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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

ProTeste elege seguro residencial da Bradesco como o melhor do mercado

Pelo sexto ano consecutivo, o seguro residencial do Grupo Bradesco Seguros foi considerado a Escolha Certa em levantamento realizado pela ProTeste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. Na avaliação final, a marca obteve a melhor nota entre as 13 empresas participantes da pesquisa. 

No estudo, foram analisados seis perfis de propostas de seguros e as seguintes coberturas adicionais: Incêndio, Queda de Raio e Explosão; Alagamento; Furto ou Roubo; Vendaval e Granizo; Privação Temporária de Uso da Habitação; Desmoronamento Parcial; Responsabilidade Civil; Danos Elétricos; e Exclusões.

O Grupo Bradesco Seguros obteve nota máxima na categoria Privação Temporária de Uso da Habitação e foi destaque em Alagamento - de acordo com a ProTeste, somente o Grupo Segurador foi bem avaliado nesse item, para o qual a maioria das outras seguradoras não oferece cobertura. A ProTeste ressalta, ainda, o bom desempenho do Grupo nos critérios de Furto ou Roubo, Responsabilidade Civil e Desmoronamento Parcial, que garante ressarcimento no caso de desabamento de parede, coluna, viga, laje de piso ou teto.



"É uma grande satisfação ter o nosso produto apontado como a melhor do mercado entre concorrentes tão qualificados. Essa conquista demonstra o acerto da estratégia de visão única de cliente, que tem se refletido na oferta de produtos cada vez mais alinhados às necessidades de nossos segurados, e também da cultura do servir, que intensifica nosso compromisso com um atendimento cada vez mais qualificado", afirma José Sérgio Bordin, diretor-geral de Auto/Re do Grupo Bradesco Seguros.

De janeiro a setembro de 2015, o ramo residencial do Grupo Bradesco Seguros apresentou faturamento de R$ 355 milhões, provenientes de uma carteira que conta hoje com mais de 1,3 milhão de residências seguradas. Essa receita equivale a crescimento de 12,4% sobre igual período do ano passado, contra evolução de 3,5% do mercado, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O resultado levou o Grupo Bradesco Seguros à liderança do mercado em setembro, com 19,9% de market share

Fonte: SegNotícias


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domingo, 29 de outubro de 2017

De janeiro a setembro, vendas do Seguro Residencial da Bradesco cresceram 12,4%


O desempenho do seguro residencial da Bradesco Seguros de janeiro a setembro de 2015 demonstra que as famílias brasileiras estão cada vez mais conscientes da necessidade de proteger suas casas. No período, em todo o país, as vendas de apólices residenciais da seguradora atingiram R$ 354,7 milhões - 12,4% superior a igual período do ano passado.

O desempenho superior ao do mercado - que apresentou evolução de 3,5% no período, segundo a Susep - fez com que a Bradesco Seguros atingisse 19,9% de market share e a liderança do mercado em setembro. Há cinco anos consecutivos, o seguro residencial da Bradesco Seguros é considerado a "Escolha Certa" por levantamento realizado pela ProTeste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.



Fonte: SegNotícias


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Seguradora não pode sugerir demissão após investigar vida privada de motorista


É proibido que empresas de seguro e gerenciadoras de risco indiquem ou não a contratação de motoristas por transportadoras, com base em informações sobre restrição a crédito, situação fiscal, inquéritos policiais e processos cíveis ou criminais. A decisão é da Subseção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Carga Seca, Líquida, Inflamável, Explosiva e Refrigerada de Linhas Internacionais do Rio Grande do Sul (Sindimercosul) pediu, em ação civil pública, o término desse tipo de consulta. O argumento era o de que as gerenciadoras de risco, por exigência das seguradoras, pesquisam antecedentes criminais, regularidade fiscal e condições de crédito dos motoristas. Caso haja informações desabonadoras, o profissional não é admitido ou, se já estiver contratado, é demitido.



O Bradesco Auto/Re - uma das empresas acusadas da prática pelo Sindimercosul - sustenta que a prestação de seus serviços para as transportadoras necessita de gerenciamento de risco para investigar veículos e motoristas antes do embarque das cargas. A companhia considera lícita a pesquisa sobre a vida pregressa dos profissionais e afirma que ela é feita exclusivamente pelas empresas de gerenciamento, que definem os critérios de investigação.

A juíza da 2ª Vara do Trabalho de Uruguaiana (RS), em antecipação de tutela, proferiu decisão provisória favorável ao sindicato e proibiu as seguradoras e as empresas de gerenciamento de risco de realizarem as pesquisas e de limitar o acesso dos motoristas ao trabalho com base no resultado das buscas.

Essas empresas ainda foram obrigadas a fornecer cópia da conclusão da investigação ao profissional avaliado que a solicitar. Segundo a magistrada, as consultas restringem o direito fundamental de acesso ao trabalho, garantido pela Constituição da República (artigo 5º, inciso XIII).

No Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), foi indeferido o mandado de segurança impetrado pelo Bradesco Auto para anular a tutela antecipada. de acordo com o tribunal, a prática constitui barreira ilícita ao exercício da profissão de motorista, cuja única exigência deve ser a permissão para dirigir concedida pelo Departamento Nacional de Trânsito.

O relator do recurso do Bradesco ao TST, ministro Alberto Bresciani, negou-lhe provimento. Ele concluiu que a decisão questionada evita dano irreparável e tem fundamento em provas verdadeiras apresentadas pelo Sindimercosul.

Segundo o ministro, os motoristas enfrentam restrições indevidas ao direito de trabalhar, até com base em processos judiciais não concluídos. "Como o trabalho é essencial para a sobrevivência das famílias brasileiras, entendo demonstrado o perigo na demora da prestação jurisdicional, portanto a antecipação da tutela é legítima", concluiu. A decisão foi unânime.

Fonte: SegNotícias


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Informações sobre Seguradoras.


Clientes do Grupo BB e Mapfre terão descontos especiais no mês de dezembro

ProTeste elege seguro residencial da Bradesco como o melhor do mercado

SulAmérica tem nova sede em São Paulo

HDI Seguros inaugura filial em Cascavel

Mapfre dá orientação para novos investidores

Espírito Santo ganha filial da HDI Seguros

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HDI Seguros inaugura filial e Bate-pronto em Piracicaba

Mapfre Seguros aposta em sistema de car sharing

Consumidores elegem a melhor seguradora de garantia estendida

Área exclusiva de corretores no site da Azul ganha nova identidade visual

Seguradoras ampliam capacidade para risco político

Nova regulamentação de resseguro no Brasil

Fundos de pensão somam ativos de R$ 733 bilhões

Presidente da Fenacor questiona o papel da Susep

Azul Seguros estende seu atendimento a novos países do Mercosul

Yasuda Marítima investe em sustentabilidade

Resseguros

Porto Seguro lança a ‘PortoServiços’

HDI Seguros conquista 1,7 milhão de veículos segurados no país

Deputado aprova proposta que beneficia corretor Pessoa Física

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Riscos causados pelo homem podem custar mais de US$ 140 bi

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Seguro Empresarial, Residencial e Obras.

Parceria oferece serviços de assistência veterinária para cães e gatos.

Pequenos e médios empresários estão mais conscientes em relação a riscos.

Cresce procura por serviço de assistência 24h para animais de estimação.

Seguro para academias.

Fazenda altera seguro à exportação para atrair bancos privados.

Tokio Marine cria Departamento de Produtos Rurais.

Criada comissão com quatro estados para apoiar comitê do seguro rural.

Planos diferenciados para cães e gatos.

Plano de saúde para animais de estimação.

SulAmérica eleva para R$ 1 milhão limite de cobertura contra vendavais do Seguro Empresarial.

R$ 1 milhão como limite de cobertura contra vendavais do Seguro Empresarial.

Pet shops também podem contar com seguro empresarial.

De janeiro a setembro, vendas do Seguro Residencial da Bradesco cresceram 12,4%.

Com check-up em residências e empresas, SulAmérica incentiva manutenção preventiva

Campanha publicitária sobre o seguro residencial

Ocorrências mais comuns em domicílios

BB Seguros facilita contratação de seguros residenciais pela internet

FenSeg faz análise do Seguro Residencial e lança cartilha de orientação

Seguro para a casa dispõe de coberturas variadas e serviços grátis aos proprietários

Seguro residencial protege contra as chuvas de verão

Mapfre Assistance alerta para vazamentos em casa

SulAmérica tem novo limite para contratação do Seguro Residencial

Brasil Assistência reforça portfólio de serviços para o mercado de seguros residenciais

Seguro para casa oferece serviços grátis aos proprietários

Seguro Residencial Premium cobre de jóias a obras de arte e bicicletas

Tokio amplia modo de comercialização do Seguro Residencial Fácil

BB e Mapfre lança assistência Help Desk para o seguro residencial

BB e Mapfre prorroga a campanha de vendas do seguro residencial

Cobertura Adicional de Roubo ou Furto Qualificado

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Seguro do automóvel pode se tornar mais acessível com peças similares


O que mais encarece o valor de apólices de seguros são as peças de reposição que serão utilizadas. "A procedência desses itens é fator determinante, se são encontradas com facilidade ou não no mercado, esse tipo de informação conta na hora de fechar o preço final do seguro para o consumidor", diz Roberto Monteiro, diretor-executivo da Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Anfape).

Os valores dos seguros são calculados segundo avaliação de índice de furto e roubo em determinada região, idade do motorista, ano e modelo do automóvel e, assim, valor da peça de reposição.

Atualmente, as seguradoras só podem utilizar aquelas peças disponibilizadas pelas montadoras, estando impedidas de utilizar peças usadas, os salvados de sinistros, bem como as seguradoras não podem utilizar peças similares, que são aquelas fabricadas pelas indústrias do mercado independente de autopeças.


Certamente, para tornar o preço do seguro mais acessível, certamente, uma excelente alternativa seria a permissão de utilização das peças similares, que são novas, sujeitam-se a padrões elevados de qualidade, possuem identificação, marca e garantia, são mais facilmente encontradas nas lojas de autopeças e muitas vezes - na grande maioria das vezes - custam menos da metade do que custa a peça chamada original.

Viabilizar uma proposta mais acessível ao bolso dos consumidores é totalmente viável, utilizando as peças similares. "A alta disponibilidade dessas peças e os preços melhores ajudariam a criar opções mais baratas de seguros, melhor custo x benefício aos consumidores", comenta Monteiro.

Fonte: SegNotícias


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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Ato público cobra propostas de reajuste dos honorários médicos

Um ato público reuniu o Sinmed-RJ, o Cremerj, a Associação dos Médicos do Estado do Rio de Janeiro (Somerj) e sociedades de especialidades médicas, nesta quarta-feira (08), em frente ao prédio do Bradesco - uma das maiores operadoras de planos de saúde, no Rio de Janeiro. A categoria se mobilizou contra os atrasos na apresentação de propostas de reajustes dos honorários médicos, conforme determina a Lei 13.003.

"Não vamos aceitar continuar recebendo honorários irrisórios, enquanto as empresas ligadas aos grandes bancos se enchem de lucros", protestou o diretor do Sinmed-RJ, José Alexandre Romano. "As operadoras exploram o médico e danificam a qualidade do atendimento aos pacientes", completou.

A conselheira do Cremerj, Márcia Rosa, alertou ainda para a diferença na remuneração pelas cirurgias realizadas em pacientes que estão internados em quartos particulares e dos que estão em Enfermaria. "Quando realizamos cirurgias em pacientes de que estão em quartos particulares, recebemos o dobro do valor. Isso é inaceitável. Não somos hotéis para sermos precificados de acordo com o número de estrelas", disse Rosa.



A conselheira alertou ainda para a necessidade de inclusão dos odontologistas na luta. "Os colegas da odontologia estão sendo tratados como brindes - contrata-se um plano de saúde e ganha-se um odontológico".

De acordo com a cirurgiã-dentista do Conselho de Convênios e Credenciamentos do Conselho Regional de Odontologia, Acácia de Andrade, a categoria está sem receber reajuste há mais de 20 anos. "Estudos mostram que as operadoras de planos odontológicos têm lucro de 60%", afirmou.

De acordo com um estudo que o Sinmed-RJ solicitou ao Dieese, cada consulta consome um valor atual de R$ 77,71. Hoje, o valor pago por consulta pelas operadoras do Rio de Janeiro varia entre R$ 40 e R$ 70. Os valores pagos atualmente cobrem apenas os custos ou, em alguns casos, os médicos pagam para trabalhar.

O presidente da Associação Médica da Ilha do Governador, Rômulo Capello, informou que os reajustes anuais dos valores cobrados pelas empresas aos pacientes não são repassados para os médicos."Queremos reajuste para a valorização do profissional médico".

A remuneração mínima proposta pelo sindicato, a partir do piso atualizado da Fenam (R$ 11.675,94 para 20 horas semanais de trabalho) é de R$ 136, sobrando para o médico apenas R$ 59, por meia hora de consulta, o que é aviltante. Vale destacar que uma consulta realizada com cautela e qualidade dura mais do que 30 minutos.

"A solução é paralisação dos atendimentos aos convênios, que não respeitam a lei", declarou o presidente da Associação de Clínicas e Consultórios Ortopédicos do Rio de Janeiro (Accoerj), Jorge Luiz Petros.

No próximo dia 15, será realizada outra assembleia, na sede do Cremerj, para informar aos médicos quais operadoras apresentaram propostas e que medidas serão tomadas em relação às empresas que se omitiram. Em breve, serão informados mais detalhes sobre essa reunião.

Também participaram da manifestação os diretores do Sinmed/RJ, Eraldo Bulhões, Rogério Antônio Silva Barros, Jorge Luiz do Amaral (Bigu) e Norival dos Santos.

Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de abril de 2016

Plano de saúde não pode interromper tratamento por alcoolismo

Cláusulas contratuais de planos de saúde devem sempre ser interpretadas favoravelmente ao consumidor. Este foi o entendimento da juíza Luciana Corrêa Torres de Oliveira, da 20ª Vara Cível de Brasília, ao decidir que a empresa Bradesco Saúde não interrompa a internação de um segurado em tratamento contra alcoolismo.

Na liminar, a magistrada fixou ainda multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento da decisão. O cliente deverá permanecer internado com todas suas despesas pagas, indefinidamente, pelo tempo que for necessário. O Bradesco havia interrompido a cobertura exigindo coparticipação.


De acordo com o processo, o autor relatou ser dependente químico de álcool e foi internado em clínica especializada, sem previsão de alta. No entanto, o plano de saúde interrompeu o tratamento.

A operadora alegou que ficou inviabilizada de arcar a continuidade do pagamento por conta de uma cláusula contratual que impõe aos consumidores, após 30 dias de internação, a obrigação pelo pagamento de metade das diárias da clínica.

Contudo, para a juíza Luciana Oliveira, como poderia limitar o tratamento de doença coberta pelo plano de saúde, a cláusula invocada pelo Bradesco Saúde deveria ser declarada nula, pois afronta a Súmula 302 do Superior Tribunal de Justiça.