segunda-feira, 27 de junho de 2011

Os riscos de utilizar moto para ir ao trabalho

Não é de hoje que muitos trabalhadores têm optado pelo uso de motocicletas para ir ao trabalho, seja facilidade de crédito para obter o veículo, pela rapidez ou pela comodidade em se deslocar sem precisar do transporte público. Mas, a prática tem gerado sérios prejuízos para as empresas, para a saúde pública e para o próprio condutor.

Segundo levantamento Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares - no Brasil, durante o primeiro trimestre de 2011, houve aumento de 22,8% nas vendas de motos, no mesmo período foram fabricadas 533.082 unidades.

A estimativa de comercialização desses veículos, até o final do ano, é de 2 milhões de modelos. Para confirmar o boom do segmento, nos últimos 10 anos a frota nacional de motocicletas cresceu em 409%, com 16 milhões em circulação no País.

As facilidades de financiamento, conforto e agilidade são fatores que contribuem para que os profissionais optem por adquirir uma motocicleta. “Percebemos que muitos utilizam o valor do vale transporte para comprar ou financiar motos.

Isso acabou se tornando uma alternativa viável para evitar longas esperas e os desconfortos enfrentados todos os dias para ir e voltar do trabalho”, analisa Regina Rocha, diretora executiva da FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.

Mas a opção de se locomover pela cidade se valendo das vantagens do veículo de duas rodas esconde uma realidade que gera graves desvantagens tanto para as empresas, como o sistema de saúde e o próprio condutor.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo de 2010, são mais de 20 pessoas mortas por dia no País em decorrência de acidentes com motocicletas. Entre as principais vítimas desses desastres, com aproximadamente 67%, estão os trabalhadores. Os danos também podem gerar, muitas vezes, traumas irreversíveis.



Segundo Marcelo Ignácio, especialista em Direito trabalhista, em caso de sinistros, os prejuízos para os empregadores são inúmeros e pioram quando ocorrem com motocicletas, por serem sempre mais graves.

Ele lembra que a CLT protege o funcionário, em casos de acidentes, também durante o trajeto para o trabalho independentemente do meio de transporte utilizado.

Ignácio salienta que as ocorrências com motos sempre resultam em um período de afastamento superior a 15 dias, o que força a empresa a substituir o funcionário afastado. “Isso gera duplicidade de recolhimentos previdenciários e fundiários, à medida que a empresa é obrigada, por lei, em casos de acidentes do trabalho, a recolher FGTS”, destaca o advogado.

O especialista informa que em caso de falecimento, a contratante também é responsável pelos custos dos serviços funerários. De acordo com Ignácio, o empregador pode responder judicialmente por ações indenizatórias que eventualmente culminam pensões vitalícias aos dependentes do morto.

Para as empresas que buscam segurança e conforto no percurso do colaborador casa, trabalho e casa, o transporte profissional de pessoas por fretamento é uma opção viável. No Brasil, 2,5 mil organizações utilizam a modalidade. Desses usuários, 97% aprovam o transporte coletivo privado. Além disso, o transporte por fretamento contribui com a redução dos congestionamentos e da poluição atmosférica. Pesquisa realizada, pelo Instituto LPM - Levantamentos e Pesquisas de Marketing, cada ônibus de fretamento retira 20 carros do trânsito nas grandes metrópoles.

Regina Rocha garante que, em caso de acidente, ao passageiro é assegurado o direito de indenização conforme o Código Civil em vigor desde 2002. “Além disso, o transporte coletivo privado possui a cobertura do seguro de Responsabilidade Civil Obrigatória (RCO), exigência da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres e recolhe anualmente o Seguro Obrigatório – DPVA”, salienta.

Conforme avalia a diretora da FRESP, o fretamento proporciona menos preocupação no trajeto percorrido pelos funcionários, pois a transportadora privada é detentora de todos os requisitos necessários de segurança. “Esses cuidados vão desde as autorizações e inspeções dos órgãos competentes, como ANTT, ARTESP e EMTU, até chegar à fiscalização, manutenção preventiva constante, treinamento de motoristas e equipamentos de segurança”, afiança.

Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.

Entidade sindical de grau superior, a FRESP foi criada em 1994, com o objetivo de agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte profissional de passageiros por fretamento.

No Estado de São Paulo existem 15 mil veículos de transporte profissional de pessoas fretamento e a modalidade gera 30 mil empregos diretos e 60 mil indiretos. O setor movimentou cerca de R$ 2,9 bilhões em 2010. No Brasil 4.900 empresas de fretamento são cadastradas junto à ANTT para viagens interestaduais e internacionais

Fonte: Márcia Brandão NOTÍCIAS - Veículos

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sábado, 25 de junho de 2011

Blindagem de veículos bate recorde no país em 2010

Pesquisa da ABRABLIN aponta que, no ano passado, mais de sete mil carros receberam a proteção

Medo. Esse foi o fator primordial que fez com que, em 2010, o segmento de blindagem automotiva no país batesse recorde. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Blindagem (ABRABLIN), 7.332 veículos receberam esse tipo de proteção no ano, um aumento de 5,86% na comparação com 2009, quando 6.926 carros foram blindados.



“A pesquisa revela que a sensação de insegurança, juntamente com o aumento da criminalidade, foi o grande motivador do cidadão na busca pela proteção blindada. O levantamento mostra também que esse tipo de proteção vem se descentralizando do eixo Rio-São Paulo, consequência do aumento da violência em outras capitais do país. Tal fato, somado à melhora na economia, resultou no número recorde de blindagens”, explica Christian Conde, presidente da ABRABLIN.

A blindagem mais praticada no mercado é a de nível III-A, que suporta até tiros de pistolas 9mm e revólveres .44 Magnum. “Esse nível de proteção é o mais adequado a atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante proteção contra as maiores ameaças de armas curtas de fogo (revólveres, pistolas e submetralhadoras) existentes nas mãos da criminalidade”, diz o executivo da entidade.

No ranking dos estados com maior incidência de blindagem, São Paulo segue na liderança, com 66%. Rio de Janeiro veio em segundo lugar, com 20%, seguido por Pernambuco e Paraná, com 3% e 2%, respectivamente. Os outros 9% desse universo blindado estão distribuídos entre os estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul.

A pesquisa da entidade também revela o perfil do usuário de blindagem em 2010. A maioria (65%) continua sendo composta pelo sexo masculino. Desse universo, 22% estão na faixa etária que vai de 50 a 59 anos. Já com relação às mulheres usuárias da proteção balística (35%), a maior parcela, ou 30%, está na faixa de 40 a 49 anos. Do universo total dos usuários, 85% são executivos/empresários; artistas/cantores, 3%; juízes, 3%; políticos, 2%; outras ocupações (7%) completam o perfil.

Entre os carros mais blindados no ano passado, de acordo com a ABRABLIN, o Corolla, da Toyota, foi o campeão – o que acontece desde 2004. O Santa Fé, da Hyundai, e a Freelander, da Landrover, além do modelo Hillux SW4, da Toyota, também figuram no rol dos veículos mais blindados.

A pesquisa foi feita com a participação de 31 blindadoras filiadas à entidade, que representam 75% da produção total de veículos blindados no Brasil.

Custos do serviço

O custo médio para se blindar um veículo em 2010 foi de R$ 47.900,00. O valor é estimado porque a definição do preço desse tipo de serviço varia em decorrência de cinco fatores.

O primeiro item de diversificação de valores se refere ao nível da blindagem. Quanto maior o nível de proteção, mais caro fica o serviço. O mesmo ocorre em relação à área a ser blindada. A de um carro maior é mais onerosa do que a de um carro pequeno, onde a área a ser protegida é menor.

O tipo de material utilizado é o terceiro fator. Uma blindagem onde se utiliza mais aço tende a ser mais barata do que uma produzida majoritariamente com mantas de aramida. “Porém, há de saber que o aço deixa a blindagem mais pesada, desgastando mais rapidamente algumas peças do veículo”, afirma Conde. A procedência desse material também influencia no valor do serviço. Um vidro importado, por exemplo, pode ser mais caro que um nacional, mesmo havendo, no Brasil, produtos com qualidade equiparada. O projeto de blindagem e o know-how da blindadora e de seus profissionais complementam o rol de diferenciação do preço.

“É importante que sejam vistos cada fator no processo de escolha da empresa que realizará a blindagem do veículo. Mas, vale lembrar que a garantia de segurança deve ser o fator primordial nesse processo de seleção. Só então se deve analisar o preço como ponto decisivo”, alerta o presidente da ABRABLIN.

Trabalho artesanal

O processo de blindagem automotiva é complexo e envolve mão de obra especializada. Para a instalação dos materiais, é preciso que algumas partes do carro sejam desmontadas. O nível de blindagem é o que determina as características dos vidros, painéis balísticos e chapas de aço a serem usados. Esses materiais são preparados e moldados de acordo com cada tipo de veículo.

Algumas partes recebem atenção especial, como a junção das portas com as bordas dos vidros, onde deve ser previsto o recobrimento de aço. Concluída a instalação dos materiais, o revestimento interior é recolocado no veículo para que o acabamento mantenha a aparência original. O processo completo de blindagem demora, em média, 30 dias. “Cada blindadora tem um projeto específico. O mais importante é que tanto parte opaca (lataria) quanto a parte transparente (vidros) recebam a proteção, lembrando que a blindagem parcial é terminantemente proibida pelo Exército”, diz Conde.

Fonte: Associação Brasileira de Blindagem – ABRABLIN

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domingo, 19 de junho de 2011

Como Apressar a Crise - Bom

Por mais difíceis que sejam as contingências de mercado, sempre haverá os que choram e os que vendem lenços. Nos momentos em que a econômica começa a dar sinais de instabilidade, mais do que nunca, precisamos de colaboradores comprometidos, criativos e fora do comum.



Ao adentrar as portas de um estabelecimento comercial, demonstrando ou não, cada consumidor está carregando um fardo de problemas e insatisfações e anseia por ajuda. Encontrando o alívio que procura, abre o bolso e a carteira e deixa ali o fruto de seu trabalho ou poupança. Mas antes disso, precisa confiar na loja e no atendente que o acolhe.

Confiança não se ganha, se conquista, é o resultado de um conjunto de percepções, passa por um trabalho ético e pelo cuidado de todos os detalhes. Há exceções é claro, mas o que mais se vê no comportamento de grande parte dos atendentes no varejo é:

1 - Atitude de indiferença, tédio e cansaço.
2 – Ausência de contato visual, do indispensável sorriso e de um cumprimento cordial.
3 – Vendedores verdadeiros cães de caça, pegajosos que nem se quer deixam o cliente respirar.
5 – Os que fazem os clientes esperarem, e o que é pior, não lhes dão a mínima satisfação de quando serão atendidos.
6 – Atendentes que não mostram boa vontade para ajudar. Estão no emprego para servir-se e não para servir.
7 – Vendedores que demonstram aborrecimento com os clientes que chegam na última hora do expediente. Se não através de comentários o fazem por meio da fisionomia, que os denuncia.
Tais clientes não vieram antes não porque desejam atazanar a vida dos comerciários, mas porque trabalham, têm renda e somente podem ir às compras no final dos seus expedientes.
8 – Atendentes muito ocupados com conversas pessoais com os colegas no salão de vendas.
Constrangidos e para não atrapalharem, os clientes discretamente vão em busca de outros estabelecimentos onde serão bem-vindos e jamais retornam.
9 – Prateleiras com muitos espaços vazios ou artigos em falta.
10 – Os “sabe-tudo”, sem educação; atendentes que interrompem a fala e não escutam os clientes.
11 – Vendedores mal agradecidos que não agradecem a visita dos clientes nem os convidam para voltarem.

Quando o mercado está comprador, há clientes para todos. Porém, quando a economia diminui o seu ritmo, começa a choradeira dos “empreendedores cigarras”, que nunca se preparam para o inverno das baixas vendas, como fazem os operantes “empresários formigas”, conscientes que nos negócios além da sazonalidade mensal no decorrer do ano, há os ciclos das “vacas gordas e magras”, uma espécie de movimento de rotação e translação dos negócios.

Que alguns são vitimas de tragédias e infortúnios ninguém duvida. Nem sempre podemos contar com o “sol de brigadeiro” na economia, mas o que choca é ver equipes inteiras abortando o sucesso que poderiam ter por falta apenas de atitude. Num mundo em que o conhecimento é o principal insumo de tudo que se realiza, dói na alma ver os que não buscam se adequar às exigências do neoconsumidor, que a cada dia mais dispõe de múltiplos canais para atender as suas necessidades e exceder as suas expectativas.

Soeli de Oliveira é consultora e Palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação do Instituto Tecnológico de Negócios, e-mail: soe...@sinos.net - Novo Hamburgo - RS


fonte: Soeli de Oliveira NOTÍCIAS - Seguros

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Atenção ao questionário evita problemas com seguradora de veículo - Perfil do Segurado

Na hora de contratar um seguro de veículo, os consumidores se deparam com um extenso formulário, contendo perguntas elaboradas para traçar o perfil do cliente e calcular o valor da apólice. Se você não quer ter problemas na eventualidade de um furto ou um acidente, a recomendação para esse momento é prestar atenção nas perguntas e respondê-las com o máximo de veracidade.

O diretor do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros ), Carlos Alberto Pelais, afirma que as principais reclamações dos segurados contra as seguradoras decorrem das respostas dadas nesse questionário.

Entre os casos, Pelais cita que, "para pagar uma apólice menor, o cliente acaba dizendo, por exemplo, que não possui filhos que dirigem ou que estaciona seu carro em garagem, quando está no serviço, mesmo que isso não corresponda à realidade". Esse tipo de conduta, apesar de comum, é muito arriscada e pode sempre trazer problemas ao segurado.

Relações de boa fé




Prestar atenção no contrato do serviço também é importante, dando especial importância às exigências da seguradora. O advogado sócio do Coppola, Dutra Rodrigues e Gago Barbosa Advogado, Rodrigo Gago Barbosa, alerta sobretudo para as alterações dos dados.

A negativa de sinistro ocorre com grande frequência quando a pessoa muda de residência e não informa a seguradora. Esta é uma questão complicada, pois, se por um lado, a pessoa pode não ter avisado sobre a mudança por uma simples questão de esquecimento, por outro, ela pode ter omitido tal informação justamente porque sua apólice aumentaria de valor.

Pelais orienta que, neste caso, o melhor é conversar com seu corretor de seguro, já que muitas seguradoras são bem flexíveis nesse ponto. O bom senso, tanto do cliente quanto da prestadora de serviço, deverá nortear o caso.

Confira dicas para evitar problemas futuros:

- Peça e leia o contrato do serviço adquirido;
- Preste atenção nos prazos para alterações de informações cadastrais;
- Seja honesto ao responder o questionário;
- Em caso de alteração de endereço, informe a seguradora o quanto ante e, caso possível, registre a solicitação;
- Em caso de problemas, a melhor forma de resolver é através da conversa e da negociação.

Fonte: Infomoney

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

O descaso com o atendimento aos seus clientes - Vc que é empresário vale a pena ler

É impressionante o descaso das empresas com o atendimento aos seus clientes. Outro dia fui até uma loja de materiais para construção. Fiquei pelo menos uns quinze minutos esperando - e procurando - um vendedor que pudesse me atender. Tive que ir até uma atendente, de outra área da loja, para que ela solicitasse no alto-falante que algum vendedor pudesse comparecer ao setor que eu estava. Aguardei mais uns cinco minutos para que pudesse ouvir: "Boa tarde, posso ajudá-la?". Inadmissível.

Alguns podem argumentar que a loja não possui vendedores suficientes para atender a todos. Mas, esse problema é meu? Sou cliente, e como tal mereço toda a atenção possível e imaginária a partir do momento em que piso em uma loja. Sendo bastante direta, sou eu - cliente - quem mantém a loja funcionando. Como atitude rara para tantos brasileiros, me dirigi ao gerente, reclamei de tal atendimento e não voltei mais.



A verdade é que muitas empresas não têm conhecimento do que seus clientes pensam. Falha da empresa, falha do cliente.

Quantas empresas vocês conhecem que mantém, pelo menos um, canal direto aberto para que seus clientes possam reclamar, sugerir ou elogiar seus serviços? A maioria diz que "qualquer dúvida, sugestão ou reclamação, entrem em contato através do telefone tal ou email tal. Teremos enorme prazer em atendê-los". E quando você liga, primeiro ouve aquelas musiquinhas ou propagandas da loja que são sempre interrompidas com "não desligue, sua ligação é muito importante para nós". Depois de algum tempo, você ouve uma lista de opções tão grande de menu eletrônico que é necessário anotar todas para saber qual é a correta. E ainda assim, corre o risco de ouvir "desculpe senhora, estarei passando a sua ligação para a área responsável". E começa tudo de novo. Emails, então, são simplesmente ignorados. No máximo, recebemos uma resposta automática com os dizeres "agradecemos o envio de seu email. Em breve retornaremos seu contato". E, com sorte, depois de seis meses, você talvez receba alguma notícia.

No Brasil, o consumidor é tratado com desdém. Ele precisa esperar muito tempo para ser atendido em uma loja, ele precisa aguardar a boa vontade da mocinha do atendimento atendê-lo ao telefone - e diga-se, rezar para que ela esteja de bom humor, não fique repetindo "infelizmente, senhora, não podemos fazer nada. O sistema é assim mesmo", e não te passe para outra área de atendimento -, ele precisa ficar horas em uma fila de banco porque não há caixas suficientes para atender à demanda, ele precisa levantar-se de sua mesa no restaurante para ir até um garçom que está conversando com outros e não está prestando atenção se você quer pedir algo ou pagar sua conta, ele precisa recorrer à justiça porque a empresa entregou um produto diferente daquele que ele comprou, e por aí vai.

Mas a culpa também é do cliente. O cliente não reclama, ele simplesmente se conforma. Se o atendimento é ruim, tudo bem, talvez o mocinho não esteja num dia bom. Se não tem o produto na loja, tudo bem, eu procuro em outra. Se o sistema não funciona, tudo bem, eu tento ligar outra hora. O cliente ainda não conseguiu entender que ele é o dono das empresas das quais consome produtos ou serviços. Excelente atendimento é, no mínimo, obrigação das empresas. O cliente está tão acostumado com péssimos atendimentos que quando recebe uma resposta de email em menos de 1 hora, elogia. Que quando é bem tratado ao telefone, surpreende-se. Que quando obtém solução rápida para seu problema, embasbaca-se. Errado, tudo errado.

Em outros países, quando uma empresa aumenta o preço de um produto, os clientes simplesmente não o compram mais, gerando um enorme prejuízo, fazendo com que ela volte atrás em sua decisão. Se um cliente não recebe atendimento adequado, ele simplesmente não retorna à loja, e faz enormes campanhas para que ninguém mais retorne. Lá fora, os clientes sabem e exigem seus direitos. E as empresas sabem e dão valor. E funciona.

O discurso de Sam Walton, fundador do WAL-MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários, resume tudo isso:
"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou???


EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA".

CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."


Fonte: Tatiana Mattos NOTÍCIAS - Seguros

terça-feira, 7 de junho de 2011

Mulheres sobre duas rodas - motos

25% das motos novas no País são adquiridas por mulheres.
Na CAIXA, de cada quatro clientes do Consórcio Moto, uma é mulher

O universo das motocicletas, que já foi exclusivamente masculino, está cada vez mais cor-de-rosa. Atualmente, 25% das motos novas comercializadas no País são adquiridas por mulheres. Prova irrefutável de que elas estão desafiando o trânsito das grandes cidades e utilizando o meio de transporte individual mais prático e econômico que existe. Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo).



O aumento da presença feminina no mercado de motos é confirmado por uma estatística recente da CAIXA CONSÓRCIOS. A empresa identificou que de cada quatro consórcios de moto comercializados desde o lançamento do produto, em dezembro do ano passado, um tinha sido adquirido por mulheres. “Aquela história de que lugar de mulher é na garupa já é coisa do passado.

Só em 2010, quase meio milhão de mulheres adquiriram suas próprias motos, segundo a Abraciclo”, afirma o diretor de operações da empresa, Antônio Limone. “Com o nosso Consórcio Moto queremos ajudar a aumentar ainda mais o número de mulheres sobre duas rodas”.

De acordo com Limone, o crescente interesse das mulheres por motos é mais um reflexo da emancipação feminina na sociedade. “As mulheres estão cada vez mais independentes e inseridas no mercado de trabalho. Nada mais natural do que adquirirem um veículo ágil, econômico e que passa uma sensação enorme de liberdade, como a moto", explica o executivo.

A migração das mulheres da garupa para o guidão começa a mexer com o mercado das duas rodas. Já são desenvolvidos produtos com design e cores pensando nesse público. O diretor da Abraciclo, Moacyr Paes, explica a preferência delas: "As mais procuradas pelas mulheres são as scooters, que por serem automáticas, permitem a condução na posição sentada, e não montada, como nas outras motocicletas".

Moto com batom

Engana-se, no entanto, quem pensa que todas as mulheres gostam das scooters. Para Vanessa Soares, quanto mais potente a moto, melhor. Como forma de declarar sua paixão pelas motocicletas e incentivar outras mulheres a fazerem o mesmo, ela criou o blog “Moto com Batom”, onde escreve tudo o que o público feminino precisa saber sobre o assunto. Inclusive a manter a elegância em cima do veículo. "Existem saltos específicos para motociclismo e até mesmo roupas que, além de proteger, combinam com nossas motos”, ensina.

Quando surge um problema mecânico em suas motos, as motociclistas mostram-se diferentes da maioria das mulheres. "Ao contrário das que dirigem carro, as que pilotam moto geralmente têm grande interesse em conhecer sobre a parte mecânica", afirma Vanessa.

Apesar de sentir-se perfeitamente adaptada no universo das duas rodas, a blogueira admite: ainda existe certo preconceito em relação às mulheres que pilotam motos. "No começo sentíamos um grande preconceito por parte dos homens. Quando nos viam em encontros de motos, eles ficavam desconfiados e normalmente não acreditavam na nossa capacidade. Mas isso passou. Hoje, a grande maioria adora ter mulheres no grupo”.[2]

CURIOSIDADE
O clube de motociclistas mais antigo do mundo é formado exclusivamente por mulheres. Isso mesmo: o Motor Maids foi reconhecido oficialmente em 1940 pela Associação Norte-Americana de Moto Clubes. Hoje, aproximadamente 1200 filiadas americanas e canadenses seguem unidas pela paixão de guiar em duas rodas

Fonte: Revista Cobertura

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Apenas 43% da população se sente financeiramente pronta para aposentadoria

Apesar da aposentadoria ser considerada pela maioria como a fase da liberdade, estudo mostra que apenas 43% da população brasileira se sente devidamente preparada financeiramente para essa etapa da vida.

A pesquisa do banco HSBC, conhecida como O Futuro da Aposentadoria, ainda mostrou que 60% dos entrevistados consideram importante ter dinheiro suficiente para viver na aposentadoria.
Preocupações



Entre os 1.027 entrevistados brasileiros, 47% se mostrou um pouco ou muito preocupado sobre serem capazes de enfrentar a aposentadoria. As principais questões relacionadas a essa fase têm a ver com doenças e eventos imprevistos que esgotariam a poupança.

A preocupação com a saúde é maior entre aqueles na faixa dos 30 anos de idade e também entre mulheres na faixa dos 50 anos.

Obstáculos à poupança
A dívida das famílias se coloca como principal obstáculo à poupança, necessária para uma aposentadoria tranquila. Cerca de 16% das pessoas consideram esta questão como uma barreira para a poupança, tanto de longo prazo como de curto prazo.

Grande parte dos entrevistados também se mostra preocupada com a aposentadoria por conta de custos com educação de filhos e netos, (24%). Outra parcela importante (26%) está preocupada com os custos de cuidar dos pais na velhice.

Cenário global
O estudo, que contou com 17.000 entrevistados em 17 países, mostrou que 41% se sentem pouco preparados para a aposentadoria. Uma parcela significativa, de 67%, se mostrou preocupada em não conseguir se manter financeiramente nesse período.

Os dados ainda mostraram que quase um em cada dez dos entrevistados aceita que terá que continuar a trabalhar na aposentadoria, sendo que o emprego pago é visto como principal renda nessa época.


Fonte: Infomoney


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