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sábado, 28 de outubro de 2017

Fenasaúde: cai acentuadamente a adesão aos planos de assistência médica no país


Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base em dados da ANS, aponta que, no acumulado de 12 meses seguidos e encerrados em setembro deste ano, o número de beneficiários de planos médicos caiu 0,3%, totalizando 50,3 milhões de milhões de vidas. No terceiro trimestre, a queda aumentou para 0,5%, perda de 236 mil beneficiários. Já os planos exclusivamente odontológicos seguiram tendência de crescimento, com aumento de 5,0%, alcançando 21,9 milhões de beneficiários em todo o país.

A desaceleração registrada nos planos médicos pode ser atribuída ao momento econômico do país, em especial à retração do mercado de trabalho e do rendimento real dos brasileiros, resultado de ajustes feitos por alguns segmentos empresarias. A inclusão socioeconômica nos anos recentes - com incremento de setores produtivos - esteve entre os principais impulsionadores da Saúde Suplementar.

A tendência de retração dos últimos meses e que persiste neste quarto trimestre dá uma dimensão do tamanho da perda de beneficiários dos planos de saúde. Apenas no terceiro trimestre, entre julho e setembro deste ano, o segmento de planos médicos hospitalares perdeu 236 mil beneficiários, queda de 0,5% em relação ao trimestre anterior. Dados anualizados mostram a desaceleração do setor. Há um ano, em setembro de 2014, o setor apresentou taxa de crescimento de 2,75% em relação ao ano imediatamente anterior. Essa taxa veio se reduzindo a cada trimestre e foi negativa em setembro deste ano (0,3%). Trata-se da primeira redução, em termos anuais, ao longo da série histórica.



A situação se agravou no último trimestre. Todas as modalidades de operadoras do segmento médico-hospitalar (Medicina de Grupo, Cooperativa Médica, Seguradora de Saúde e Autogestão), com exceção da filantropia, perderam beneficiários no período.

Fonte: SegNotícias


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domingo, 17 de setembro de 2017

Planos odontológicos seguem entre os benefícios preferidos pelos colaboradores


Segundo pesquisa recente promovida pela Catho, quando o assunto é benefício, o trabalhador brasileiro tem suas preferências: a assistência médica e a participação nos lucros (PLR) da empresa são os mais citados. Porém, o que chama mesmo a atenção é a classificação da assistência odontológica na lista dos mais desejados.

Apesar de contar 40% da preferência e estar em 7º lugar no ranking geral, a participação dos planos odontológicos nas cestas das empresas é bem maior. "Alguns benefícios não são comuns em boa parte das empresas, enquanto outros são obrigações legais impostas ao empregador. Dessa forma, nós estaríamos entre os quatro mais citados", afirma Claudio Aboud, diretor de Finanças e Administração do Inpao Dental, uma das maiores operadoras de odontologia do país.



O executivo se refere ao fato de que a participação nos lucros (2º lugar) e a bonificação por desempenho (5º) serem realidades distantes da grande maioria das empresas. Por outro lado, o vale-transporte é uma obrigação prevista em lei. Além disso, outros benefícios citados, como a assistência médica (1º) e os vales alimentação (3º) e refeição (4º) já são benefícios consolidados nas companhias.

Dados da ANS também confirmam o crescimento dessa preferência. Entre 2003 e 2013, o número de beneficiários de planos odontológicos passou de 4,3 milhões para 20 milhões (370%), enquanto os planos de saúde aumentaram a carteira de beneficiários de 32 milhões para 50 milhões (55%).

O tema ganha relevância nessa semana em que acontece o Congresso de Gestão de Pessoas (Conarh). Promovido pela ABRH-Brasil, o evento que tem como tema "A Arte da Gestão de Pessoas - desafios, incertezas e complexidade". "Muitas empresas utilizam os benefícios como forma de reter e atrair talentos. Se existem questões a serem avaliadas nesse sentido, certamente os benefícios têm espaço garantido e relevância nessa discussão", finaliza Aboud.

Na lista dos 10 benefícios mais citados pelos colaboradores estão a assistência médica; participação nos lucros; vale-alimentação; vale-refeição bonificação por desempenho, vale-transporte, assistência odontológica, auxílio educação, seguro de vida e previdência privada.

Fonte: SegNotícias

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Estudo aponta principais problemas de brasileiros em viagens


Levantamento da Mapfre Assistance, realizado entre os passageiros que adquiriram a assistência viagem Segurviaje entre janeiro de 2014 e maio de 2015, aponta que a cobertura mais usada por turistas é assistência médica, que corresponde a 81% dos chamados. Em seguida, aparecem atendimento odontológico (6,5%) e compensação por contingências a bagagens e objetos pessoais (5,3%).

As causas primárias das ocorrências são doenças (60%), principalmente gastroenterite, acidentes (31,7%) e extravio de bagagens (5,36%). Em relação aos destinos, o principal país de origem dos chamados são EUA (49,37%), Espanha (6,04%) e Portugal (4,05%).

Já a pesquisa internacional Travel Insurance Observatory (TIO) revela que o mercado brasileiro de seguro e assistência viagem já está consolidado, e com forte crescimento nas demandas para viagens nacionais e internacionais. O país é o terceiro em importância para a Mapfre Assistance, atrás apenas de Reino Unido e Espanha.



E para quem vai viajar com os animais de estimação, uma das grandes preocupações é com a segurança do bichinho no trajeto e se ele estará feliz e confortável na hospedagem temporária. Patrícia Ferreira, coordenadora de Produtos da Mapfre Assistance, explica que, assim como seus donos, cães e gatos também precisam levar suas malinhas e ainda é necessário ter atenção especial com o preparo da viagem.

"Levar os pets para viagens está tão comum que algumas companhias aéreas internacionais já disponibilizam até milhagem para animais de estimação. Mas o que todo proprietário precisa antes de seguir para o aeroporto é verificar as condições oferecidas pela companhia aérea escolhida e entender as exigências, como caixas de transporte de tamanhos específicos", explica.

Para garantir a identificação, é importante que durante o transporte os animais estejam devidamente identificados (coleira com contatos) e que a caixa de transporte tenha suas portas reforçadas para evitar que abram e os animais se percam. "Pensando na estranheza que uma viagem pode causar e considerando trajetos mais longos, para carros ou aviões é recomendado que a caixa tenha tamanho suficiente para que o animal fique em pé dentro dela e consiga dar uma volta em torno do corpo", reforça.

Outra questão a ser levada em consideração pelos donos é que, já em alguns países como EUA, Inglaterra e Espanha, o uso de microchip na pele dos animais é obrigatório. A tecnologia, que funciona como um bilhete de identidade lido por um escâner, permite que os bichinhos sejam facilmente encontrados, por exemplo, caso se percam.

Patrícia avisa que em relação aos felinos, a atenção deve ser redobrada. "É normal gatos serem ariscos e com o estresse da mudança tentarem escapar das caixas de transporte. Nesses casos, dê preferência às companhias aéreas que permitam o transporte do animal na cabine para sua própria segurança e, se possível, coloque um pano em volta da caixinha para o gato não ficar tão estressado, mantendo sempre a saída de ar aberta."

Segundo dados do IBGE, só o número de cães no Brasil supera o de crianças até 14 anos e que o gasto médio com compras online é de R$185 reais. O que demonstra que o brasileiro se preocupa com seu companheiro de quatro patas e está disposto a pagar por serviços de qualidade e que atendam as suas necessidades.

Dentro desse cenário, a Mapfre Assistance possui a Assistência Emergencial PET, que oferece atendimento de cães e gatos domésticos, com cobertura veterinária 24 horas, com a implantação de microchip no animal assistido, transporte emergencial, informações sobre vacinas e aplicação das mesmas em domicílio, além de orientação veterinária por telefone. É uma solução completa para empresas que queiram oferecer serviços diferenciados aos seus clientes.

O serviço de assistência veterinária tem o objetivo de atender um mercado que, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), faturou R$ 16,7 milhões, em 2014, e, mesmo em um ano de retração econômica, o segmento só perde lugar no ranking global, para os EUA.

A solução conta com uma rede credenciada de clínicas e hospitais veterinários nas principais cidades do país e pode disponibilizar a lista para o destino escolhido pelo cliente. "Queremos oferecer tranquilidade aos donos e seus animais, para isso, contamos com prestadores de serviço de confiança", ressalta Patrícia.

Fonte: SegNotícias

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domingo, 3 de abril de 2016

Plano deve indenizar família de segurado morto após negar cobertura

Por negar cobertura a um de seus segurados, levando-o a arcar com sessões de quimioterapia e exames, mesmo após ter firmado em contrato que cobria custos do tratamento da doença, uma operadora de plano de saúde foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 15 mil por danos morais, em espólio, e restituir R$ 18 mil por danos materiais. A decisão é da 8ª Vara Cível de Goiânia que levou em consideração a "arbitrária recusa à cobertura de procedimentos médicos necessários e urgentes".

Cliente do plano de assistência médica desde abril de 1996, o segurado foi diagnosticado com câncer, mas a empresa negou cobertura do tratamento. Ele morreu durante o tratamento.



Após decisão favorável ao segurado em primeira instância, a empresa interpôs Apelação Cível, sustentando que agiu em cumprimento às normas editadas pela Agência Nacional de Saúde, que os exames não teriam eficácia comprovada para o tipo de câncer constatado no caso, a inexistência de dano moral indenizável e que o reembolso deve ser feito no valor que seria pago a um credenciado, e não no valor integral. 

Ao decidir o caso, o desembargador Olavo Junqueira de Andrade negou seguimento a Apelação, diante da comprovação de que o contrato de cobertura de custos de procedimentos médicos e hospitalares - firmado entre a empresa de plano de saúde e o segurado -, previa a cobertura de quimioterapia, radiodiagnóstico e radioterapia, assim como demais procedimentos.

 “Quanto à indenização por danos morais, compreendo-a devida em decorrência da arbitrária recusa à cobertura de procedimentos médicos necessários e urgentes, vez que tal causou gravame à situação de aflição psicológica e angústia no espírito do segurado, tendo, inclusive, culminado em sua morte”, enfatizou.