sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Pesquisa mostra problemas em assistência de planos de saúde


Em São Paulo existem atualmente 32,4 milhões de homens e mulheres, com 18 anos ou mais, segundo o IBGE (Censo 2010/Estimativa 2014), sendo 13,6 milhões usuários de planos de saúde, dos quais 88% (11,9 milhões), usaram os serviços nos últimos 24 meses. Do grupo que recorreu aos planos de saúde nos últimos 24 meses, 84% relataram problemas; projetando o número para os 11,9 milhões de usuários chega-se a aproximadamente 10 milhões de pacientes enfrentando problemas. 

Tendo como base pesquisa DataFolha encomendada pela Associação Paulista de Medicina (APM) especialmente para apurar a opinião dos pacientes sobre a qualidade da assistência oferecida por planos de saúde no Estado de São Paulo, no item consultas médicas, entre os problemas mais frequentes destacam-se demora na marcação de consultas (58%) e médico saiu do plano (34%). A pesquisa mostra também que, por falta de opções de atendimento no plano de saúde, 20% declaram que recorreram ao SUS.

O quadro é preocupante. Problemas importantes no atendimento em pronto-socorro, as dificuldades de quem necessita de uma cirurgia, os complicadores para realização de exames e procedimentos de maior custo, as barreiras impostas pela burocracia, o suplício para a marcação de consultas, as conseqüências do descredenciamento de médicos, hospitais e laboratórios, entre outros pontos, são queixas recorrentes e gravíssimas.

A pesquisa foi realizada junto a homens e mulheres, com 18 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas, que possuem plano ou seguro saúde como titulares ou dependentes e que utilizaram algum serviço nos últimos 24 meses. A coleta de dados aconteceu de 30 de julho a 04 de agosto de 2015. A amostra total, com o público-alvo, é de 900 entrevistas. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

A investigação estimulada sobre a utilização de serviços e percepção de problemas tem como principais reclamações o pronto atendimento/pronto socorro (80%) consultas médicas (69%), exames e diagnóstico (58%). Local de espera lotado é o principal problema apontado pelos usuários do pronto atendimento (73%). Demora para ser atendido também é um aspecto importante, mencionado por 61% dos usuários. Outras reclamações que merecem ser destacadas são demora ou negativa para realização de procedimentos necessários (34%) e negativa de atendimento (11%).

O entendimento da APM, neste caso, é que os dados são preocupantes, pois é nos prontos socorros que encontramos casos mais graves e, portanto, necessitando de resolubilidade imediata.

O quesito atendimento hospitalar/internação também figura entre as principais reclamações dos usuários (51% de ocorrências de problemas). Os principais problemas são as poucas opções de hospitais (43%) e a demora para autorização de internação (23%).

Quando a pauta são as cirurgias, há 31% de ocorrências de problemas. A demora para autorização (23%), negativa de cobertura ou autorização (15%) e falta de cobertura de materiais especiais (12%) são as queixas mais citadas.

Quanto aos exames e diagnósticos, as queixas mais comuns referem-se à demora para marcação (35%), poucas opções de laboratórios e clínicas especializadas (32%), tempo para autorização de exame ou procedimento (29%).

Outros números mostram que 54% têm a percepção de que os planos pressionam os médicos para reduzir o tempo de internação hospitalar ou UTI; 68% têm a percepção de que os planos dificultam a realização de exames de maior custo; e 58% têm a percepção de que os planos pagam aos médicos um valor muito baixo por consultas e procedimentos.

O presidente da APM, Florisval Meirão, diz que os problemas persistem, mesmo com as normas da Agência Nacional de Saúde que estabelecem prazos para atendimento dos usuários. "A ANS emitiu algumas normas disciplinando o prazo máximo para marcação de consultas, mas grande parcela tem dificuldade. Parte porque procura médico específico que não está disponível, mas grande parte tem dificuldade em encontrar especialistas. Outros, desconhecem as regras ou não utilizam os canais para resolver o problema", disse Meirão.

Para ele, a demora no atendimento ao paciente em um setor de emergência é inaceitável. "As pessoas procuram o pronto-socorro porque há algo que exige atendimento imediato. A demora excessiva é inaceitável. Isso já foi denunciado, mas infelizmente continuamos vivendo esse problema", disse.

"É fato que faltam leitos e a disponibilidade de hospitais tem sido restrita e isso traz grande dificuldade. O número de leitos é insuficiente e isso não se resolve a curto prazo. É preciso que os empresários tomem providências, mas em um momento de crise, como o que vivemos, é difícil que façam", completou o presidente da associação.

Fonte: SegNotícias


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Beneficiários da Unimed Paulistana poderão fazer portabilidade extraordinária


A ANS, o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual de São Paulo e o Procon-SP firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Unimed do Brasil, a Central Nacional Unimed, a Unimed Fesp e a Unimed Seguros para acelerar o processo de proteção dos consumidores e garantir a assistência aos beneficiários da Unimed Paulistana.

O acordo possibilita, inicialmente, aos consumidores de planos individuais e familiares e coletivos empresariais com até 30 vidas da operadora fazer o exercício da portabilidade extraordinária de carência para planos individuais ou familiares de sua escolha no sistema Unimed, no prazo de 30 dias, a partir desta quinta-feira (1).

Os beneficiários da Unimed Paulistana que estão em planos coletivos por adesão e empresariais com mais de 30 vidas já estão sendo transferidos para outras operadoras. Os beneficiários domiciliados na área de ação da Unimed Paulistana poderão escolher produtos ofertados pela Central Nacional Unimed, Unimed Fesp e Unimed Seguros. Para receber esses consumidores (que somam cerca de 155,3 mil) essas operadoras registraram quatro novos tipos de planos de saúde individuais/familiares específicos junto à ANS.



A listagem com os preços máximos dos produtos por faixa etária, características, rede credenciada e modelo de contrato deverá ser divulgada nos pontos de venda e também nos portais das operadoras na internet.

Os beneficiários domiciliados fora dos municípios de ação da Unimed Paulistana serão encaminhados para as operadoras do sistema Unimed que atendem localmente e poderão fazer a portabilidade para os planos individuais ofertados.

As operadoras signatárias do TAC deverão enviar, em até 20 dias, uma carta aos beneficiários com orientações informando sobre a portabilidade extraordinária e detalhando os respectivos preços máximos dos produtos e a documentação necessária para o exercício desse direito. Os beneficiários domiciliados em municípios fora da área de ação da Unimed Paulistana receberão na carta o endereço da respectiva Unimed que irá recebê-los.

Para atender os clientes em processo de transferência, as operadoras deverão manter postos de venda abertos em dias úteis, de segunda a sexta, das 9 às 17h, até a conclusão da portabilidade.

Além dos planos acima referidos, a Central Nacional Unimed dispõe de outros planos individuais ativos que também poderão ser opções a esses beneficiários.

Segundo o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, o TAC expressa a preocupação da ANS e dos órgãos de defesa do consumidor com a proteção dos beneficiários da Unimed Paulistana, assegurando a manutenção da qualidade dos serviços. "A ANS tem agido para promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde. Diante da dificuldade da Unimed Paulistana em manter a assistência aos consumidores, decidimos acelerar o processo para promover a portabilidade de carência dos consumidores que se encontram em planos individuais e familiares e coletivos com até 30 vidas, que são os mais vulneráveis", destaca Abrahão.

Os atendimentos de urgência e emergência serão imediatamente assumidos pelas operadoras Central Nacional Unimed, Unimed Fesp e Unimed Seguros. Os casos de internação e pacientes que se encontram em tratamento continuado têm prioridade na efetivação da portabilidade e serão contatados pelo Sistema Unimed prioritariamente.

O TAC estabelece ainda que as operadoras que receberão os beneficiários devem cumprir os prazos máximos de atendimento estipulados pela ANS na Resolução Normativa nº 259/2011. Caso a capacidade de atendimento e a adequação da rede oferecida não se mostre suficiente, as Unimeds deverão fazer os ajustes de ampliação necessários. O não cumprimento das obrigações assumidas no Termo resultará em multa diária no valor de R$ 5 mil.

A Resolução Operacional que dispõe sobre a portabilidade extraordinária será publicada no Diário Oficial da União (DOU) de amanhã. Com essa medida, cessa o processo de alienação compulsória de carteira.

Fonte: SegNotícias


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Seguro de carro pode ter economia anual de R$ 3.441, aponta Proteste


Ao pesquisar com atenção o seguro do carro, é possível economizar até 70%. É preciso saber escolher um seguro adequado ao perfil e com um preço razoável. Levantamento feito pela Proteste Associação de Consumidores, com seis perfis de consumidores, comparando 310 apólices, constatou que é possível uma economia anual de até R$ 3.441.

Essa economia ocorre no caso de uma seguradora que cobra R$ 4.876 anuais, enquanto outra oferece o mesmo serviço por R$ 1.435, para o seguro de um Toyota Corolla ano 2013, para um homem casado, com 56 anos, 22 de habilitação, morador da cidade do Rio de Janeiro.

Assim como o preço, nem tudo é igual quando o assunto é seguro de carro. Há aqueles que cobrem riscos na pintura e danos no pneu, os que têm cobertura no Mercosul, e os que não oferecem carro reserva, por exemplo. A leitura detalhada do contrato evita transtornos, como descobrir que não tem aquela cobertura na hora que precisar utilizar.



A lista de exclusões pode ser longa. No teste, se constatou que apenas Bradesco e Sul América oferecem cobertura para danos causados aos pneus e à pintura do carro simultaneamente. Já o Grupo BB Mapfre e Yasuda Marítima só cobrem os riscos à pintura. Nas demais, esses riscos não têm cobertura.

Fique de olho também no valor da franquia. Às vezes, o valor do prêmio é acessível, mas esconde uma franquia que pode custar até 251% do custo anual do seguro. Todas as seguradoras do teste foram mal avaliadas nesse item por cobrarem franquia nos casos de prejuízos parciais decorrentes de choque, colisão e capotamento e porque, além disso, elas cobraram franquia superior a R$ 1,5 mil.

O check-list de quem não quer pagar caro no seguro do automóvel inclui ainda a classe de bônus. É um desconto concedido ao segurado a cada renovação sem sinistro. Por isso, esse item só vale para quem está renovando o seguro. Lembre-se de informar ao corretor qual é a sua classe de bônus porque ela não é incluída automaticamente e não são todas as seguradoras que explicam isso com detalhes no contrato.

Neste item, é importante saber quais são as situações que reduzem a classe de bônus e os prazos de renovação da apólice sem a perda do desconto. Neste quesito, ficaram mal avaliadas as seguradoras Yasuda Marítima e Zurich, porque só mencionavam o bônus no glossário da apólice.

A Tokio Marine e HDI foram bem avaliadas por oferecerem abrangência na zona do Mercosul e Chile na cobertura básica. Já as seguradoras Allianz, Bradesco e Porto Seguro somente oferecem cobertura nacional e, por isso, foram avaliadas como aceitáveis.

No quesito assistência 24h, que comporta serviços úteis para momentos de imprevistos, como pane, carro reserva, troca de pneu e hospedagem, todas as seguradoras ficaram bem avaliadas. Mas Allianz e Porto Seguro se sobressaíram por possuir alto limite de quilometragem para a prestação de socorro, o qual é gratuito, e valor da diária de hospedagem acima de R$ 150.

Todas as seguradoras pesquisadas permitem a escolha da oficina de confiança para realizar o reparo ou conserto, além de registrarem em suas condições gerais o prazo máximo permitido por lei de 30 dias para indenização em caso de perda total.

Para o perfil A, foi considerada a contratação de um seguro para o carro Toyota Corolla XEi 2.0, Flex, 16V, automático, ano 2013, 4 portas, bicombustível, para um homem de 56 anos, casado, com 22 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. Para o Perfil B, foi simulado o seguro de um Chevrolet Celta Spirit 1.0 MPFI, 8V, FlexPower, 2010, 2p, bicombustível para uma mulher de 34 anos, solteira, com 4 anos de habilitação e que usa o carro duas vezes na semana. No Perfil C, foi considerado o seguro para um Volkswagen Gol (novo) 1.0 Mi, Total Flex, 8V, 2015, 4p, bicombustível para um homem de 47 anos, casado, com 13 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. No Perfil D, foi simulado o seguro de um Fiat Palio Celebration 1.0 Fire Flex, Economy, 8V, ano 2011, 2 portas, bicombustível para uma mulher de 45 anos, casada, com 17 anos de habilitação e que usa o carro diariamente. Para o Perfil E, foi simulado o seguro de um Fiat Uno Mille 1.0 Fire, Fire Flex Economy, 2012, 2p, bicombustível para um homem de 36 anos, solteiro, com cinco anos de habilitação e que usa o carro duas vezes na semana. E no Perfil F, foi considerado o seguro de um Volkswagen Gol 1.0 Plus, 16V, 2005, 4 portas, gasolina para um homem de 27 anos, solteiro, com 10 meses de habilitação e que usa o carro diariamente.

Fonte: SegNotícias


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Intenção de manter plano odontológico é bem menor do que de saúde


Os beneficiários de planos de odontologia têm a intenção de ficar bem menos tempo vinculados a ele, quando comparados aos que possuem planos de saúde. Pelo menos é o que revela a última pesquisa apresentada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), ainda no primeiro semestre desse ano.

O estudo visa justamente a verificar, junto à população brasileira, a posse dos planos de saúde; o grau de satisfação com os serviços utilizados e os cuidados com a saúde. Foram entrevistados homens e mulheres em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e Manaus.

Segundo a pesquisa, 41% dos adultos residentes nessas regiões possuem planos de saúde (23 milhões), enquanto que 11% (5 milhões) contam com o benefício odontológico, o que representa ao todo quase 28 milhões de brasileiros. Apesar de estar tecnicamente empatados nos índices de satisfação (3,8) e de recomendação (4,1), quando o tema é o tempo de permanência no plano, a história é bem diferente.



Numa escala de 5 pontos, em que 5 é o melhor resultado, o índice de permanência dos beneficiários de planos de saúde é de 4,4. Porém, quando se trata de planos odontológicos, a média fica em torno de 1,8. "Acredito que isso se deva basicamente pela cultura do brasileiro, que enxerga a odontologia mais como um processo curativo do que preventivo. Foi ao cirurgião dentista, resolveu o problema, pensa que não precisa mais se preocupar com a saúde da boca", lamenta José Henrique de Oliveira, diretor de Operações e Credenciamento do Inpao Dental.

Fonte: SegNotícias


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Bancos têm cobertura limitada em seguros digitais


A disseminação dos seguros em segurança digital pode estar fornecendo uma sensação inadequada de falsa segurança ao setor de Serviços Financeiros. Recente Relatório e Análise de Serviços Financeiros em 2015, realizado pela Raytheon Websense indica que os bancos com apólices de seguros digitais não estão necessariamente corrigindo seus problemas de segurança. Em vez disso, confiam nas apólices como administração dos riscos de responsabilidade financeira.

Mesmo assim, o estudo mostra que esse pressuposto é falho: os seguros de segurança digital têm cobertura limitada e só restringem parcialmente o impacto financeiro de um ataque digital de pior cenário. O relatório aponta que 80% dos bancos informaram que contrataram algum seguro de segurança digital.

Segundo artigo no "Wall Street Journal", comentários do CEO da seguradora americana AIG sugerem que o montante máximo segurado por um banco é US$ 400 milhões. A maioria das apólices de segurança digital tem um valor máximo na faixa de US$ 100 milhões a US$ 200 milhões.



Já um relatório recente da Standard & Poor's observou que se os ataques bem-sucedidos e financeiramente danosos aumentarem, o custo dos seguros poderia subir ou a disponibilidade poderia ser restrita. No pior caso, a frequência e o impacto dos ataques poderiam significar que algumas empresas ou setores seriam considerados não seguráveis, o que os tornaria financeiramente muito mais vulneráveis.

Além disso, o requisito para empresas em serviços financeiros de manter sua conexão em tempo real com a economia global dificulta algumas precauções de segurança lógicas. O mesmo artigo do "Wall Street Journal" relata um estudo recente que sugere que, embora 90% dos bancos criptografem os dados transmitidos, apenas 38% criptografam os dados armazenados. Dos bancos pesquisados, 30% não exigiam autenticação com vários fatores de fornecedores terceirizados.

Um banco da lista Fortune 500, por exemplo, sabe que vários de seus servidores não receberam patches para um bug grave chamado Heartbleed. O motivo para a falta de remediação para eliminar esta vulnerabilidade, de acordo com o diretor de Segurança de TI do banco (que solicitou ficar anônimo por motivos legais), é que aplicar patches nos servidores interromperia a continuidade com diversos bancos europeus que ainda não atualizaram seus sistemas. Isso poderia interromper as operações com os parceiros no exterior.

Ou seja, as evidências apontam que, cada vez mais, a necessidade da conexão em tempo real com a economia global e os seguros digitais podem prejudicar a eficácia da segurança de TI no setor de Serviços Financeiros.

Fonte: SegNotícias


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Planejamento é o segredo para evitar saques antecipados de planos de previdência privada


Em tempos de recessão econômica, pode ser grande a tentação de efetuar o resgate de planos de previdência privada para o pagamento das mais diversas despesas, que podem ir desde a reforma da casa até uma viagem que, de repente, teve custos maiores por conta da alta do dólar. No entanto, é importante ter consciência de que essa opção fará toda a diferença no futuro, quando o contratante tiver a renda bruscamente diminuída, entre outras limitações.

"A previdência privada é uma excelente ferramenta de disciplina financeira e irá fazer toda a diferença na vida de quem ganha mais do que o INSS paga na aposentadoria. Sem um plano adequado, alguém que se aposenta pode ter sua renda reduzida significativamente de um dia para o outro", diz Maristela Gorayb, diretora de Previdência e Vida Resgatável da Mapfre. Para evitar um comprometimento futuro, a especialista dá dicas de planejamento financeiro, com a reserva de parte da renda mensal que tenha o objetivo de complementar os rendimentos no INSS nos próximos anos. Com um planejamento financeiro adequado, é possível evitar que decisões precipitadas ou impulsivas prejudiquem condições mais seguras nos próximos anos.



De acordo com a especialista, o primeiro passo para evitar o comprometimento de planos de previdência é organizar o orçamento para que os gastos mensais sejam sempre menores que os ganhos. Embora a receita já seja conhecida, vale ter atenção à lista de gastos supérfluos não percebidos no dia-a-dia, e que podem ser eliminados do orçamento. A busca de fontes alternativas de renda para complementar o orçamento pode ser uma outra opção a ser colocada em prática. Em seguida, é importante calcular o valor monetários dos sonhos a serem realizados, sejam eles de curto ou longo prazo. A quantia economizada por mês poderá ser destinada à realização desses objetivos ou, então, para suprir uma necessidade financeira gerada por um imprevisto.

"Para que o orçamento tenha equilíbrio, é importante contar com uma reserva para possíveis imprevistos. Se alguém gasta menos do que ganha e ainda consegue uma reserva, dificilmente precisará recorrer ao plano de previdência, que não deve ser encarado para questões do dia-a-dia", explica Maristela.

Porém, se o endividamento foi inevitável, existem opções para que o equilíbrio seja novamente atingido sem comprometimento da previdência privada. Nesse caso, a prioridade deverá ser sanar a situação o mais rápido possível. Financiamentos não serão um problema desde que a totalidade das prestações caiba no orçamento. freqüentemente, o que se observa é que muitas pessoas veem isoladamente cada parcela a pagar e acabam perdendo a noção da soma de tudo que já está pagando. 

Se as últimas compras e pagamentos resultaram na entrada do pagamento rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial, uma alternativa pode ser utilizar o dinheiro poupado para sair da dívida, já que esse aporte livrará o devedor dos juros altos dessas modalidades. Até o dinheiro economizado na poupança pode ser uma alternativa. Dessa maneira, além de preservar os melhores rendimentos, não será preciso pagar o Imposto de Renda que incide sobre os resgates da previdência privada.

Fonte: SegNotícias


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Itaú Auto Roubo apresenta novidades em sua forma de pagamento


Com o intuito de aumentar a oportunidade de negócios para os Corretores e de facilitar a contratação do seguro pelos segurados, a Itaú Auto e Residência anunciou nesta semana uma nova forma de pagamento para a contratação do produto Itaú Auto Roubo. A partir de agora, o cliente poderá optar por realizar o pagamento em até nove vezes sem juros, tanto com cartão de crédito, quanto em débito em conta.

O Itaú Seguro Auto Roubo é uma proteção exclusiva contra roubo ou furto destinado para quem não quer gastar muito, mas se preocupa em proteger seu patrimônio. Os segurados que contratam esse produto possuem diversos benefícios, como: cobertura para roubo e furto limitada a 80% FIPE, assistência 24h gratuita com serviços para troca de pneus, pane seca, chaveiro e guincho limitado a 300 km.

"Devido ao aumento dos roubos e furtos no país, recomenda-se que o motorista garanta o seu investimento e não circule com o veículo sem estar segurado, pois os prejuízos podem ser grandes. Com essa nova opção de pagamento, tornamos o produto ainda mais atrativo no mercado e podemos oferecer mais vantagens aos segurados e aos corretores", comenta Marcelo Sebastião, diretor da Itaú Auto e Residência.



Com o seguro exclusivo contra roubo e furto, é possível complementar os benefícios com a contratação de coberturas como danos materiais a terceiro, danos corporais a terceiro e acidentes com passageiro.

Fonte: SegNotícias


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