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domingo, 17 de setembro de 2017

Estudo aponta principais problemas de brasileiros em viagens


Levantamento da Mapfre Assistance, realizado entre os passageiros que adquiriram a assistência viagem Segurviaje entre janeiro de 2014 e maio de 2015, aponta que a cobertura mais usada por turistas é assistência médica, que corresponde a 81% dos chamados. Em seguida, aparecem atendimento odontológico (6,5%) e compensação por contingências a bagagens e objetos pessoais (5,3%).

As causas primárias das ocorrências são doenças (60%), principalmente gastroenterite, acidentes (31,7%) e extravio de bagagens (5,36%). Em relação aos destinos, o principal país de origem dos chamados são EUA (49,37%), Espanha (6,04%) e Portugal (4,05%).

Já a pesquisa internacional Travel Insurance Observatory (TIO) revela que o mercado brasileiro de seguro e assistência viagem já está consolidado, e com forte crescimento nas demandas para viagens nacionais e internacionais. O país é o terceiro em importância para a Mapfre Assistance, atrás apenas de Reino Unido e Espanha.



E para quem vai viajar com os animais de estimação, uma das grandes preocupações é com a segurança do bichinho no trajeto e se ele estará feliz e confortável na hospedagem temporária. Patrícia Ferreira, coordenadora de Produtos da Mapfre Assistance, explica que, assim como seus donos, cães e gatos também precisam levar suas malinhas e ainda é necessário ter atenção especial com o preparo da viagem.

"Levar os pets para viagens está tão comum que algumas companhias aéreas internacionais já disponibilizam até milhagem para animais de estimação. Mas o que todo proprietário precisa antes de seguir para o aeroporto é verificar as condições oferecidas pela companhia aérea escolhida e entender as exigências, como caixas de transporte de tamanhos específicos", explica.

Para garantir a identificação, é importante que durante o transporte os animais estejam devidamente identificados (coleira com contatos) e que a caixa de transporte tenha suas portas reforçadas para evitar que abram e os animais se percam. "Pensando na estranheza que uma viagem pode causar e considerando trajetos mais longos, para carros ou aviões é recomendado que a caixa tenha tamanho suficiente para que o animal fique em pé dentro dela e consiga dar uma volta em torno do corpo", reforça.

Outra questão a ser levada em consideração pelos donos é que, já em alguns países como EUA, Inglaterra e Espanha, o uso de microchip na pele dos animais é obrigatório. A tecnologia, que funciona como um bilhete de identidade lido por um escâner, permite que os bichinhos sejam facilmente encontrados, por exemplo, caso se percam.

Patrícia avisa que em relação aos felinos, a atenção deve ser redobrada. "É normal gatos serem ariscos e com o estresse da mudança tentarem escapar das caixas de transporte. Nesses casos, dê preferência às companhias aéreas que permitam o transporte do animal na cabine para sua própria segurança e, se possível, coloque um pano em volta da caixinha para o gato não ficar tão estressado, mantendo sempre a saída de ar aberta."

Segundo dados do IBGE, só o número de cães no Brasil supera o de crianças até 14 anos e que o gasto médio com compras online é de R$185 reais. O que demonstra que o brasileiro se preocupa com seu companheiro de quatro patas e está disposto a pagar por serviços de qualidade e que atendam as suas necessidades.

Dentro desse cenário, a Mapfre Assistance possui a Assistência Emergencial PET, que oferece atendimento de cães e gatos domésticos, com cobertura veterinária 24 horas, com a implantação de microchip no animal assistido, transporte emergencial, informações sobre vacinas e aplicação das mesmas em domicílio, além de orientação veterinária por telefone. É uma solução completa para empresas que queiram oferecer serviços diferenciados aos seus clientes.

O serviço de assistência veterinária tem o objetivo de atender um mercado que, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), faturou R$ 16,7 milhões, em 2014, e, mesmo em um ano de retração econômica, o segmento só perde lugar no ranking global, para os EUA.

A solução conta com uma rede credenciada de clínicas e hospitais veterinários nas principais cidades do país e pode disponibilizar a lista para o destino escolhido pelo cliente. "Queremos oferecer tranquilidade aos donos e seus animais, para isso, contamos com prestadores de serviço de confiança", ressalta Patrícia.

Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de abril de 2016

Mapfre Assistance alerta para vazamentos em casa

O uso consciente de água já é prioridade nas casas dos brasileiros. Um levantamento recente da Sabesp aponta que, só na Grande São Paulo, 80% da população já reduziu o consumo com mudanças simples de comportamento. Entretanto, especialistas da Mapfre Assistance, líder mundial na prestação de assistência a pessoas, veículo e ao imóvel, alertam que, muitas vezes, o desperdício pode passar despercebido.

De acordo com Luís Carlos dos Santos Santana, supervisor dos técnicos da frota própria de atendimento aos serviços residenciais da empresa, a casa tem ‘vilões silenciosos’. Entre os vazamentos mais comuns estão os relacionados a caixas acopladas de vasos sanitários, que com o tempo de uso não controlam mais o fluxo de água, descartando o excesso pelo vaso; válvulas de descarga, que demoram a parar após o acionamento; bóias de caixa d’água, que deixam de controlar o enchimento do reservatório, que pode transbordar em casos extremos; e torneiras de jardim pingando.



“A maioria desses problemas está relacionada ao tempo de uso dos equipamentos, que sofrem um desgaste natural. Por esse motivo, a recomendação é fazer uma avaliação preventiva dos mecanismos hidráulicos anualmente”, explica Santana.

Quem desconfiar de qualquer uma dessas situações deve ficar atento à conta de água.

Crescimento do consumo sem justificativa e por períodos acima de três meses pode ser indícios de vazamento. Há vestígios visuais também, como manchas de umidade, pequenas poças, ruídos e, em alguns casos, gotejamento. “É fundamental chamar um encanador para ter uma solução definitiva e não ter outra dor de cabeça no futuro devido a um reparo mal feito. Quando identificado no começo, o problema tem reparo simples e de baixo custo”, alerta o supervisor.

Campanhas para reduzir o desperdício de água

A conscientização ambiental é pauta recorrente na maioria das empresas contemporâneas, principalmente com a proximidade do Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março.

Não é raro ver ações feitas por companhias de todos os segmentos com o objetivo de propagar atitudes ecologicamente responsáveis. A Ortodontic Center, uma das maiores redes de clínicas odontológicas do país, assume uma postura social relevante ao incluir funcionários, clientes, fornecedores e franqueados em seu manual de responsabilidade ambiental.

“As ações realizadas pela marca visam não apenas disseminar a importância das atitudes sustentáveis para a comunidade, como também diminuir, na prática, o desperdício de bens naturais e a degradação do meio ambiente”, explica o sócio fundador, Fernando Massi.

O primeiro passo adotado pela rede no programa de responsabilidade ambiental é a promoção de campanhas educativas, que consistem na divulgação de editais com informações relacionadas ao assunto. Além disso, há também a postagem de ações nas ferramentas digitais utilizadas pela marca e discussões sobre o tema nas reuniões entre diretores e colaboradores. Segundo Massi, a intenção é desenvolver uma cultura de comprometimento sustentável dentro de todos os setores da empresa.

Na economia de água, a Ortodontic Center dá exemplo ao implantar sensores para as cuspideiras, tão utilizadas pelos dentistas. Com esse sistema, que aciona o fluxo da água apenas no momento em que o usuário se aproxima e entra no alcance do sensor, é possível economizar até 95% de água. As clínicas da rede também são equipadas com descargas econômicas, que consomem até 20 litros a menos comparadas às convencionais.

A rede também demonstra preocupação com o consumo de energia elétrica. Por isso, utiliza lâmpadas com sensores de presença, com tempo programado de iluminação, além de sensor de presença com fotocélula, para lugares com maior iluminação natural, que só necessitam de lâmpadas acesas nos períodos de menos claridade.