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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Direção em Conta, novo programa da Liberty Seguros, bonifica motoristas prudentes


A Liberty Seguros também anuncia o lançamento do Programa Direção em Conta, que utilizará uma tecnologia chamada telemetria como ferramenta para determinar preço do seguro de automóvel, beneficiando motoristas que dirigem com segurança e de forma consciente.

A iniciativa visa a calcular o preço do seguro de acordo com o comportamento do segurado no trânsito. Ao instalar um dispositivo no carro do usuário, diversos aspectos da maneira como o veículo é conduzido serão medidos no período de quatro meses, como a velocidade média utilizada, nível de frenagem, movimentos bruscos, entre outros.

Durante esses quatro meses, o segurado terá acesso em tempo real ao diagnóstico e, de acordo com a sua conduta no trânsito, pode ser bonificado na renovação da apólice. É possível acompanhar todo o processo de medição por meio de um aplicativo de celular, disponível gratuitamente para iOS e Android.



De acordo com José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação da Liberty Seguros, a companhia possui mais de cinco anos de experiência de uso dessa tecnologia nos EUA e é a primeira a utilizá-la no Brasil. "O Direção em Conta é um programa inovador, pois abre um novo capítulo na forma de interagir e consumir seguros, menos focado em estereótipos de comportamento e mais baseado no perfil de cada indivíduo. Com ele, a Liberty Seguros amplia a confiança e transparência na relação entre cliente e seguradora e acompanha uma tendência mundial de valorizar o motorista que dirige com cuidado. Ao bonificarmos o segurado prudente, acreditamos que estamos colaborando para um trânsito mais tranquilo e seguro", diz.

O programa começa a funcionar já esse mês em algumas concessionárias da cidade de São Paulo, e será destinado para novos segurados de automóveis 0 km e seminovos. O consumidor que optar em participar desse programa, ganhará no ato até 10% de desconto no valor total do seguro.

Ainda em fase piloto, a idéia da companhia é expandir o número de motoristas beneficiados pela iniciativa e aumentar a área de atuação do Programa Direção em Conta para outros estados.

Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de setembro de 2017

CET orienta fiscal a se esconder para flagrar irregularidade


Pressionados com meta de multa, os agentes de trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em São Paulo foram orientados a não ficarem visíveis para flagrar irregularidades dos motoristas, revela reportagem exclusiva da Rádio SulAmérica Trânsito FM 92,1 levada ao ar nesta terça-feira.

Estas ordens, entretanto, vão contra o regime e as normas internas de conduta do agente e são, curiosamente, verbalizadas apenas em reuniões a portas fechadas. Uma delas, porém, foi registrada e assinada. A Rádio SulAmérica Trânsito FM 92,1 recebeu um documento com a seguinte diretriz: "Ao fiscalizar PPV, não fique nem deixe VTR visível ao infrator". PPV é o programa de proteção à vida, que monitora infrações em faixas de pedestre. VTR são as viaturas dos agentes. Em outras palavras, ao fiscalizar uma irregularidade deste tipo, o “marronzinho” deve se esconder.



O documento, datado de 4 de agosto deste ano, leva um carimbo da companhia e a assinatura de um Gestor de Trânsito de sobrenome Sato, com um número de registro: 12215-7. Trata-se do empregado de carreira, Daniel Sato, do Departamento de Engenharia de Tráfego CN-3.

O regimento interno dos agentes de trânsito é claro: “É necessário ver e ser visto, portanto, deve-se buscar um posicionamento adequado no espaço físico em que executa sua atividade, visando sempre a sua segurança e a do munícipe.” 

Em entrevista na última sexta-feira, o secretário dos Transportes, Jilmar Tatto (PT-SP), afirmou que a ordem para o agente não ficar visível ao realizar este tipo de autuação não existe. “Não precisa ficar invisível. Ao contrário, ele precisa estar visível”. Na entrevista, Jilmar diz desconhecer o documento e pede para verificar sua autenticidade. “Se existir algo assim, eu peço para revogar imediatamente.”

Em nota, a CET chama de “equívoco” e promete investigar a colocação do cartaz que pede aos agentes que não deixem os carros e eles mesmos visíveis ao motorista. O material, segundo a assessoria de imprensa, foi imediatamente recolhido. Na mesma resposta, a companhia não faz nenhuma citação ou defesa do superintendente Jair de Souza Dias, apenas reitera que não há orientação nem iniciativa que indique o estabelecimento de metas nesse sentido.

Funcionários da CET, que não quiseram se identificar com medo de represálias, apontaram Jair de Souza Dias como o responsável pela mudança nas diretrizes da Companhia de Engenharia de Tráfego nos últimos meses. Eles relataram que são pressionados, também, para autuarem e guincharem mais, com metas a serem cumpridas por dia.

Um agente ouvido pela reportagem participou da reunião em que Jair destaca as novas ordens. “Tivemos uma reunião onde deixou claro que tem que autuar e tem que guinchar mais. Ele disse que vai estimular essa competição entre as áreas, e a área que autuar e guinchar mais vai ter mais recurso, mais viaturas”, revelou. “Disse também que o contrato da CET com a empresa de guincho é milionário. Ele solicitou esse contrato para o Jilmar (Tatto) e o prefeito e todo mundo tem que trabalhar para pagar isso.” 

Outro agente confirmou que a pressão veio de Jair, em uma reunião a portas fechadas. “Ele afirmou que seria punido aquele que não subisse o resultado de número de autuações.” Jair de Souza Dias está na CET desde 1986 e ocupa o cargo de Superintendente de Engenharia de Tráfego, estando abaixo apenas do direto de operações, Valtair Valadão, e do presidente da companhia, Jilmar Tatto.

Todas as diretrizes são repassadas por ele aos agentes de campo. “Só ele pode mandar uma ordem dessas para os agentes de trânsito”, relatou um agente. A maneira como Jair é conhecido entre os funcionários também não é por acaso: “Ele é conhecido como Jair Cavalo pelos corredores por causa do jeito truculento e bruto para tratar seus funcionários”, acrescentou. 

Fonte: SegNotícias

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domingo, 17 de abril de 2016

Prejuízo de acidente de caminhão supera em até 12 vezes roubo de carga

De acordo com a Associação de Gestão de Despesas de Veículos (Agev), prejuízos causados por acidentes de trânsito envolvendo caminhões podem ser até 12 vezes maiores do que os causados pelo roubo de cargas. Dessa forma, as perdas atingem não só os motoristas, mas toda a cadeia logística, atingindo em cheio o consumidor.



Dessa forma, as transportadoras e embarcadoras buscam soluções eficazes para reduzir o número de acidentes. São equipamentos que usam telemetria para identificar trechos perigosos e planos de gerenciamento de riscos, que juntos conseguem reduzir o número de sinistros.



“O custo dos acidentes, que já é alto e vai continuar crescendo. O custo médio de um acidente no Brasil é avaliado em R$ 58 mil e os maiores fatores que impactam nesse valor são danos ambientais; indisponibilidade da frota; não atendimento aos clientes; ressarcimento a terceiros acidentados e perda de capacidade produtiva e absenteísmo”, explica Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, gerenciadora de riscos independente.


“Os maiores causadores dos acidentes são a imprudência e o cansaço na direção. Por isso, monitorar estes dois pontos e alinhar as metas da empresa com eles é fundamental na prevenção”, diz Luiz Munhoz, diretor da Mix Telematics, empresa de soluções para gestão de frotas.

Os acidentes são conseqüência de comportamentos perigosos, dessa forma, trabalhar na redução destes irá impactar diretamente no seu número. Segundo Munhoz, a primeira causa mais freqüente é o excesso de velocidade, depois a direção agressiva. “A empresa deve criar uma política de direção segura, divulgar e treinar os funcionários. Além disso, as metas de produtividade da empresa devem estar sincronizadas com esta política, assim os funcionários não vão dirigir de forma perigosa para cumprirem prazos extremamente curtos”.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Dpvat completa 40 anos

“Parece que foi ontem mas já faz 40 anos que o Seguro Dpvat acompanha as mudanças no trânsito.” Com este mote a Seguradora Líder-Dpvat, administradora do benefício no Brasil desde 2008, lança campanha em revistas, jornais, rádios e televisão no último dia 1. A ação faz parte da celebração dos 40 anos de existência do Seguro Dpvat, que indeniza todas as vítimas de acidente de trânsito em todo o país, no caso de morte, invalidez permanente e despesas médicas.

De maneira lúdica e leve, as peças para TV, Rádio e mídia impressa apresentam a evolução do trânsito brasileiro, reflexo das transformações pelas quais o país passou nas últimas quatro décadas. Novamente apresentando o conceito do mundo amarelo, das placas de advertência no trânsito, as peças mostram que o Seguro Dpvat não só acompanhou essas mudanças como também sempre esteve ao lado de todos os brasileiros, que são cobertos pelo benefício. Por isso, celebrar os 40 anos do Seguro Dpvat é um motivo para todos os brasileiros.



“O Seguro Dpvat é um benefício no qual todos os brasileiros têm direito no caso de acidente de trânsito. O grande desafio que nós temos é passar uma mensagem compreensível a todas as classes sociais, idades e regiões do país. Temos a preocupação, também, de reforçar a mensagem de que não é necessário recorrer a intermediários”, explica Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder-Dpvat.

Apenas nos seis primeiros meses de 2014, a Seguradora Líder-Dpvat realizou o pagamento de mais de 340 mil indenizações, 14% a mais do que no mesmo período do ano anterior, o que representou um desembolso superior a R$ 1,7 bilhão em benefícios.

Em 2013, a campanha da Seguradora sobre a extensão dos pontos atendimento por meio das agências próprias dos Correios em todo o Brasil rendeu à Agência Master o prêmio Colunistas. Neste ano, em setembro, o vídeo desenvolvido pela mesma agência para a Semana Nacional do Trânsito viralizou. Na ocasião, a campanha, em formato de pegadinha, trazia um condutor de auto escola estimulando os alunos a cometerem infrações no trânsito para testar a reação dos futuro motoristas. 

A campanha dos 40 anos do Seguro Dpvat também é assinada pela Master.

Acidentes fatais de moto são 30% menos em cidade que investe em segurança

O investimento em itens de segurança vem reduzindo o índice de acidentes fatais com motociclistas nas principais capitais brasileiras. É o que revela recente pesquisa da RS1, empresa de ecommerce do setor automotivo. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, apresentam redução de quase 30% nas mortes em acidentes de trânsito com motoqueiros e, ao mesmo tempo, um aumento de mais de 100% na compra de capacetes.

Segundo o estudo, São Paulo registra um crescimento de cerca de 120% na aquisição de itens de segurança entre 2013 e 2014 e, paralelamente, uma redução de 12% na mortalidade de motoqueiros em acidentes de trânsito de 2001 a 2011 (Mapa da Violência 2013 - Acidentes de Trânsito e Motocicletas). 



No Rio de Janeiro, o levantamento da RS1 mostra um aumento de quase 70% nas vendas de capacetes no último ano e redução de 27% no índice de acidentes fatais com motociclistas. Já a cidade de Goiânia apresenta queda de 40% na compra de capacetes e, ao mesmo tempo, aumento de 25% no nível de acidentes fatais, o que sugere uma clara relação entre a compra do item de segurança e o índice de acidentes fatais.

O Brasil, em 2010, figurava na 33ª posição entre os países com maior índice de acidentes fatais no trânsito a cada 100 mil habitantes. Em números absolutos, apenas China e Índia superavam os números brasileiros, segundo o Mapa da Violência 2013 - Acidentes de Trânsito e Motocicletas. 

A quantidade de pessoas que sofreram acidentes em motocicletas e são internadas pelo SUS subiu 366% de 1998 para 2012 no Brasil, segundo Mapa da Violência 2013.

Pesquisa realizada pelo Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP) mostra que a cidade de São Paulo sofreu 1051% a mais de mortes em acidentes com motocicletas no ano de 2013 em comparação com Nova Iorque.

sábado, 4 de junho de 2011

Excesso de velocidade é a maior causa de acidentes em rodovias

Rastreador alerta velocidade e reduz acidentes

Segundo as Nações Unidas em seu Relatório Mundial para Prevenção de Traumatismos em Acidentes Rodoviários de 2004, o excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes em todo mundo.*

No Brasil, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), através do seu Instituto de Pesquisas Rodoviárias atesta que “o controle de velocidade é uma ação voltada fundamentalmente para a segurança de trânsito” e “a instalação dos redutores de velocidade apenas se terá justificado com um permanente monitoramento,...”, isto é, não adianta controlar, se não fiscalizar.


A partir destas e outras constatações a CELTEC, indústria 100% nacional com 20 anos de atuação na área eletro-eletrônica, desenvolveu e estará lançando na EXPOSEC 2011** o sistema de rastreamento AUTOCARGO com o inédito controle de velocidade batizado de SAFETY SPEED (Velocidade Segura), alertando ao motorista quando a velocidade esta acima do limite de segurança para o local.

- Através de dados armazenados de viagens já realizadas, uma Central de Controle realiza a programação de todas as velocidades seguras durante toda a rota do veículo, informa Rocha, Diretor da CELTEC.

A grande novidade deste sistema é embarcar no módulo rastreador do veículo o controle de velocidade através de um programa que gerencia a velocidade pelo satélite GPS a cada segundo, informando em tempo real qualquer situação de risco. Assim, o motorista é informado através de um terminal de dados a sua velocidade atual e a velocidade de segurança, alertando-o em casos de distração, além de permitir, ao mesmo tempo, o acompanhamento da viagem através de um Software de Controle e pela Internet, para ações educativas ou corretivas.

- Caso o condutor não diminua a velocidade, o terminal aciona automaticamente uma central de segurança, além de enviar automaticamente email ou SMS para os responsáveis, explica Avelino Rocha Neto, Diretor da empresa; complementando: - Desta forma, a empresa passa a exigir do seu funcionário um maior cuidado na condução do veículo, reduzindo custos e o mais importante, evitando acidentes!

Maiores informações no DDG 0800 600 3800 ou no Website www.autocargo.com.br.

* World report on road traffic injury prevention - Organização Mundial da Saúde – OMS, 2004.
** A 14a. Exposec é a maior feira de segurança eletrônica da América Latina e acontecerá de 24 a 26 de Maio de 2011 no Centro de Exposições Imigrantes (www.exposec.tmp.br


fonte:Avelino Rocha Neto

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Começam a valer hoje as 8 Zonas de Máxima Proteção ao Pedestre em SP

Motorista terá de parar na faixa sempre que alguém estiver tentando atravessar; agentes atuarão principalmente na região central

Motoristas paulistanos têm, a partir de hoje, de parar nas faixas de pedestre quando houver alguém atravessando - comportamento que já deveria ser obrigatório, segundo o Código de Trânsito Brasileiro.

Começarão a valer em oito pontos da cidade as Zonas de Máxima Proteção ao Pedestre (ZMPPs), a mais recente tentativa de mudar comportamentos e reduzir atropelamentos.

O objetivo do programa é criar áreas onde a travessia dos pedestres será feita com a máxima segurança. Haverá reforço de agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) nesses locais e de orientadores de tráfego - pessoas que vão ficar com bandeiras e balançá-las na frente dos motoristas, sempre que uma pessoa estiver atravessando sobre a faixa de pedestres.

Inicialmente, haverá ações apenas nas 8 ZMPPs, formadas provavelmente por dez cruzamentos. Essas áreas estão em um perímetro compreendido pelas Avenidas Duque de Caxias e Paulista - os limites laterais serão a Rua da Consolação e as Avenida Liberdade e do Estado. O objetivo em um segundo momento é expandir a campanha para outras regiões da capital.

A lista completa com os pontos será divulgada na manhã de hoje pelo secretário dos Transportes, Marcelo Cardinale Branco. Mas já estão certas ações nos cruzamentos das Avenidas Ipiranga com São Luís e no perímetro formado pelas Ruas da Consolação, Martins Fontes, São Luís e Xavier de Toledo. Foram colocadas 470 placas pela região central com a frase "Na conversão, a prioridade é sempre do pedestre".

Multas. Inicialmente, a CET vai dar preferência a orientar motoristas que cometerem infrações nessas áreas. A companhia alerta, no entanto, que após um período não especificado de adaptação vai intensificar a aplicação de multas aos infratores.[2]

A campanha é inspirada na experiência de Brasília dos anos 1990. Em 2010, 630 pedestres morreram no trânsito de São Paulo - metade do total de mortos em acidentes na cidade.


Fonte: Revista Cobertura - Renato Machado

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Estradas: radar flagra falta de licenciamento

42 equipamentos já estão funcionando em 24 rodovias do Estado. Multa para quem está irregular é de R$ 191,54

A Polícia Militar Rodoviária começou ontem a usar 42 radares inteligentes para fiscalizar a falta de licenciamento de veículos nas 24 principais rodovias do Estado. Mesmo veículos de outros Estados serão identificados e, se estiverem irregulares, serão apreendidos. Os equipamentos estão instalados desde setembro, mas só ontem passaram a fornecer essas informações.

Além de apreender o veículo, a Polícia Militar Rodoviária vai aplicar multa de R$ 191,54 ao motorista sem licenciamento. A infração é gravíssima e vale sete pontos na CNH.

Os radares têm o Leitor Automático de Placas (LAP), mesmo sistema usado na capital para identificar carros que não cumprem o rodízio de veículos - e foram responsáveis por quase metade das cerca de 6 milhões de multas emitidas pelo Município no ano passado. Fora isso, eles também multam motoristas que dirigem acima da velocidade permitida. O Estado tem 21 milhões de veículos registrados. A estimativa do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) é de que até 25% da frota (ou 5,2 milhões) esteja sem licenciamento.

Os aparelhos foram instalados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que investiu R$ 11 milhões. Segundo o departamento, 95% dos recursos arrecadados com as multas serão investidos na segurança do trânsito. Os 5% restantes vão para o Fundo Nacional de Segurança (Funcet), que é administrado pela Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A promessa, ainda sem data, é de que as máquinas também possam identificar se o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) está em dia.

Fonte: Ter, 30 de Novembro de 2010 13:51 Bruno Ribeiro JORNAL DA TARDE - O Estado de S.Paulo NOTÍCIAS - Seguros 

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Artigo sobre como dirigir bem

Dirigir parece fácil. É basicamente conseguir fazer com que o veículo em que estamos sentados no papel de motoristas se mova para frente (ou para trás em eventuais ocasiões), sem bater em nada. Mas uma coisa a vida nos ensina: não confie em nada que pareça fácil. Caso contrário à frase “se a esmola é demais o santo desconfia” não teria o menor significado prático.

Tudo começa a se complicar quando entendemos que para sairmos do lugar com o tal veículo, devemos dominar três pedais (freio, embreagem e acelerador), com apenas “dois pés”.

Percebemos que para lidarmos com esses pedais não basta apenas pisarmos neles, mas temos de fazer isto em seqüências alternadas, coordenadas e de forma impensada, pois se pensarmos muito não dará tempo de evitar o acidente no qual estávamos justamente tentando achar um meio de impedir.

Contudo, os pedais são apenas parte da complexa cadeia de instrumentos do veículo que devemos manusear. Outro complicador é a caixa de câmbio. Temos que saber qual marcha usar em cada situação, não esquecendo nunca de utilizar os pedais de forma sincronizada com a referida marcha para que a mesma funcione.

Passamos de seres humanos a malabaristas de mãos e pés. Utilizando nossos membros em equipe na esperança de que eles saibam o que estão fazendo. Mas não é só isso. Devemos ter senso de direita e de esquerda, e para provar aos demais motoristas que possuímos este domínio, precisamos acionar o pisca-pisca na direção em que gostaríamos de virar o carro. Com um detalhe: se vamos para direita, a alavanca do pisca não vai para direita e sim para cima, e se quisermos ir para esquerda devemos move-la para baixo.

Necessitamos saber diferenciar a dita alavanca de outras que ficam espalhadas ao redor do volante, como por exemplo, a alavanca do limpador de pára-brisa. Salvo se o limpador for acionado por botões, ou outro dispositivo qualquer (Calma, se você é um aspirante a motorista não desista ainda, pois tudo tende a piorar).

Ao se pensar em pegar à estrada, manipulando três pedais com dois pés, dominando as tais alavancas, os botões e demais dispositivos do painel e sabendo os caminhos tortuosos que fazem as marchas serem engatadas, a pessoa pode então se concentrar em dirigir. Isto consiste simplesmente em ir pisando no acelerador, enquanto se olha pelo retrovisor lateral esquerdo, lateral direito, retrovisor traseiro, cuidando do marcador de velocidade, e... Meu Deus! Olha para frente!

Enfim, para que possamos ser bons motoristas, devemos ter em mente que mesmo que não sejamos alienígenas de três pernas, quatro braços, e com olhos atrás da nuca, o maior complicador para conseguirmos ir bem no trânsito não é o pedal, a alavanca, o câmbio, ou outro mecanismo qualquer do carro.

A principal peça que causa problemas e que deve ser bem verificada antes de alguém assumir o volante é a sua própria cabeça. Pois é ali que reside o senso de prudência, a consciência, o respeito, a atenção e a educação entre outros tantos fatores importantíssimos para se dirigir bem. Sem isso, qualquer passeio de domingo pode transformar-se em uma tragédia, muitas vezes fatal, guiando o pretenso motorista a um caminho sem volta.

Autor: Antonio Brás Constante