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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Lei de proteção e combate a incêndio é ineficaz em patrimônio cultural

O incêndio que atingiu o Museu da Língua Portuguesa, no prédio histórico da Estação da Luz, nesta segunda-feira, no Centro de São Paulo, poderia ter sido evitado se a legislação brasileira fosse mais efetiva no que diz respeito à proteção contra incêndio de edifícios tombados pelo patrimônio histórico e considerados patrimônio cultural. A constatação é feita por especialistas a partir da análise das melhores práticas adotadas em outros países, como EUA, Reino Unido e Canadá.

Tradicionalmente, a regulamentação de incêndios no Brasil tem como objetivo fundamental permitir a saída segura dos ocupantes da edificação durante o incêndio, sendo que a proteção da estrutura e do conteúdo da edificação são tratados como objetivos secundários. No caso de museus e outras edificações do patrimônio histórico, a proteção da edificação e do conteúdo deveriam ser também consideradas fundamentais por tratar-se de acervo, muitas vezes, insubstituível ou edificações únicas que não podem ser reconstruídas.



Em todo o mundo, um número cada vez maior de museus está instalando sistemas de sprinklers ou chuveiros automáticos. Eles são considerados o meio mais eficiente de proteger coleções de obras de arte do fogo por algumas das principais organizações culturais do mundo, como o Instituto Smithsonian em Washington, nos EUA; o Conselho para Museus, Arquivos Históricos e Bibliotecas do Reino Unido; e o Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio.



"O incêndio não é uma fatalidade. Quase todos os incêndios podem ser evitados, desde que sejam instalados sistemas de proteção adequados, e que estes sejam mantidos e inspecionados periodicamente", explica Marcelo Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil (ISB), organização sem fins lucrativos que trabalha no Brasil pela melhoria do ambiente regulatório, com o objetivo de promover a prevenção eficaz contra incêndio em prédios comerciais, industriais e históricos, por meio de sistemas de sprinklers.

No caso dos museus, os sistemas de sprinklers são os equipamentos de segurança mais eficientes para proteger estes locais, na medida em que são acionados individualmente pelo calor do fogo para combater o foco do incêndio e porque utilizam baixa pressão de água, o que reduz o dano às obras de arte.

De acordo com documento publicado pelo Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio em 1998, os mitos que fazem com que os responsáveis por museus temam os potenciais danos provocados pela água dos sistemas de sprinklers estão gradualmente caindo por terra. Contrariamente à noção de que os chuveiros automáticos são ativados todos de única vez, eles são abertos um a um e, geralmente, entre um a três chuveiros são suficientes para acabar com o fogo. Eles são ativados pelo calor e não pela fumaça, exigindo uma temperatura entre 57º e 77ºC para começar a funcionar.

Além disso, o documento explica que a água dos sprinklers causa menos dano do que a água das mangueiras do Corpo de Bombeiros. Isso porque os chuveiros automáticos liberam água a uma vazão de 110 litros por minuto no local do início do incêndio, enquanto as mangueiras do Corpo de Bombeiros despejam uma quantidade 10 vezes maior, com alta pressão em toda a região do incêndio, muitas vezes danificando mais obras de arte.

"Temos acompanhado uma sequência de incêndios em prédios históricos no Brasil, como o Teatro Cultura Artística, o Memorial da América Latina e agora o Museu da Língua Portuguesa. Na ocasião do incêndio, os responsáveis por estes lugares afirmam estar cumprindo com o que está previsto na legislação, mas, se o prédio pega fogo é porque o nível de proteção adotado não é suficiente para impedir que eles queimem", constata Lima.

Há casos como o do Memorial da América Latina, que tinha sprinklers, mas que não funcionaram no momento do incêndio porque não havia água disponível no sistema. "Além de ter sprinklers instalados, é preciso adotar uma fiscalização regular dos sistemas de proteção contra incêndio para que eles estejam funcionando corretamente em caso de necessidade", complementa.

Fonte: SegNotícias


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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Seguro do automóvel pode se tornar mais acessível com peças similares


O que mais encarece o valor de apólices de seguros são as peças de reposição que serão utilizadas. "A procedência desses itens é fator determinante, se são encontradas com facilidade ou não no mercado, esse tipo de informação conta na hora de fechar o preço final do seguro para o consumidor", diz Roberto Monteiro, diretor-executivo da Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Anfape).

Os valores dos seguros são calculados segundo avaliação de índice de furto e roubo em determinada região, idade do motorista, ano e modelo do automóvel e, assim, valor da peça de reposição.

Atualmente, as seguradoras só podem utilizar aquelas peças disponibilizadas pelas montadoras, estando impedidas de utilizar peças usadas, os salvados de sinistros, bem como as seguradoras não podem utilizar peças similares, que são aquelas fabricadas pelas indústrias do mercado independente de autopeças.


Certamente, para tornar o preço do seguro mais acessível, certamente, uma excelente alternativa seria a permissão de utilização das peças similares, que são novas, sujeitam-se a padrões elevados de qualidade, possuem identificação, marca e garantia, são mais facilmente encontradas nas lojas de autopeças e muitas vezes - na grande maioria das vezes - custam menos da metade do que custa a peça chamada original.

Viabilizar uma proposta mais acessível ao bolso dos consumidores é totalmente viável, utilizando as peças similares. "A alta disponibilidade dessas peças e os preços melhores ajudariam a criar opções mais baratas de seguros, melhor custo x benefício aos consumidores", comenta Monteiro.

Fonte: SegNotícias


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sábado, 16 de setembro de 2017

Seguro Viagem auxilia desde agendamentos de passeios até proteção a acidentes


O mês de julho é esperado por muitas famílias em virtude das férias escolares. É o momento que procuram por passeios e viagens a fim de preencher a agenda das crianças e com o objetivo de conscientizar e orientar para cada detalhe, a Porto Seguro dá dicas para que imprevistos não atrapalhem esse momento de lazer. O Porto Seguro Viagem é um seguro que pode ser contratado antes mesmo da compra das passagens.

De acordo com o diretor de Vida da Porto Seguro, Marcelo Picanço, o seguro viagem é um item de extrema importância para evitar transtornos desnecessários nos momentos de lazer. “Aconselhamos que a primeira iniciativa ao fechar as férias seja a contratação do seguro viagem. Pois com ele, é possível se precaver em casos de acidentes, doenças, extravios de bagagens, perda de documentos, entre tantos outros fatores invariáveis.”



Para isso, o Porto Seguro Viagem oferece o conforto dos serviços de Concièrge do Porto Viaje Bem, que permite atendimento diferenciado para a confirmação de reservas em restaurantes e hotéis, indicação para locação de carro, orientações sobre as principais atrações e pontos turísticos do local de destino, viabilização para que o turista compre ingressos para os melhores espetáculos, parques, jogos, museus, entre outros. O serviço é disponibilizado a partir da contratação do seguro, independente da data de viagem.

O Porto Seguro Viagem também possui diversos tipos de planos, contendo limites de coberturas e assistências no mundo inteiro, que mais se encaixam com as necessidades de cada viajante e de cada região de destino.

Em alguns países do continente europeu, por exemplo, existe o Tratado de Schengen, que obriga o turista a comprovar a contratação de uma assistência viagem com o valor mínimo de 30 mil euros para garantir assistência médica emergencial nos casos de acidente e/ou doença.

Fonte: SegNotícias

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

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