyota Corolla ano 2013, para um homem casado, com 56 anos, 22 de habilitação, morador da cidade do Rio de Janeiro.

Assim como o preço, nem tudo é igual quando o assunto é seguro de carro. Há aqueles que cobrem riscos na pintura e danos no pneu, os que têm cobertura no Mercosul, e os que não oferecem carro reserva, por exemplo. A leitura detalhada do contrato evita transtornos, como descobrir que não tem aquela cobertura na hora que precisar utilizar.



A lista de exclusões pode ser longa. No teste, se constatou que apenas Bradesco e Sul América oferecem cobertura para danos causados aos pneus e à pintura do carro simultaneamente. Já o Grupo BB Mapfre e Yasuda Marítima só cobrem os riscos à pintura. Nas demais, esses riscos não têm cobertura.

Fique de olho também no valor da franquia. Às vezes, o valor do prêmio é acessível, mas esconde uma franquia que pode custar até 251% do custo anual do seguro. Todas as seguradoras do teste foram mal avaliadas nesse item por cobrarem franquia nos casos de prejuízos parciais decorrentes de choque, colisão e capotamento e porque, além disso, elas cobraram franquia superior a R$ 1,5 mil.

O check-list de quem não quer pagar caro no seguro do automóvel inclui ainda a classe de bônus. É um desconto concedido ao segurado a cada renovação sem sinistro. Por isso, esse item só vale para quem está renovando o seguro. Lembre-se de informar ao corretor qual é a sua classe de bônus porque ela não é incluída automaticamente e não são todas as seguradoras que explicam isso com detalhes no contrato.

Neste item, é importante saber quais são as situações que reduzem a classe de bônus e os prazos de renovação da apólice sem a perda do desconto. Neste quesito, ficaram mal avaliadas as seguradoras Yasuda Marítima e Zurich, porque só mencionavam o bônus no glossário da apólice.

A Tokio Marine e HDI foram bem avaliadas por oferecerem abrangência na zona do Mercosul e Chile na cobertura básica. Já as seguradoras Allianz, Bradesco e Porto Seguro somente oferecem cobertura nacional e, por isso, foram avaliadas como aceitáveis.

No quesito assistência 24h, que comporta serviços úteis para momentos de imprevistos, como pane, carro reserva, troca de pneu e hospedagem, todas as seguradoras ficaram bem avaliadas. Mas Allianz e Porto Seguro se sobressaíram por possuir alto limite de quilometragem para a prestação de socorro, o qual é gratuito, e valor da diária de hospedagem acima de R$ 150.

Todas as seguradoras pesquisadas permitem a escolha da oficina de confiança para realizar o reparo ou conserto, além de registrarem em suas condições gerais o prazo máximo permitido por lei de 30 dias para indenização em caso de perda total.

Para o perfil A, foi considerada a contratação de um seguro para o carro Toyota Corolla XEi 2.0, Flex, 16V, automático, ano 2013, 4 portas, bicombustível, para um homem de 56 anos, casado, com 22 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. Para o Perfil B, foi simulado o seguro de um Chevrolet Celta Spirit 1.0 MPFI, 8V, FlexPower, 2010, 2p, bicombustível para uma mulher de 34 anos, solteira, com 4 anos de habilitação e que usa o carro duas vezes na semana. No Perfil C, foi considerado o seguro para um Volkswagen Gol (novo) 1.0 Mi, Total Flex, 8V, 2015, 4p, bicombustível para um homem de 47 anos, casado, com 13 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. No Perfil D, foi simulado o seguro de um Fiat Palio Celebration 1.0 Fire Flex, Economy, 8V, ano 2011, 2 portas, bicombustível para uma mulher de 45 anos, casada, com 17 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. Para o Perfil E, foi simulado o seguro de um Fiat Uno Mille 1.0 Fire, Fire Flex Economy, 2012, 2p, bicombustível para um homem de 36 anos, solteiro, com cinco anos de habilitação e que usa o carro duas vezes na semana. E no Perfil F, foi considerado o seguro de um Volkswagen Gol 1.0 Plus, 16V, 2005, 4 portas, gasolina para um homem de 27 anos, solteiro, com 10 meses de habilitação e que usa o carro diariamente.

Fonte: SegNotícias


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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Seguro do automóvel pode se tornar mais acessível com peças similares


O que mais encarece o valor de apólices de seguros são as peças de reposição que serão utilizadas. "A procedência desses itens é fator determinante, se são encontradas com facilidade ou não no mercado, esse tipo de informação conta na hora de fechar o preço final do seguro para o consumidor", diz Roberto Monteiro, diretor-executivo da Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Anfape).

Os valores dos seguros são calculados segundo avaliação de índice de furto e roubo em determinada região, idade do motorista, ano e modelo do automóvel e, assim, valor da peça de reposição.

Atualmente, as seguradoras só podem utilizar aquelas peças disponibilizadas pelas montadoras, estando impedidas de utilizar peças usadas, os salvados de sinistros, bem como as seguradoras não podem utilizar peças similares, que são aquelas fabricadas pelas indústrias do mercado independente de autopeças.


Certamente, para tornar o preço do seguro mais acessível, certamente, uma excelente alternativa seria a permissão de utilização das peças similares, que são novas, sujeitam-se a padrões elevados de qualidade, possuem identificação, marca e garantia, são mais facilmente encontradas nas lojas de autopeças e muitas vezes - na grande maioria das vezes - custam menos da metade do que custa a peça chamada original.

Viabilizar uma proposta mais acessível ao bolso dos consumidores é totalmente viável, utilizando as peças similares. "A alta disponibilidade dessas peças e os preços melhores ajudariam a criar opções mais baratas de seguros, melhor custo x benefício aos consumidores", comenta Monteiro.

Fonte: SegNotícias


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sábado, 16 de setembro de 2017

Governo garante pagamento integral do seguro rural de 2014


Todas as apólices subvencionadas pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) contratadas no ano passado já têm autorização para serem integralmente pagas no exercício financeiro de 2015.

A medida atende mais de 50 mil agricultores em todo país e possibilita o recebimento de parte dessas operações. Elas estavam pendentes e têm valor de R$ 300 milhões. O texto foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff e publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (22).

Os recursos da subvenção correspondem à suplementação orçamentária aprovada no final de 2014, que não puderam ser empenhadas no tempo devido. 



Para que isso se concretizasse houve o empenho do governo, em especial da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, e da área econômica, na busca de uma solução para efetivar o compromisso assumido com os agricultores no ano passado.

“Esse ato da presidente Dilma, em ano de ajustes na economia, demonstra a seriedade do governo no cumprimento de seus compromissos. A medida reforça a credibilidade para o seguro do produtor”, saudou a ministra Kátia Abreu. 

A medida vai permitir que os produtores nessa situação possam ser efetivamente amparados por meio da subvenção econômica ao seguro rural, com montante correspondente a cerca de 5 milhões de hectares de área agrícola em todas as regiões do país.

Fonte: SegNotícias

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sábado, 30 de abril de 2016

Encanador foi o serviço mais acionado pelo seguro residencial em 2014

Dos mais de 98 mil atendimentos de assistência realizados pelo Grupo BB e Mapfre aos clientes de seguros residenciais no ano passado, o serviço de encanador foi a assistência mais solicitada. Foram 24 mil chamados no período. Os principais problemas hidráulicos detectados pelos profissionais foram vazamento na pia, danos no sifão e desentupimento.

Os demais chamados solicitaram o apoio de chaveiros, com 8 mil atendimentos, e eletricistas, com 22 mil, e demais assistências.

“Esse dado mostra que o seguro residencial é um forte aliado dos clientes na resolução dos problemas domésticos. O serviço de assistência resolve questões urgentes e é prestado por profissionais credenciados, o que representa segurança e tranqüilidade”, afirma Jabis Alexandre, diretor geral de Massificados do Grupo BB e Mapfre.



Com o custo médio anual de R$ 250, a apólice para residência também oferece coberturas para diversos imprevistos, como roubo, incêndio, explosão, queda de aeronaves e até danos causados ao automóvel do segurado quando na garagem do imóvel. Incêndio, Roubo e danos de causa externa em obras de arte são coberturas que também podem ser contratadas dentro dessa modalidade de apólice. “O contrato pode ser adaptado conforme o perfil do cliente e da sua residência”, complementa Alexandre.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Consumidores devem ficar atentos às coberturas oferecidas nas apólices

Num mercado em expansão, em que detém 22% da fatia total, e só perde de carros - que para o seguro de carros - que responde por 35% de todas as apólices feitas no País -, a procura por seguros de vida tem aumentado nos últimos anos, principalmente por conta da popularização do serviço e da conscientização de sua importância.



E bem verdade que ninguém pensa em morrer ou ficar inválido, mas se preocupar com estas questões pode garantir um período de tranquilidade para aqueles que necessitam de sua renda.

Até porque, essa é a função básica do seguro de vida: dar suporte às pessoas que possam ficar desamparadas pela morte do contratante.

Um bom seguro permite a seus familiares usar o valor da indenização para quitar suas dívidas (se houver) ou ter uma garantia caso você não possa mais trabalhar em caso de invalidez.

Segundo Marcos Rossi, presidente da Fenaprevi, no segmento de vida, a indústria de seguros movimentou cerca de R$13,7 bilhões ern prêmios em 2009. As estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelam que entre 2005 e 2009 houve aumento de 53% no valor dos prêmios arrecadados. Ou seja, o brasileiro está dando mais valor ao assunto.

Estudo realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) feito com as principais seguradoras do ramo aponta ao consumidor as melhores opções do mercado, que é repleto de alternativas e muda constantemente. Analisar qual a cobertura ideal é fundamental para fazer o investimento certo. As empresas Mapfre, Allianz, Caixa e Marítica oferecem, segundo a associação, as melhores opções.

"Hoje somente 10 milhões de brasileiros possuem seguro de vida e, o potencial é de 40 milhões. E um produto barato, que eleva a autoestima do cidadão", explica Rossi, acrescentando que o valor da apólice é determinado pelo cliente.

Para o advogado Luiz Carlos Brasil, deve-se levar em consideração vários aspectos ao adquirir uma apólice. Ele alerta que existem duas formas de contratar esse tipo de seguro: através de uma apólice no banco ou negociando com um corretor.

"A vantagem do corretor é que ele pode fornecer várias cotações e dessa forma o cliente pode comparar vários tipos de cobertura e preços", explica.

Vice-presidente da área de Vida e Previdência da Mapfre Seguradora, Bento Zanini explica que
qualquer pessoa, basicamente, pode ter um seguro de vida. Há casos raros em que a apólice é negada.

"O contrato é negado quando a pessoa possui doença em fase terminal. Mas, no geral, qualquer pessoa acima de 18 anos pode contratar uma apólice", explica ele, acrescentando que embora mais da metade das apólices contratadas sejam feitas por homens, as mulheres ocupam uma expressiva fatia do mercado.

Segundo a pesquisa, muitas seguradoras exigem de seus clientes o preenchimento de uma declaração pessoal de saúde(DPS) sobre o histórico de vida. Com base nesse documento, a empresa leva até 15 dias para analisar o risco e dizer se aceita ou não o seguro.

Caso ela não aceite, deve fundamentar a recusa. Brasil lembra que o segurado pode contratar quantas apólices quiser, assim como beneficiar qualquer pessoa e o mais comum é que os cônjugues e filhos sejam os beneficiários. "É importante manter a apólice atualizada. Com a renovação é praticamente automática, é necessária atualizá-la quando nascem filhos, há divorcio ou morte de algum beneficiário", alerta o advogado.

Mulheres são principais focos das seguradoras

Existem dois tipos de coberturas: a básica (que geralmente cobre morte natural, morte acidental e invalide permanente por acidente) e coberturas complementares (que além do básico oferecem, por exemplo, serviço funerário).

As coberturas básicas são consideradas pela Proteste como as mais importantes e devem sempre ser contratadas. A cobertura de morte do cônjuge garante o pagamento do capital segurado no próprio cliente (durante a vigência do seguro) caso seu cônjuge faleça.

As coberturas de auxílio funeral (que reembolsa os gastos referentes ao funeral) ou assistência funeral (serviço complementar ao contrato de seguro) também são desejáveis. Secretária executiva aposentada, Neide de Lima, de 62 anos, possui um seguro de vida há mais de 30 anos. A apólice é encarada pela aposentada como um investimento para a filha.

"O meu seguro de vida é particular, foi apenas oferecido pela empresa em que trabalhava, mas a opção era de cada funcionário. Optei por contratar a apólice como uma forma de deixar minha filha segura quando eu morrer. O valor é pequeno em vista da segurança financeira que por algum tempo ela vai ter. Pago um pouco mais de R$ 00 por mes",declara.

Já o químico Cristiano Barreto possui um seguro de vida oferecido pela empresa em que trabalha. Funcionário da Petrobras, ele trabalha embarcado em plataformas de petróleo na Bacia de Santos e explica que o seguro é obrigatório.

"Quem trabalha como eu, embarcado, tem um seguro obrigatório feito pela empresa que cobre morte natural, acidental e até mesmo invalidez. É uma segurança para minha esposa e meu filho. Meu trabalho é um pouco arriscado", explica.

Com expectativa de vida mais alta e perfil super protetor da prole fazem das mulheres o principal foco das seguradoras, quando o assunto é seguro de vida. Uma pesquisa do Ibope mostra que 42% das carteiras de seguro de vida no Pais já estão nas mãos do público feminino. O mercado de seguros já se deu conta disso e contempla as necessidades delas.[2]

"O número cada vez maior de mulheres responsáveis pelo sustento da família e a preocupação em proteger financeiramente seus dependentes, fazem delas grandes consumidoras do produto",
diz Marcos Rossi, presidente da Fenaprevi.

Fonte: SEG, 14 DE JUNHO DE 2010 17:42 O FLUMINENSE NOTÍCIAS -
SEGUROS