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sábado, 4 de novembro de 2017

Seguro de vida vira sonho de consumo para baixa renda - Será??

Corretores confirmam o aumento; com pouco dinheiro é possível fazer o seguro

A secretária Marlene Silvino da Silva recebe pouco mais de um salário mínimo por mês e acredita que é sua obrigação não deixar os pais desamparados, caso algo de grave venha a acontecer. Ela paga menos de R$ 16 por mês por um seguro de vida desde 2008. Aos 33 anos, casada e sem filhos, acha que é justo "recompensar" pai e mãe e garantir um pouco de conforto com R$ 25 mil, valor da indenização. "A gente nunca sabe o que pode acontecer. Conversei com um corretor e resolvi fazer o seguro. Acredito que foi uma decisão acertada", reforça a secretária.



O exemplo de Marlene é cada vez mais comum. Pessoas com baixo poder aquisitivo estão procurando corretoras para fazer seguro de vida, situação que antes não era comum. Quem atesta essa mudança de perfil - é que antes só recorriam a esse serviço quem recebia melhores salários - é o corretor José Lessa. "Essa mudança é substancial. A procura por pessoas de baixo poder aquisitivo tem aumentado nos últimos anos. São pessoas das classes D e E", conta José Lessa.

O aumento da procura aparece nos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) que apontam que em maio de 2010 os corretores venderam pouco mais de R$ 126 mil em seguros de vida individual. No mesmo período, neste ano, foram negociados mais de R$ 2,6 milhões em Alagoas.

Atuando há trinta e cinco anos nesse ramo, o corretor de seguros José Lessa, que trabalha com cinco seguradoras, revela que a maioria dos clientes atendidos por ele é profissional liberal. A popularização do seguro de vida é confirmada pelo corretor. Tem gente que faz seguro de R$ 3800, pagando muito pouco por mês, e outros fazem de até R$ 1 milhão e meio, principalmente executivos.

Baixa renda
Edmilson Ribeiro, que integra o Sindicato dos Corretores de Seguros de Alagoas (Sincor), atribui a popularização do seguro de vida entre as classes com menor poder aquisitivo à estabilidade da moeda brasileira. "Todo mundo está procurando mais por conta dos benefícios. Primeiro, as pessoas estão tendo mais informação sobre o seguro e depois tem a questão financeira. Agora se tem maior poder de compra”, explicou Ribeiro.

De acordo com o sindicalista, existem opções de seguros que podem se adequar a qualquer orçamento. Com apenas R$ 5 ou R$ 10 é possível fazer um seguro, pagando esse valor mensalmente e garantir uma indenização de R$ 10 a R$ 15 mil.

O preço do seguro varia e vai aumentado conforme alguns critérios como faixa etária, profissão do segurado, histórico de saúde. Profissões de risco também influenciam na mensalidade. Algumas possuem restrições por parte das seguradoras, a exemplo de policial militar, segurança e vigilante. No caso do motoboy, quase nenhuma seguradora aceita.

Este ano, no Brasil, o aumento da procura nas corretoras por seguro de vida foi de 17 a 20% em relação ao ano passado. Já na última década, o crescimento foi de mais 50%, segundo informou o corretor José Lessa. Os dados são da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados (Fenacor).

Segurança
Quem faz um seguro pode indicar quem quiser, até mesmo alguém que não seja parente; se não apontar os nomes dos beneficiários, o seguro será pago aos herdeiros legais como cônjuge e filhos. Para quem quer se habilitar a fazer o seguro é preciso responder questionário de saúde e a seguradora tem um prazo médio de 15 dias para decidir se aceita a proposta.

O professor e administrador de empresas Sérgio Accioly, 35 anos, fez seu seguro de vida há cerca de cinco anos. Pouco tempo depois sofreu um acidente de trabalho que o deixou vários dias sem exercer a profissão. Ele diz que não lembra exatamente o valor da indenização, mas reforça que ajudou a pagar as despesas.

Isso aconteceu em 2006, quando o professor dava instruções durante uma consultoria. Um equipamento de cerca de 200 quilos caiu e esmagou parte do pé direito. O dinheiro do seguro ajudou a pagar despesas médicas. "Fiquei um tempo fora do mercado de trabalho. Tinha feito o seguro há pouco tempo", disse Accioly.

"Quando resolvi fazer, pensei primeiro em utilizar como benefício para minha vida. Como administrador, viajo muito e não se sabe o dia de amanhã. Procurei um corretor, me informei e resolvi fazer o seguro", conta Accioly. Ele paga por mês por volta de R$ 130. "O valor da minha indenização pode variar entre 20, 40 mil, dependendo do que possa acontecer comigo”, acrescenta. O professor tem como beneficiários a esposa e os filhos. A decisão de fazer um seguro de vida já foi tomada por vários parentes de Accioly. "Quase toda minha família tem. Vejo como uma medida de prevenção" completou.

Resistência

Apesar do aumento da procura, o corretor Djaildo Almeida lembra que não faz parte da cultura do brasileiro fazer seguro de vida. É muito mais comum o cidadão comprar um veículo e ao sair da loja fazer o seguro do objeto. "O seguro é para a vida, não é para a morte. E é preciso entender que a indenização não vem apenas com o óbito, mas se uma pessoa sofre um acidente, por exemplo, pode perder um membro e vir a precisar de uma ajuda", lembrou Almeida, que tem mais de dez anos de profissão.

Dentre os seguros, o mais popular é o de acidentes pessoais. Este é obrigatório. Com acesso a esse tipo de seguro é mais comum encontrar estagiários contratados por empresas. Ele pode receber cerca de R$ 10 mil por morte acidental ou invalidez.

O corretor Djaildo Almeida lembra que alguns casos popularmente conhecidos como da "viúva negra" acabaram prejudicando a venda do produto. É aquele golpe que encomenda-se a morte de alguém para ficar com a indenização quando se é beneficiário. Almeida diz que nunca registrou casos do tipo, mas há situações registradas em Alagoas. "Vendo de 100 a 150 seguros por mês. Alguns atrativos como premiação por sorteio estão atraindo cada vez mais clientes", lembrou o corretor.

O seguro de vida (como é mais conhecido no mercado) faz parte da classificação de seguros de pessoas. Como exemplos de seguros de pessoas existem ainda o seguro funeral, seguro de acidentes pessoais, seguro educacional, seguro viagem, seguro prestamista, seguro de diária por internação hospitalar, seguro perda de renda, seguro de diária de incapacidade temporária.

Estas modalidades de seguros podem ainda ser conjugadas num único produto, facilitando a contratação pelo segurado. Eles ainda podem ser contratados de forma individual ou coletiva (seguros de vida em grupo).

Ao contratar um seguro, o segurado ou estipulante transfere o risco financeiro para a seguradora, mediante o pagamento de um valor (prêmio) calculado em função do risco assumido. Quanto maior o risco, maior será o prêmio cobrado pela seguradora.[2]

No caso de ocorrência de um risco contratado (sinistro), por exemplo, a morte ou invalidez do segurado, a seguradora realiza o pagamento ao segurado (indenização, também chamada de benefício nos seguros de vida).

GAZETAWEB| REGINA CARVALHO

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domingo, 29 de outubro de 2017

Empresas apostam em seguro de vida em grupo para beneficiar talentos


O seguro de vida tem crescido no Brasil e isso se deve, em parte, às pequenas e médias empresas que passaram a oferecê-lo como um dos benefícios aos empregados. De acordo com uma pesquisa da consultoria Mercer, realizada no último ano com 696 empresas, 94% das corporações oferecem seguro de vida. Este resultado está próximo ao apurado pela consultoria Hays em levantamento com 700 empresas, no qual este tipo de seguro aparece como o segundo principal benefício oferecido (87%). Ainda de acordo com o estudo, 94,5% dos empregadores consideram as benfeitorias não salariais uma ferramenta importante para contratar e reter funcionários.

As adições do seguro de vida vão muito além. Proteger o empresário é também uma das funções deste benefício. "Além de reter talentos, o seguro de vida também pode ajudar a conter certos prejuízos que o empregador pode incorrer no caso de um sinistro por invalidez ou morte. Refiro-me, em especial, aos pequenos e médios empresários, que podem sentir o peso desse tipo de perda", destaca Fernando Ferrari, diretor responsável pela área de Seguros de Pessoas da Starr, que iniciou suas atividades no Brasil em 2013, é a primeira subsidiária do grupo a receber aprovação para lançar a linha de Vida em Grupo.

Em caso de invalidez do funcionário, parte dos produtos Starr visa a não apenas indenizá-lo em dinheiro, mas também na adaptação da residência do beneficiário de acordo com a nova realidade da família. Por exemplo: corrimão no banheiro, suporte para carro para uma eventual cadeira de rodas, alargamento da dimensão das portas, entre outros.



Em época de valorização dos empregados, a companhia também oferece verba de treinamento destinada para os profissionais domésticos de funcionários que ficaram inválidos e necessitam de um cuidador especial.

Dados de uma pesquisa da Sociedade Americana de Designers de Interiores (American Society of Interior Designers) mostra que ter um ambiente de trabalho satisfatório é a terceira maior preocupação dos funcionários (21%), logo depois de benefícios (22%) e bons salário (62%).

Para conquistar a fidelização do quadro de colaboradores, boa parte das empresas brasileiras passou a incluir seguro de vida ou de acidentes pessoais aos benefícios ofertados aos funcionários. Reter talento não é tarefa fácil, conforme pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo cem brasileiros: o turnover de colaboradores no Brasil aumentou em 82% desde 2010, enquanto a média mundial foi de 38%.

"O seguro de vida é um investimento que irá trazer vantagens tanto para a empresa quanto para os funcionários, em vista que está comprovado que o seguro de vida é um agente motivador para o colaborador", ressalta Fernando Ferrari, diretor responsável pela área de Seguros de Pessoas.

Fonte: SegNotícias


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sábado, 28 de outubro de 2017

BB e Mapfre explica as principais dúvidas sobre o seguro de vida


Os seguros de vida estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, mas os consumidores ainda têm dúvidas na hora da contratação.

Segundo o diretor geral de Seguro de Pessoas do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Enrique De La Torre, os principais questionamentos que pairam na cabeça dos consumidores dizem respeito ao valor ideal da indenização e o momento adequado de se adquirir este tipo de apólice.

O executivo explica que, diferentemente de outras apólices que protegem um bem com valor mensurável, como a casa ou o automóvel, o seguro de vida objetiva o ressarcimento de um bem intangível, ou seja, a vida. E este é o principal fator para os questionamentos dos consumidores. Porém, segundo De La Torre, estabelecendo um objetivo para a contratação, e considerando alguns fatores, é possível, sim, calcular o valor ideal da indenização para cada caso.



"Os consumidores precisam ter em mente que, caso aconteça um imprevisto com o segurado, a indenização precisa garantir a saúde financeira de seus dependentes por um período, para que eles possam reestruturar a sua vida sem perder o padrão adquirido", explica o executivo. "Esse valor precisará cobrir as despesas do dia a dia, como, por exemplo, mensalidade escolar dos filhos, aluguel, alimentação, contas de água e energia etc.", pondera Enrique.

A idade certa para contratar um seguro de vida é outra dúvida recorrente, segundo o especialista. De La Torre explica, contudo, que não existe uma idade ideal, já que, independentemente do momento da vida em que a pessoa se encontre, ela está sujeita a um imprevisto e sempre haverá a necessidade de proteção. O que pode variar é o tamanho da necessidade e a fonte de preocupação - estudo dos filhos, cuidado dos pais e/ou cônjuge, dívidas etc. O importante é o cliente identificar as necessidades e optar pela apólice que contemple as coberturas mais adequadas ao seu atual momento da vida.

"Trabalhamos para o amadurecimento da cultura de seguros no Brasil e isso passa obrigatoriamente pelo seguro de vida, porque em muitos setores da sociedade temos uma tradição de não olhar eventos negativos, como a morte, como um dado da realidade. As pessoas deveriam pensar nesses imprevistos com mais realismo e, nesse sentido, o seguro de vida é um grande aliado das famílias", ressalta o diretor geral. 

"No BB e Mapfre, por exemplo, contamos com uma apólice voltada exclusivamente à mulher, com cobertura em caso de diagnóstico de câncer de mama, útero e ovário. Se a segurada for diagnosticada com este tipo de doença receberá uma indenização imediatamente, que poderá usufruir com total liberdade, seja para o tratamento da doença ou outra necessidade que tenha", complementa o executivo.

Enrique alerta, ainda, para a importância de os consumidores indicarem em sua apólice quem será o beneficiário ou beneficiários no contrato. Ou seja, quem deve receber a indenização caso ocorra um imprevisto com o titular.

"Existem consumidores que imaginam que, pelo simples fato de estarem casados, por exemplo, não é necessário indicar um beneficiário em sua apólice, mas não é tão simples assim", salienta o executivo. "Geralmente, quando o segurado não especifica na apólice quem deve receber a indenização, a metade do valor é paga ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária", conclui o especialista.

Por este motivo, segundo De La Torre, para que o planejamento do consumidor transcorra como imaginado, é necessário indicar os beneficiários no momento da contratação e a porcentagem que cada um deve receber, quando houver mais de um herdeiro.

Fonte: SegNotícias


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Novo Seguro de Vida com foco em PMEs


A Yasuda Marítima anuncia o lançamento de um Seguro de Vida exclusivo para pequenas e médias empresas com características que dinamizam a contratação, agilizam o trabalho dos corretores de seguros e facilitam a gestão de benefícios por parte dos administradores das empresas. O PME Super Simples, como o próprio nome já indica, é um produto desenvolvido para contribuir com pequenas e médias empresas, nas quais o próprio dono precisa decidir todos os aspectos do dia-a-dia, mas geralmente não conta com muito tempo para fazer a gestão de benefícios. 

O produto tem como maior diferencial a possibilidade de realizar todo o processo online. Uma vantagem é que agora é possível encaminhar via e-mail documentos de segurados que antes era necessário entregar pessoalmente nos endereços da seguradora. Além disso, o PME Super Simples disponibiliza taxas mais competitivas, além de contar com flexibilidade em diversas coberturas, o que também permite ajustar a contratação para atender a diferentes perfis de empresas seguradas.



O PME Super Simples pode ser contratado para, no mínimo, duas pessoas e no máximo 300.

Fonte: SegNotícias


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sábado, 16 de setembro de 2017

Capemisa reformula seguro de vida para PMEs


A Capemisa Seguradora reformulou o seu seguro de vida voltado para Pequenas e Médias Empresas, que passa a contar com mais benefícios para os segurados. de acordo com o superintendente comercial da empresa, Fábio Lessa, o PME Capemisa passou a atender um número maior de ramos de atividades, o que facilitará a penetração do produto neste segmento.

“Além disso, agora é possível contratar até 400 vidas e um capital de até R$ 400 mil. Todas essas melhorias visam proporcionar maior agilidade e autonomia para os corretores, impulsionando o crescimento da carteira de Pequenas e Médias empresas na Capemisa”, completa Lessa.

O executivo lembra ainda que o PME Capemisa pode ser contratado, a partir de duas vidas, sem burocracia, pelo Portal do Corretor. Entre as garantias incluídas estão morte por qualquer causa, morte acidental, despesas médicas, hospitalares e odontológicas, entre outras. O produto oferece também assistência funeral 24 horas e a possibilidade de contratação de sorteio em dinheiro para os colaboradores



Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de abril de 2016

Seguros pessoais crescem 21,91% em março de 2015

O volume de contratação das coberturas de seguros pessoais em março de 2015 foi 21,91% superior em relação ao mesmo mês do ano anterior e somaram R$ 2,5 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para manutenção de proteções para seus riscos), de acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

Em março de 2015, as seguradoras pagaram R$ 725,7 milhões em indenizações aos segurados e beneficiários em março deste ano, alta de 8,24% a mais em relação aos R$ 670,2 milhões pagos no mesmo mês do ano anterior.

Na análise por modalidade de produto, o seguro prestamista esteve entre as modalidades mais contratadas apresentando o maior crescimento relativo no mês de março. Os segurados pagaram R$ 724 milhões em prêmios, representando alta de 29,61% em relação ao mesmo período do ano anterior.



Outra proteção que esteve entre as mais contratadas em março foi a de auxílio funeral, o qual prevê coberturas de despesas com sepultamento. O volume de contratação registrou expansão de 25,41% e os segurados pagaram R$ 93,6 milhões em prêmios.

O balanço da FenaPrevi mostra também que as contratações do seguro de vida, produto com maior representatividade no segmento de seguros de pessoas, cresceram 22,39% com R$ 1 bilhão de prêmios em relação a março de 2014.

No acumulado de janeiro a março, o volume de contratação das coberturas de seguros de pessoas, mercado que inclui produtos como seguros de vida, acidentes pessoais, seguro viagem, educacional, proteção financeira, entre outros, foi 11,58% maior que o verificado no mesmo período em 2014 e somou R$ 6,9 bilhões em prêmios. No primeiro trimestre, as seguradoras pagaram R$ 1,8 bilhão aos segurados e beneficiários.

Na análise por modalidade de produto, o seguro viagem esteve entre as modalidades mais contratadas apresentando o maior crescimento relativo no trimestre. Os segurados pagaram R$ 37,4 milhões em prêmios, representando alta de 24,88% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O auxílio funeral, por sua vez, também esteve entre as proteções mais contratadas no período. Os segurados pagaram R$ 93,6 milhões em prêmios, alta de 15,31%.

Os dados do balanço da FenaPrevi mostram também que, no primeiro trimestre de 2015, a contratação dos seguros prestamista teve expansão de 14,05%, acumulando R$ 1,8 bilhão.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Seguro de vida com assistência residencial

A Pan Seguros, seguradora pertencente ao Grupo Pan, dando continuidade ao aumento da sua carteira de produtos lança mais uma novidade: o Pan Vida Mais, um seguro de vida ideal para aqueles clientes que desejam tranqüilidade e proteção para seus familiares.

Além das coberturas básicas previstas para este tipo de seguro, o Pan Vida Mais possui um sorteio mensal de até R$ 50 mil, assistência funeral para o segurado e o cônjuge e Assistência Residencial completa, incluindo serviços como, por exemplo, conserto de eletrodomésticos.


Desenvolvemos esse produto com o intuito de proporcionar aos clientes da Pan Seguros uma opção de seguro de vida de fácil adesão, que alia preços competitivos a uma ampla gama de vantagens, que podem, inclusive, ser usufruídas em vida pelo próprio contratante” diz José Carlos Macedo, presidente da seguradora. O atendimento para a comercialização do seguro é especializado, em todo território nacional, por meio de uma ampla rede e de correspondentes cadastrados no Grupo Pan.