quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Número de indenizações do Seguro Dpvat subiu 25% de janeiro a setembro de 2013

O número de indenizações pagas pelo Seguro Dpvat às vítimas de acidentes de trânsito continua a subir: estatísticas da Seguradora Líder Dpvat apontam acréscimo de 25% na quantidade de benefícios pagos de janeiro a setembro de 2013 ante mesmo período de 2012, chegando a 445.833 indenizações. Os pagamentos por invalidez permanente, mais uma vez, foram os principais responsáveis pelos acidentes, registrando alta de 36% em relação ao ano passado.

O aspecto positivo a destacar, cabe às indenizações por morte. De acordo com o estudo, o pagamento dessas indenizações caiu 9% em relação ao período de janeiro a setembro de 2012. Neste período, foram pagos 41.761 benefícios por morte.



As vítimas mais freqüentes continuam sendo as com idade entre 18 e 34 anos, totalizando 50,8%, sendo predominantemente composta por homens. O sexo masculino, entre todas as idades, somou 76% de todas as indenizações pagas até setembro de 2013. Quando analisadas as indenizações por tipo de veículo, as estatísticas mostram que 72% dos benefícios foram pagos em conseqüência de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas, sendo o anoitecer, entre 17 e 19h59, o período de maior incidência de acidentes indenizados (24%).

A predominância de indenizações por morte, resultante de acidentes causados por automóveis, foi observada em quase todo o Sudeste, tendo em vista a maior concentração deste tipo de veículo na composição da frota desta região (67%). A exceção fica por conta do Espírito Santo, onde motocicleta é o veículo que mais se envolve em acidentes fatais. 

No Sul, onde também predomina a frota de automóveis (64,7% do total da região), os acidentes fatais envolvendo estes veículos lideram as estatísticas: 57% no Paraná, 56% no Rio Grande do Sul e 55% em Santa Catarina. Já na Região Centro-oeste, apesar da maioria de acidentes fatais ter envolvido automóveis, o estado do Mato Grosso apresentou um número maior de indenizações por mortes em acidentes com motocicletas, correspondendo a 48% dos benefícios concedidos pelo Seguro Dpvat no período.

Nas Regiões Norte e Nordeste, o veículo de duas rodas é o principal causador de acidentes fatais indenizados pelo Seguro Dpvat. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito, a frota de motocicletas da Região Norte é de 48,4% e da Região Nordeste 43,8%.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Seguro não vale como garantia de dívida trabalhista

Apólices de seguro não podem ser utilizadas como garantia inicial de dívida trabalhista. A decisão é da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O colegiado negou pedido de uma empresa de telemarketing com atuação no Ceará. Condenada a pagar R$ 5 mil a uma ex-funcionária, a ré ofereceu um seguro de R$ 5.170,33 como garantia.

A desembargadora Dulcina Palhano, relatora do recurso, disse que a penhora deve seguir a ordem de preferência definida pelo artigo 655 do Código de Processo Civil. Em primeiro lugar, dinheiro, seguido por veículos, bens móveis, imóveis, navios e aeronaves, ações e percentual sobre o faturamento da empresa devedora.



“O seguro garantia não está previsto como opção de garantia inicial do juízo, mas como potencial alternativa para o devedor ante a eventual necessidade de substituição de penhora existente”, afirmou a desembargadora.

Mesmo que o seguro se encaixasse na regra, a apólice oferecida pela empresa não poderia ser aceita, segundo Palhano. O título oferecido não cumpre a exigência legal de ser 30% superior ao débito da empresa. O voto da relatora foi acompanhado por unanimidade pelos desembargadores da 1ª Turma.

Previdência complementar arrecadam R$ 7 bi em novembro


A arrecadação dos planos de previdência complementar aberta contabilizou em novembro R$ 7 bilhões em novos depósitos, alta de 3,18% na comparação com os R$ 6,8 bilhões registrados no mês de outubro. O segmento possui atualmente 13.487.031 contratos ativos e 94.666 pessoas usufruindo dos benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).


“O volume de novas contribuições para a previdência complementar aberta em novembro reflete a preocupação das pessoas com a qualidade de vida no futuro, principalmente após a aposentadoria. Quem investe em previdência busca oportunidades de maiores ganhos no longo prazo, pois a vantagem tributária é o grande diferencial comparativamente a outras modalidades de investimentos”, afirma Osvaldo do Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).


A captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates), desde o mês de setembro, registra saldo positivo e fechou o mês de novembro com R$ 3,9 bilhões, 6,69% acima dos R$ 3,6 bilhões registrados no mês de outubro, segundo a FenaPrevi, entidade que representa 62 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.


“Com as ações de orientação e educação financeira das empresas do setor, principalmente em relação à importância de uma visão de longo prazo, quem tem, ou pretende ter, um plano de previdência complementar aberta está começando a entender os benefícios e a importância da adequação destas aplicações ao momento de sua vida e ao seu perfil de risco”, explica o presidente da FenaPrevi. 


Os planos empresariais foram destaque, com expansão de R$ 605,3 milhões, alta de 8,54% frente ao mesmo mês em 2012. Os planos individuais registraram captação de R$ 6,3 bilhões no período, leve retração de 5,94% frente ao resultado de novembro de 2012. Já os planos para menores fecharam o mês com arrecadação de R$ 138,5 milhões, retração de 19,69% frente ao mesmo período do ano anterior.


No mês de novembro, a carteira de investimentos do segmento de planos de caráter previdenciário apresentou saldo de R$ 367,9 bilhões, alta de 10,97% em relação aos R$ 331,5 bilhões computados no mesmo mês do ano anterior.


A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período, com 32,14% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (23,86%); BrasilPrev Seg. e Previdência (22,36%); Zurich Santander Seg. e Prev. (5,83%); Caixa Vida e Previdência (5,82%); HSBC Vida e Previdência (3,07%); Icatu Seguros (2,04%); Sul América Seg. e Previdência (1,23%); Safra Vida e Prev. (0,92%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,66%). As demais entidades somam, no total, 2,07% da carteira de investimentos.


As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário) apresentaram saldo de R$ 358,2 bilhões em novembro, 12,83% maior que o valor registrado (R$ 317,4 bilhões) no mesmo mês em 2012.


As provisões do VGBL tiveram crescimento de 16,35% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, passando de R$ 203,3 bilhões em novembro de 2012 para R$ 236,5 bilhões em novembro de 2013. Já as provisões dos planos PGBL cresceram 7,20% no mesmo período, passando de R$ 73,2 bilhões em novembro de 2012 para R$ 78,5 bilhões em novembro de 2013. As reservas dos planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 40,4 bilhões para R$ 42,6 bilhões em novembro de 2013, expansão de 5,49%.


Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 66,03% do total, seguidos pelos PGBL, com 21,93% do volume total, enquanto os planos tradicionais contaram com 11,89%. Outros produtos - incluindo os Fapi - completam a equação, com 0,15%.


No acumulado de janeiro a novembro, os recursos arrecadados pelo sistema também tiveram alta. Ingressaram R$ 65,2 bilhões, valor 5,37% maior que o verificado no mesmo período do ano anterior. Na análise por tipo de produto, os planos individuais tiveram incremento de 6,59% em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo arrecadado R$ 57,6 bilhões. Os planos coletivos (empresariais) registram R$ 6 bilhões, com leve retração de 0,48%, e os planos para menores, por sua vez, arrecadaram R$ 1,5 bilhão, com retração de 12,34% em relação ao acumulado do ano anterior.


A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário completo, o poupador pode deduzir, anualmente, da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.


Para usufruir da dedução, o investidor em previdência privada aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração. 


Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.


De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.


Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

Fonte: SegNotícias

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Porto Seguro anuncia novidades para o mercado de aplicativos de táxi


A Porto Seguro e a Incube (desenvolvedora do aplicativo gratuito Vá de Táxi) anunciaram novas funcionalidades para o aplicativo que facilitarão o dia-a-dia de taxistas e clientes, além de acirrar a disputa no mercado. A partir de fevereiro, o Vá de Táxi oferecerá um novo tipo de chamada que determina qual carro poderá atender mais rápido o passageiro, proporcionando mais agilidade ao serviço. A função, que permite ao cliente escolher qual taxista irá atendê-lo, continuará disponível.

Outra novidade do aplicativo é a “wallet para cartões”, que oferecerá ao usuário a opção de cadastrar mais de um cartão de crédito para efetuar o pagamento. Além disso, o Vá de Táxi ganhou um novo leiaute, mais dinâmico, possibilitando maior experiência do usuário com o aplicativo.


Estas novas ferramentas da Incube e Porto Seguro fortalecem a parceria entre as empresas que planejam aumentar sua participação no setor de apps de chamada de táxis no decorrer de 2014. “O nosso plano de expansão do Vá de Táxi já está em prática, com foco na cidade do Rio de Janeiro, onde há um trabalho de captação de taxistas. Outras cidades do país também estão sendo mapeadas de acordo a participação da Porto Seguro nestes mercados”, explica Alex Barbirato, CEO da Incube. A empresa prevê um faturamento de US$ 2,5 milhões esse ano.


De acordo com o executivo, a parceria do Vá de Táxi e da Porto Seguro começou no ano passado, com o lançamento do aplicativo. Desde o lançamento oficial em agosto, o app conquistou 30 mil passageiros. “Nosso objetivo com o Vá de Táxi, primeiro aplicativo a tornar real o pagamento mobile no Brasil, é aumentar a confiança no relacionamento entre clientes e taxistas e unir forças no mercado de soluções móveis, gerando maior praticidade para os usuários e resultados positivos em diversas frentes”, diz Rafael Caetano, gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro.


Como uma das ações para estimular a disputa no mercado, o Vá de Táxi e a Porto Seguro fizeram recentemente uma promoção conjunta, entre outubro do ano passado e janeiro de 2014, na cidade de São Paulo. Para os clientes que pagarem com o cartão de crédito Porto, o aplicativo oferece 20% de desconto no valor da corrida e os pontos em dobro

Tokio Marine lança aplicativo de auto-atendimento para smartphones

A Tokio Marine Seguradora anuncia o lançamento do aplicativo mobile do Portal Auto-atendimento para as plataforma IOS e Android. Agora, com apenas um toque, é possível acessar o canal pelo celular e obter informações e serviços úteis sobre os seguros contratados.

Inicialmente, a ferramenta está disponível para os seguros Automóvel e Residencial e traz funcionalidades como: login por redes sociais, localização de corretores e oficinas credenciadas, cartão do segurado com todas as informações da apólice, segunda via de apólice, segunda via de boleto e telefones da central de atendimento da seguradora.

“Com o lançamento do aplicativo, reforçamos a filosofia de facilitar cada vez mais o dia-a-dia dos nossos clientes, colaboradores e corretores, mantendo a alta qualidade dos produtos e serviços da Tokio Marine Seguradora no mercado brasileiro de seguros”, afirma o diretor de Operações e Tecnologia da companhia, Adilson Lavrador.


De acordo com o executivo, a estratégia da Tokio Marine é investir cada vez mais em mobilidade. As próximas etapas do projeto do aplicativo para celular prevêem a inclusão de serviços de alertas (cadastro de lembretes de datas importantes), localização de estacionamentos, postos de gasolina e acompanhamento de sinistros. “Neste ano, continuaremos investindo, inovando e oferecendo as melhores soluções aos nossos segurados e parceiros de negócios. O portal ficará ainda melhor com a inclusão de mais funcionalidades, produtos e serviços”, diz Lavrador.

Para baixar o aplicativo, é necessário acessar o APP Store (Apple) ou Play Store (Android) e buscar por ‘tokiomarine’.

Checkauto evita prejuízos de mais de R$ 12 bi aos clientes

A Checkauto - empresa do Grupo Dekra Brasil, especializada em informações sobre o histórico de veículos seminovos e usados - anunciou ter fechado 2013 evitando mais de R$ 12 bilhões de prejuízo aos bolsos dos consumidores. A ocorrência de maior reincidência foi de alienação quando o proprietário vende o veículo ainda não quitado, e o comprador assume a dívida, representando 67% do total das consultas.


Lilian Graciano Ponce, gerente da Checkauto, alerta para a importância de realizar a consulta antes de fechar o negócio. “Ao adquirir um veículo alienado, a dica é ver se o vendedor tem todas as parcelas em dia. Em uma eventual transferência, os juros das parcelas atrasadas podem fazer o negócio não valer” alerta. No período, também foram avaliados outros fatores que impactariam em perdas significativas aos compradores: “restrição de arrendamento” (11%), “roubo e furto” (6%) e “histórico de leilão” (6%). Com os quatro itens, a perda evitada ultrapassou R$ 11 bilhões, quase 90% do total.

Ainda de acordo com o balanço, em 2013 a empresa registrou aumento de 20% nas restrições, em relação ao ano anterior. Em 2013, 6% das ocorrências detectadas na consulta Checkauto referiam-se a veículos frutos de roubos e furtos em aberto, o que significa que o carro é roubado e está sendo procurado. “Neste caso, a situação fica mais complicada.


O comprador poderá responder legalmente por um crime que não cometeu”, alerta Lilian. A executiva acredita que existe a necessidade de conscientizar os consumidores sobre a importância em realizar uma consulta Checkauto, com o propósito de orientá-los. “Precisamos despertar nos consumidores a importância de verificar o histórico dos veículos seminovos/usados, antes da aquisição, garantindo, assim, um negócio transparente, segura e que favorecendo as duas partes.”


Para Lilian, neste ano, o cenário referente às restrições não deve fugir do padrão registrado nos últimos exercícios, com reincidência nas ocorrências historiadas em 2013. Por isso, a Checkauto reitera a importância de investigar as condições dos usados e seminovos. “O comprador que desprezar a consulta pode sofrer consequências e perdas, muitas vezes irreparáveis”, ressalta.
Fonte: SegNotícias

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Setor de seguros deve crescer mais de 15% em 2014

O mercado de seguros no Brasil vem mantendo crescimento na casa de dois dígitos nos últimos anos devido à pequena penetração do setor. Dentre os desafios para manter esse ritmo de crescimento está a baixa cultura do brasileiro para proteções securitárias.

Muitas pessoas fazem seguro do automóvel, mas deixam, por exemplo, de contratar apólices para proteger a vida, futuro e até mesmo a residência.



Para 2014, o setor de seguros, incluindo os segmentos de saúde, previdência privada e capitalização, trabalha com a estimativa de crescimento de 15,6%, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). “Nossa visão é positiva para 2014. O desafio é a manutenção da rota de crescimento, mas 15% é uma expansão expressiva”, avalia o presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.


O potencial do mercado de seguros tem não só atraído cada vez mais players, mas também a atenção dos bancos, que vêem no setor um impulsionador para as suas receitas. A Bradesco Seguros, que emitiu quase R$ 50 bilhões em prêmios no ano passado, respondeu por mais de 30% do resultado do banco em 2013.


Já a BB Seguridade, que controla os negócios de seguros do Banco do Brasil, emplacou a maior abertura de capital do mundo em 2013 ao captar R$ 11,5 bilhões.

fonte Segnotícias

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