segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Tendência no mercado, reboque já responde por 83% das demandas de clientes


As mudanças tecnológicas e de regulação, além do aumento da sinistralidade no seguro de automóvel, estão transformando o cenário de contratação de assistências de automóvel pelos brasileiros. Prova disso é que o serviço de reboque já está substituindo o velho e famoso reparo mecânico in loco, aquela mãozinha que demorava - mas chegava, para prestar socorro ao usuário. Os números da Delphos mostram que o serviço de resgate do veículo responde hoje por 83% da demanda dos clientes - e já é uma tendência.

Segundo o diretor de Assistência 24 horas da Delphos, Fernando Menezes, entre os mais afetados pela modernização do segmento automobilístico estão o serviço de chaveiro e até mesmo o socorro à pane seca. "O primeiro caiu em desuso, uma vez que hoje existem chaves codificadas que impedem a abertura ou confecção no local. O segundo, por sua vez, foi extinto devido à implantação da lei que impede o transporte de combustível. Essas mudanças impulsionaram a contratação do serviço de assistência ao automóvel ao longo dos últimos anos", afirma.



A empresa, especialista na prestação de serviços específicos para o mercado segurador nacional, também tem investido em outra tendência de mercado: as assistências para a residência, na qual a maior demanda é para a linha branca. "São os itens que mais geram desgastes ou quebras, com necessidades de assistência ou reparos", explica Menezes.

Em um mercado com alta competitividade como o de seguros, uma das missões mais importantes para as empresas de peqüeno, médio e grande porte é manter a carteira de clientes. No caso da Delphos, Fernando Menezes acredita que as assistências têm contribuído - e muito, para fidelizar clientes. "Ela (assistência) é um benefício, pois atende o cliente em uma situação emergencial, de aflição, proporcionando economia e conforto, especialmente no que tange ao oferecimento de mão-de-obra especializada para realizar o serviço", esclarece. E completa: "Nosso diferencial é o atendimento personalizado, a proximidade com os gestores e um rigoroso processo de pagamentos aos prestadores, em prazos recordes e sem atrasos".

Fonte: SegNotícias

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Bate-pronto Móvel da HDI está posicionado em Bragança Paulista (SP)


A HDI Seguros posicionou uma de suas unidades móveis para atendimento de sinistros em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Até 25 de setembro, o Bate-pronto Móvel ficará no posto Tasquin (Shell), localizado na Rua Felipe Siqueira, 101, Jardim Santa Luzia - Bragança Paulista. O horário de funcionamento é das 8 às 12h e das 13h30 às 18h, de segunda a sexta-feira.

"Disponibilizamos a unidade móvel, que oferece todo o suporte em caso de sinistro, além de vistoria imediata do veículo, para estarmos cada vez mais próximos do nosso público. Esse é um serviço que conquista cada vez mais reconhecimento dos usuários, devido à agilidade que proporciona", explica Paulo Ricardo Costa, diretor regional da HDI Seguros para o interior de SP.



O Bate-pronto Móvel é considerado uma iniciativa pioneira no setor de seguros, pois permite reforço no atendimento de vistoria e registro de sinistro em períodos e locais de demanda sazonal. Nele, são oferecidos os mesmos serviços das unidades físicas, que somam 46 pelo país.

Fonte: SegNotícias

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Bradesco Solução de Aluguel cresce 37% no semestre


De janeiro a junho de 2015, o Bradesco Solução de Aluguel, produto que vale como garantia para pagamento do aluguel em caso de inadimplência, registrou crescimento de 37% na comparação com o mesmo período de 2014. Lançado há apenas dois anos pelo Grupo Bradesco Seguros, o produto substitui a figura do fiador ou o depósito caução nos contratos de aluguel e oferece ao cliente, pessoa física ou jurídica, a possibilidade de concorrer a sorteios semanais pela Loteria Federal - o valor do prêmio líquido corresponderá a cinco vezes o pagamento do título.

Ao final de sua vigência, caso não haja nenhuma pendência, o locatário resgata 100% do valor atualizado pela TR. O prazo de vigência é de 15 meses e não há carência para o resgate. Além disso, a garantia é do cliente, ou seja, se durante a vigência ele alugar outro imóvel, leva consigo todos os benefícios do produto. O valor a ser pago é livremente pactuado entre as partes envolvidas (locador e locatário), variando de R$ 100 a R$ 50 mil.

O Bradesco Solução de Aluguel disponibiliza ao cliente, ainda, acesso a ampla rede de assistência residencial, incluindo chaveiros, encanadores, eletricistas, vidraceiros e assistência help desk, além de descontos em medicamentos.



Segundo o diretor geral de Capitalização do Grupo Bradesco Seguros, Ricardo Alahmar, o Bradesco Solução de Aluguel "visa a atender uma demanda de mercado que é crescente, devido, principalmente, às exigências das imobiliárias e dos donos de imóveis em contar com uma garantia real, além do que, representa para o locatário a solução de uma situação muitas vezes constrangedora, que é a busca por um fiador". 

A expansão desse produto contribuiu para que o segmento de capitalização da Bradesco Seguros registrasse, no primeiro semestre, faturamento de R$ 2,6 bilhões, o que representou um crescimento de 6,7% em relação a 2014. Atualmente, a empresa possui uma carteira superior a 3,3 milhões de clientes e provisões técnicas de R$ 6,9 bilhões.

Até junho, a empresa distribuiu recursos aos clientes por meio do pagamento de R$ 2,3 bilhões em prêmios, sorteios e resgate de títulos. "O cliente sempre volta a aplicar, pois une o útil ao agradável, isto é, a garantia da economia programada à oportunidade dos sorteios e prêmios aos quais concorre. Tanto que até junho nossa carteira era composta por 22,5 milhões de títulos ativos, dos quais mais de 8,1 milhões são títulos tradicionais (comercializados nas agências e nos canais Bradesco Dia&Noite) e 14,4 milhões são títulos de cessão de direito de sorteio", complementa.

Fonte: SegNotícias

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Governo barra 56% dos pedidos de incorporação de medicamentos para o SUS


O Governo Federal recebeu 265 pedidos para incorporação de novos medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) nos últimos três anos e, até julho, havia avaliado apenas 199. Desse total, mais da metade foi negada (56,3%). A grande maioria dos pedidos rejeitados (79%) foi realizada por agentes externos ao governo, como associações de pacientes e indústria farmacêutica. Os dados são de um levantamento elaborado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

Para serem avaliados, os pedidos são enviados para a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS, órgão formado por diversas secretarias do Ministério da Saúde, além de outras instituições como a ANS, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Conselho Federal de Medicina (CFM).



A entrada de novos medicamentos ao SUS garante acesso a terapias inovadoras, mas quando elas são rejeitadas, muitos pacientes acabam recorrendo à Justiça. "Quando um medicamento tem sua incorporação rejeitada, o governo 'fecha a porta' do acesso à população e as pessoas 'entram pela janela' da judicialização (processos na Justiça para que o governo compre medicamentos ou custeie tratamentos não incorporados ao SUS). Negar o medicamento é um estímulo à judicialização. Seria mais interessante discutir critérios para que passem pela porta", defende o presidente-executivo da Interfarma, Antônio Britto.

Dos 80 medicamentos incorporados ao SUS, a maioria (45) é formada por terapias disponíveis no mercado há mais de 15 anos. Já os remédios lançados mais recentemente, com até cinco anos de mercado, tiveram uma incorporação bem menor, de apenas 13 produtos. Isso mostra que a inclusão de drogas recentes é bem inferior.

Os medicamentos mais incorporados são indicados para tratamento de doenças do sistema osteomuscular e tecido conjuntivo, como artrite reumatoide e espondilite anquilosante. Eles representaram 22,5% do total, com 18 inclusões. Em segundo lugar estão os medicamentos contra doenças infecciosas e parasitárias, com 15 incorporações.

Fonte: SegNotícias

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Deputado aprova proposta que beneficia corretor Pessoa Física


Ao cumprimentar o deputado Lucas Vergílio (SD-GO) pela aprovação da proposta que beneficia corretor Pessoa Física, o presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Jayme Torrres enviou mensagem ressaltando que a iniciativa “irá beneficiar, principalmente, o jovem corretor de seguros”. Após aprovação na Câmara dos Deputados, seguirá para o Senado o Projeto de Lei Complementar 25/07, que aumenta os limites de enquadramento no SuperSimples.

O texto-base, aprovado em 1º de setembro, também prevê o enquadramento do corretor de seguros Pessoa Física como Microempreendedor Individual (MEI), proposta apresentada pelo deputado Lucas Vergílio. O parlamentar acredita que essa proposta favorece principalmente os corretores de seguros em início de carreira ou mesmo que optam por não atuar como pessoa jurídica.



“Em 2014, as empresas corretoras de seguros já haviam obtido a conquista histórica de inclusão no SuperSimples, a partir da atuação decisiva do deputado Armando Vergílio. Agora, os corretores pessoas físicas conquistam o direito de enquadramento como MEI”, comemora Lucas Vergílio.

Ao receber a notícia, Jayme Torres, presidente do CCS-RJ, fez questão de parabenizar e manifestar o apoio integral da diretoria do Clube e de seus associados ao deputado, bem como ao presidente da Fenacor, Armando Vergílio. “Ambos se empenham em propostas, projetos e ações que trazem benefícios para a categoria. É mais um trabalho da ‘dupla’, que se soma a iniciativa igualmente importante, como é o caso do VGBL Saúde, que irá alavancar muitos negócios para o corretor de seguros”, argumentou.

Fonte: SegNotícias

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Cancelamento indevido de plano de saúde de trabalhador gera dano moral


O cancelamento indevido de plano de saúde viola o direito da personalidade dos empregados. Com esse entendimento a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que condenou uma empresa a pagar R$ 14,1 mil de indenização por danos morais e materiais a um funcionário que, ao chegar ao hospital para acompanhar uma cirurgia de sua mulher, descobriu que o plano havia sido cancelado indevidamente.

O funcionário aderiu ao plano de saúde da empresa desde a admissão, em março de 1998 e, após ser dispensado em março de 2008, solicitou a manutenção do convênio, conforme prevê o artigo 30 da Lei 9.656/1998. Na reclamação, relatou que, na data marcada para o procedimento na companheira, foi surpreendido com a informação de que o plano havia sido cancelado devido à rescisão do contrato de trabalho. Segundo ele, ao ser contatada, a empresa sugeriu adiar a cirurgia até que a situação fosse regularizada, mas, devido ao quadro de saúde da companheira, decidiu arcar particularmente com o procedimento.



A defesa da empresa sustentou que o pedido de continuidade do plano foi enviado ao convênio. A entidade também afirmou que mantém o plano de saúde por "mera liberalidade", uma vez que a norma coletiva da categoria não a obriga a isso.

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de Fortaleza condenou a empresa ao pagamento de R$ 40 mil por danos morais, além de R$ 4,1 mil (custo da cirurgia particular) por danos materiais. O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (Ceará) manteve a condenação, mas reduziu para R$ 10 mil a indenização por danos morais.

Ao analisar o recurso de revista da empresa, o ministro Alberto Bresciani, relator, assinalou que a supressão de direito incorporado ao contrato de trabalho, causa dano ao direito da personalidade do empregado e, consequentemente, a necessidade de reparação financeira. A decisão foi unânime.

Fonte: SegNotícias

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Sepultamento é o serviço mais utilizado por quem tem assistência funerária


Levantamento da Brasil Assistência aponta que serviço mais utilizado por quem contrata assistência funerária é o de sepultamento, que vai do registro do óbito, desde a elaboração de documentos à preparação e ao transporte do corpo. Já o período de maior incidência, segundo a companhia, é durante os feriados.

Além do sepultamento, a assistência funerária compõe um amplo leque de produtos e serviços de forma a proporcionar conforto e facilidade às famílias nessas circunstâncias. A Brasil Assistência disponibiliza três opções: Individual, Familiar e Familiar Estendida, envolvendo desde o apoio ao sepultamento ou à cremação e o transporte de familiares até orientações psicológicas e jurídicas, por meio de uma central de atendimento que opera 24 horas.



"Em momentos sensíveis como esse a natural falta de conhecimento sobre como proceder pode se tornar um grande peso. Contar com a cobertura de uma assistência funeral, individual ou para a família, contribui muito para evitar transtornos", afirma Eduardo Sena, vice-presidente da Brasil Assistência.

De acordo com a empresa, outro serviço relevante na cobertura de assistência funeral é o serviço assistencial, que provê ao segurado o acompanhamento e orientação aos familiares quanto aos procedimentos necessários para o sepultamento, inclusive o fornecimento de livro de registro de presenças e divulgação do óbito na imprensa, via um anúncio em jornal de circulação no município do usuário, caso seja necessário.

Assistência individual inclui transporte ou repatriação do corpo, assistência ao sepultamento ou à cremação, transporte da família e envio de mensagens urgentes. O serviço é prestado ao titular do contrato.

Assistência familiar, além dos serviços, também oferece orientação psicológica e assistência jurídica não contenciosa por telefone para esclarecer dúvidas sobre questões como testamentos, habilitação de herdeiros... Oferecido ao titular do contrato, ao cônjuge e filhos menores de 21 anos ou com necessidades especiais.

E assistência familiar estendida: conta os mesmos serviços que a familiar, mas inclui pais e sogros.

Fonte: SegNotícias

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